NJINGA e SEPÉ: Revista Internacional de Culturas, Línguas Africanas e Brasileiras https://revistas.unilab.edu.br/index.php/njingaesape <p>​A <strong>Revista Científica Njinga &amp; Sepé</strong> <strong>(ISSN: 2764-1244)</strong> foi criada em homenagem a Rainha africana Njinga Mbandi e ao guerreiro indígena brasileiro Sepé Tiarajú. A Revista respeita a Declaração Universal dos Direitos Linguísticos (1996), a Declaração Universal dos Direitos Humanos (1948), A Declaração Universal sobre a Diversidade Cultural (2002) e a Declaração das Nações Unidas sobre os Direitos dos Povos Indígenas (2006).</p> <p>A <strong>Revista Njinga &amp; Sepé</strong> aceita e publica textos escritos em <strong>qualquer língua africana</strong> ou <strong>indígena brasileira</strong> e vídeos de línguas de sinais. Abre-se exceção especial para todas as línguas de Timor Leste por ser país parceiro da UNILAB. Os textos escritos em qualquer outra língua europeia (espanhol, francês, português ou inglês) deverão estar acompanhados de um resumo numa <strong>língua africana ou indígena brasileira</strong>. As línguas de sinais terão 2 resumos e um vídeo de no maximo 10 min. A Revista publicará um (1) volume por ano, com dois números (1º número. em maio e 2º número em outubro) e ocasionalmente um <strong>volume especial</strong> a depender da demanda dos autores e da Comissão Científica.</p> <p><em>A</em><strong> Revista Njinga &amp; Sepé </strong>é composta por seis (6) seções: <strong>Seção I</strong> - Artigos inéditos e traduções/interpretações; <strong>Seção II</strong> - Entrevistas, resenhas de livros; <strong>Seção III</strong> - Poesias e Letras de canções populares; <strong>Seção IV</strong> - Relatos de experiências, fotos, receitas de comidas tradicionais, ritos e festividades ; <strong>Seção V</strong> - Provérbios, tabus, mitos e outras;<strong> Seção VI</strong> - Línguas de sinais . Cada autor escolherá uma seção. É importante fazer o cadastro porque todos os textos deverão ser submetidos pelo site da Revista. Bem hajam as culturas, tradições e línguas dos povos indígenas, dos povos africanos e do povo de Timor Leste. </p> <p>Todos os textos recebidos são primeiramente submetidos a verificação da originalidade com o uso do software Turnitin Originality, da empresa Turnitin para a detecção de similaridade textual e integridade em textos acadêmicos (antiplágio): <a href="https://www.turnitin.com/products/originality">https://www.turnitin.com/products/originality</a>. Os textos aprovados nesta fase são submetidos a avaliação dos pares (às cegas) para a definição da aprovação ou não.</p> <p>O acesso aos trabalhos publicados é inteiramente gratuito</p> <p>Os autores não pagam e nem recebem nenhum tributo financeiro pela contribuição e publicação</p> <p>Os editores, avaliadores, tradutores, Comité Científico e outros colaboradores participam voluntariamente.</p> pt-BR <div>Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:</div> <div> <p>1.Autores mantêm os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, sendo o trabalho simultaneamente licenciado sob a Creative Commons Attribution License o que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria do trabalho e publicação inicial nesta revista.</p> <p>2.Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.</p> <p>3.Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) a qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado (Veja O Efeito do Acesso Livre).