Discalculia: abordagem psicolinguística, consequência em educação Matemática
Ikwiko ha kwalula: Kucipathulo ca malaka nyi ha kufumba mu cikota ca kwalula
Palabras clave:
Discalculia, Psicolinguística, Educação MatemáticaResumen
O artigo aborda a discalculia na vertente psicolinguística, interface Linguística-Matemática, e consequência em educação Matemática, procura, entre outros aspectos, trazer a lume a relação entre a Linguística, por via da sua face psicolinguística, e a Matemática para a compreensão do fenómeno da discalculia. Começando por uma breve incursão sobre o fenómeno, com intuito de compreender as reais causas da discalculia, aos sinais, às causas e até às propostas que são elencadas por diversos especialistas ou autores como as que se configuram como possíveis soluções quando se está em face da discalculia. Dado que as habilidades de contar e calcular, a par das habilidades de leitura e escrita, são básicas, e, através das quais se medem sempre os indicadores e os objetivos de ensino Primário (ensino fundamental), pois sem a sua aquisição pressupõe-se que os objetivos do ensino obrigatório não foram atingidos. Destarte, refletir sobre a discalculia, analisando fatores Psicolinguístico e Matemático, bem como as consequências que dele resultam, embora seja de pouco domínio de professores de Matemática, é desafiante e pertinente, à medida que se conheçam as suas causas, estar-se-á em condições de se propor soluções exequíveis e sustentadas. Quanto à metodologia, optámos por uma descrição qualitativa (Sousa e Baptista, 2011), tendo passado em revista a análise documental consentânea para a reflexão sobre a discalculia na vertente psicolinguística cujas consequências são visíveis em educação matemática.
***
Mukanda uno unasolola inyingi anatambika ngo ikwiko ha kwalula, hanji, mba thuna isolola mucipathulo ca malaka nyi ca cikota ca kwalula, nyi nawa ca kunyonga ikwiko mu kulongesa ca kwalula, mu cipathulo ca Kwalula nyi Malaka, isoneko ino inafupa kulumbununa kanawa hanji ngo nyi kulumbununa iphekeso ya kusoloka hakufumba alongi eza kexikuhasa kwalula nyi kutanga kanawa mu iphathulo ya maxikola. Soneko ay inaputhuka nyi kusolola ngo kuci iphekesa nyi ikwiko ya kusoloka mu maxikola mba hanga alongi mapwa nyi ikatachi hakunyingika kusoneka, Kwalula nyi kulifumba mana ako nawa. Mu isoneko ino twafupa akwa mana anji nyi anji hanga athutoweze ikha ya koka ye iphekeso yaco ay kuli alongi cipicipi thwanuke ngo nawa ikha inatela kulinga hanga thumanune ikwiko yaco. Kutanga nyi kusoneka nyi kwalula ya thwama malinjekela aze atangu alongi manyingika, mba hanga alongeshi nyi akwa mana ako ambe ngo cocene, athu nyi hanji ngo alongi khumana kapwa kufumba lume kanawa, nyi iningi ino yapwile kufumba cize cinatela, khumana phundu, mana atangu mumaxikola mucifuci kapwa kuhasa. Phundu lume, nyi mana akwalula kanawa, aku tanga kanawa, aku soneka kapwile nyi kukojola, (Sousa e Baptista, 2011), alongesa cipathulo ca cikota ca kwalula amwe makanyingika ngo amwe alongi anji kexikuhasa mukonda wa iphekeso wa malaka nyi wa Kwalula.
Descargas
Citas
Barreto, A.B (2012). Trabalhando a discalculia através de jogos matemáticos. 85f. Trabalho de Conclusão de curso (graduação em Matemática), Centro Universitário La Salle, Canoas.
Bastos, J. A. (2006). Discalculia: transtorno específico de habilidade em Matemática. In:
Rotta, Newra Tellechea. (Org.). Transtornos de Aprendizagem. Porto Alegre: Artmed. p.23-36.
Sousa, M.J.; Baptista, Cr. S. (2011). Como fazer investigação, Dissertações, Teses e Relatórios. Lisboa, editora Lidel.
Cecato, A. M. T. (2009). Discalculia: transtorno específico em Matemática. Porto Alegre Artmed.
Egido, S. V. (2012). Discalculia: Fundamentos teóricos e atividades de intervenção em sala de aulas. Monografia. Universidade Tecnológica Federal do Paraná. Paraná, editora Medianeira.
Egido, S. V. (2015). Propostas de actividades para alunos discalcúlicos. Educere:XII Congresso nacional de educação. PUCPR 26 a 29/10/2015. Paraná. Brasil.
Garciá, J. N. (1998). Manual de dificuldades de Aprendizagem: linguagem, leitura, escrita e Matemática. Porto Alegre. Artes médicas.
Kranz, C. R.; Healy. L (2011). Pesquisas sobre discalculia no Brasil: Uma reflexão reflexão a partir da perspectiva histórico-cultural. Disponível em: http://www.matematicainclusiva.net.br./pdf/pesquisas%20sobre%20discalculia%20ano%20Brasil.pdf. Acesso em: 18 mai. 2019.
Melo, F. O. S. (2010). A construção do conhecimento lógico-matemático: a discalculia no
contexto de aprendizagem. Faculdades integradas de pato. Juazeiro do Norte. Ceará.
Pinheiro, N. V.L.; Vitalle, M. S. S (2012). Quando o Ensino da Matemática se torna um
desafio. Adolescência e Saúde. Rio de Janeiro, 9 (3): 65-71.
Romagnoli, G. C. (2008). Discalculia. Um desafio na Matemática. Trabalho de conclusão do curso. São Paulo. nº 49f.
Rotta, N.T. (2006). Transtornos de Aprendizagem. Porto Alegre: Artmed.
Silva, W.C (2008). Discalculia: uma abordagem à luz da educação Matemática. Relatório
Final.45f. Projecto de iniciação científica- Universidade de Guarulhos. São Paulo.
Valladão, L. C. G. (2006). Dificuldades na aprendizagem da Matemática. A Didáctica e a
Discalculia. Rio de Janeiro: Universidade Cândido Mendes.
Vorcaro, N. (2007). Fatores que contribuem para as dificuldades de aprendizagem da Matemática. Rio grande do Sul. Disponível em: http://discalculicosblogspot.com/2007/10/fatores-que- contribuem-para-as.html. Acesso em: 20 jun.2019.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2024 NJINGA&SEPÉ: Revista Internacional de Culturas, Línguas Africanas e Brasileiras

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial-SinDerivadas 4.0.
Los autores que publican en esta revista aceptan los siguientes términos:
Los autores mantienen los derechos de autor y otorgan a la revista el derecho a la primera publicación, siendo el trabajo simultáneamente licenciado bajo la Licencia de Atribución Creative Commons, que permite compartir el trabajo con reconocimiento de la autoría del trabajo y la publicación inicial en esta revista.
Se autoriza a los autores a asumir contratos adicionales por separado, para la distribución no exclusiva de la versión del trabajo publicado en esta revista (p. Ej., Publicación en repositorio institucional o como capítulo de libro), con reconocimiento de autoría y publicación inicial en esta revista.
Se permite y se anima a los autores a publicar y distribuir su trabajo en línea (por ejemplo, en repositorios institucionales o en su página personal) en cualquier momento antes o durante el proceso editorial, ya que esto puede generar cambios productivos, así como aumentar el impacto y cita del trabajo publicado (Ver El efecto del acceso abierto).