</p> </div> revista.njinga.sape@unilab.edu.br (Alexandre António Timbane) alexandre.timbane@unilab.edu.br (Alexandre António Timbane) Mon, 03 Oct 2022 21:27:41 -0300 OJS 3.3.0.9 http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss 60 Apresentação do Vol.2, nº Especial (2022): A educação na África lusófona e no Brasil: práticas, metodologias, métodos e gestão da educação https://revistas.unilab.edu.br/index.php/njingaesape/article/view/1077 Alexandre António Timbane Copyright (c) 2022 NJINGA e SEPÉ: Revista Internacional de Culturas, Línguas Africanas e Brasileiras http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unilab.edu.br/index.php/njingaesape/article/view/1077 Mon, 03 Oct 2022 00:00:00 -0300 24.Ideopatuagramas: o (in)verso ético-estético do projeto literário de Fausto Antonio https://revistas.unilab.edu.br/index.php/njingaesape/article/view/993 <p>A África, entendida e historicizada a partir dos países e lugares, é o ponto de partida e o território brasileiro; quadro de vida de milhões de negros e negras de origem africana, é o ponto de encruzilhamento dos patuás, dos patuás de palavras e dos ideopatuagramas. Fontes milenares e referências indispensáveis, no que toca à conceituação dos ideogramas, são os hieroglifos egípcios, cujas palavras são esculpidas e, por igual importância, o são também as produções dos povos Akan, no mosaico imagético adinkra (NASCIMENTO, 2009). Aqui me atenho apenas às heranças negras e africanas para delimitar uma relação de continuidade e/ou de descontinuidade, que será central na conceituação dos patuás de palavras. É por força dessa herança, carimbo imagético e filosófico, que exaltamos o povo Akam, que vive e transita, nos dias atuais, pelos territórios de Gana e Costa do Marfim. As habilidades no processo da tecelagem é uma marca Akan. Os tecidos Adinkra, pano africano impresso, é portador de signos e veículo de uma língua ou linguagem de sinais, imagens e filosofias carimbadas. O tecido Adinkra, mais do que um recurso decorativo, é uma língua imagética, viva, vivida pela realidade local e revivida pelos espaços transitados pelos povos ancestralmente vinculados à herança negra-africana. É desse emaranhado que surgem os patuás de palavras e, deles; como tessitura e ressonância, os ideopatuagramas. </p> Ricardo Silva Ramos de Souza Copyright (c) 2022 NJINGA e SEPÉ: Revista Internacional de Culturas, Línguas Africanas e Brasileiras http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unilab.edu.br/index.php/njingaesape/article/view/993 Mon, 03 Oct 2022 00:00:00 -0300 25.Recensão Crítica da Obra Flagelados do Vento Leste, de Manuel Lopes https://revistas.unilab.edu.br/index.php/njingaesape/article/view/1069 <p>&nbsp;Nesta recensão crítica ao qual foi dado o nome&nbsp; <em>Evangelho de Nhô Isé Cruz, segundo Manuel Lopes</em>, procurou-se a leitura intercruzada da obra <em>Os Flagelados do Vento Leste</em> com a leitura da <em>Bíblia</em> <em>Sagrada</em>. Optou-se pelo uso da palavra <em>Evangelho</em> no título da recensão, porque a obra <em>Os Flagelados do Vento Leste</em> narra as circunstâncias de vida e um conjunto de princípios que modelam e enformam a vida do protagonista José da Cruz (Nhô Isé). A personagem e de Nho Isé configura um retrato cru do Homem Caboverdiano na sua conversa e luta com as forças naturais ou forças telúricas, que o próprio reconhece como pertença do Criador, num tempo e espaço dominado pela violência e desamparo. O autor estruturou a obra em duas partes, a primeira tem como protagonista Isé da Cruz e a segunda o seu filho. Mas pode entender-se que existe um outro sujeito-chave presente ao longo da obra, que o autor apresenta logo no início da primeira parte, de forma contemplativa ou mesmo fílmica. As forças telúricas como a chuva, vento (lestada), estiagem, coexistem e condicionam o comportamento, atitude e estado de espírito de toadas as pessoas ao longo da obra, a ponto de temperar o próprio caráter do Homem Caboverdiano.</p> <p>***</p> <p><strong>Rezumu</strong>: Na es risenson literaria ki dadu nomi <em>Evangelho de Nhô Isé Cruz, segundo Manuel Lopes</em>, buskadu interkruza leitura di obra <em>Os Flagelados do Vento Leste</em> ku leitura di <em>Bíblia</em> <em>Sagrada</em>. Optadu pa uzu di palavra <em>Evangelho</em> na títulu di risenson, pamodi obra <em>Os Flagelados do Vento Leste</em> ta fala di sirkunstansia di vida e di un konjuntu di prinsipiu ki ta mudela e enforma vida di protagonista José da Cruz (Nhô Isé). Persunaji di Nho Isé ta konfigura un letratu kru di Omi kauberdianu na si kunbersu i luta ku forsa natural o forsa tilurika, ki el propi e ta rakunhesi komu pertensa di Kriador, na un tenpu i spasu dominadu pa violencia e dizanparu. Otor strutura obra li na dos parti, primeru ten komu protagunista Izé da Cruz i sigundo si fidju. Mas podi ntendedu ma tem otu sijeitu xavi ki sta prisenti o longu di obra, ki otor ta prisenta logu na inisiu di primeru parti di obra di forma kontenplativa o mesmu filmiku. Forsa tilurika sima txuba, bentu, estiajen koezisti i kondisiona konportamentu, atitudi, i stadu di spritu di tudu argen o longu di obra, a pontu di tenpra propi karater di Omi Kauberdianu.</p> Maria Helena Gonçalves Furtado Copyright (c) 2022 NJINGA e SEPÉ: Revista Internacional de Culturas, Línguas Africanas e Brasileiras http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unilab.edu.br/index.php/njingaesape/article/view/1069 Mon, 03 Oct 2022 00:00:00 -0300 26.Resposta à resenha do livro "A linguagem rural da região de Major Porto, Município de Patos de Minas (MG): Uma visão linguístico-ecossistêmica". Campinas: Editora Pontes, 2021. https://revistas.unilab.edu.br/index.php/njingaesape/article/view/1070 <p>Esta resenha é uma resposta academico-científico da resenha do livro "A linguagem rural da região de Major Porto, Município de Patos de Minas (MG): Uma visão linguístico-ecossistêmica". Campinas: Editora Pontes, 2021. A resenha foi publicada na Njinga &amp; Sepé: Revista Internacional de Culturas, Línguas Africanas e Brasileiras vol. 2, nº 1, 2022, p. 242-249, feita por Alexandre António Timbane.</p> Hildo Honório do Couto Copyright (c) 2022 NJINGA e SEPÉ: Revista Internacional de Culturas, Línguas Africanas e Brasileiras http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unilab.edu.br/index.php/njingaesape/article/view/1070 Mon, 03 Oct 2022 00:00:00 -0300 31. A violência doméstica contra as mulheres na Guiné-Bissau: análise crítica e social https://revistas.unilab.edu.br/index.php/njingaesape/article/view/1034 <p>O trabalho discute sobre violência doméstica contra mulheres na Guiné-Bissau, visando assim entender como é que as mulheres e a sociedade em geral lidam com a violência contra mulheres. Objetiva se com este estudo entender o que causa violência doméstica contra mulheres, em particular na sociedade Bissau guineense com intuito de entender como é que a sociedade encara a mulher e a violência doméstica. Para este artigo adotou se a metodologia bibliográfica de abordagens descritivas como forma de atingir o objetivo central desse trabalho. Conclui se que, a violência doméstica contra mulheres não se trata do problema de um único povo ou grupo étnico, mas sim um problema mundial. Na mesma linha, compreendeu se que para muitas sociedades a violência doméstica contra mulheres tem cunho nas convicções culturais, religiosas ou adesão ao feminismo. Por um lado, percebe se que, a violência doméstica contra mulheres tem sua presença na sociedade guineense sobretudo pela forma como as pessoas encaram mulheres, ou seja, para muitas mulheres guineenses é legitimo homem espancadia-las em caso cometerem qualquer erro como forma de permitir que comportem ainda melhor. A violência doméstica conta mulheres na Guiné-Bissau conta com poucas denúncias e assim como a pouca presença das autoridades policias como forma de estagnar sua prática, ou seja, a impunidade desta prática tem motivado sua continuidade em todas regiões do País.</p> <p>***</p> <p>Kriol: es tarbadju na diskuti sobri violensia domestika kontra mindjeris na Guiné-Bissau, ku intenson di ntindi kuma ku mindjeris ku sosiedadi ta ntindi violencia domestika kontra mindjeris. Es tarbadju tene suma si objetivu busca ntindi keku ta pui violensia domestika kontra mindjeris na Guiné-Bissau. Tanbi ku es tarbadju no misti sibi kuma ku sosiedadi ta odja mindjer suma tanbi kuma ku djintis ta ntindi violensia kontra mindjer na porta de kasamenti. Pa es artigu i kudjidu metodologia de tarbadju bibliografiku ku abordagen diskritiva suma manera de pudi splika mindjor no objetivu. No konklui kuma violensia domestika kontra mindjeris ika kusa di uniku pobu, mas sim i di tudu djintis na mundu. Nes sintidu, no ntindi kuma pa manga di djintis suta mindjer i kusa di kultura ou kusa ku igreja seta, tanbi utrus ntindi kuma manga di kusas kuta tisi violensia i pabia mindjeris kata seta obi se omis pabia di mudernidadi di aos. Pa utru ladu, ita ntididu kuma suta mindjer na Guiné i kusa normal pabia di manera ku djintis ta odja mindjer, pa manga di mindjeris omi pudi suta elis kasu é ka konporta diritu pa asin é pudi bata konporta diritu. Violensia domestika kontra mindjeris na Guiné-Bissau ka ta muitu dinunsiadu tanbi ika tene atenson di polisias ku di gubernu suma manera de pudi para es pratika, tanbi djintis kuta suta mindjeris kata kastigadu kila ku pui violensia domestika sta mas na omenta na tudu parti dino tera.</p> <p> </p> Jailson Carlos Nanque Copyright (c) 2022 NJINGA e SEPÉ: Revista Internacional de Culturas, Línguas Africanas e Brasileiras http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unilab.edu.br/index.php/njingaesape/article/view/1034 Mon, 03 Oct 2022 00:00:00 -0300 32.Descrição fonético-fonológica da monotongação no português falado em Angola como influência das línguas bantu https://revistas.unilab.edu.br/index.php/njingaesape/article/view/989 <p>Este artigo visa fazer reflexões sobre a perceção da monotongação na fala tendo como base Alan Reis Da Silva (2019) e Maricélia da Silva Anselmo (2011). Consideramos ser um assunto pouco abordado e que, em nosso entender, constitui um dos temas interessantes para uma maior compreensão das variedades do português, sobretudo na realidade angolana, no tocante às línguas bantu. É sobre este prisma que o nosso estudo versa, pois o objectivo é entender este fenómeno e as suas implicações em falantes cuja ocorrência seja frequente e preveni-los da possível estigmatização por parte de quem não domina o assunto. Sendo o fenómeno da monotongação cada vez mais patente nos diálogos, até mesmo na fala das pessoas devidamente escolarizadas cuja língua materna é ou não uma bantu, vêem a configurar-se como uma realidade e a ganhar cada vez mais espaço dentro da própria língua portuguesa, não como um desvio, porém, como um fenómeno independente dentro da língua portuguesa. Baseando-nos em postulados linguísticos já formulados, mesmo deixando de lado as variedades populares e outras, como dialectais e restringindo-nos à norma, a dimensão e a natureza dos fenómenos registados, com realce à monotongação, apontam para a consolidação irreversível de uma norma angolana do português, diferente da do português europeu e da do português brasileiro.</p> <p>***</p> <p>This article aims to reflect on the perception of monophthongization in speech based on Alan Reis Da Silva (2019) and Maricélia da silva Anselmo (2011). We consider it to be a subject that has not been addressed much and that, in our view, constitutes one of the interesting topics for a better understanding of the varieties of Portuguese, especially in the Angolan reality, with regard to the Bantu languages. It is in this light that our study is concerned, as the objective is to understand this phenomenon and its implications for speakers whose occurrence is frequent and to prevent them from possible stigmatization by those who do not know the subject. As the phenomenon of monophthongization is increasingly evident in the dialogues, even in the speech of properly educated people whose mother tongue is a Bantu or not, they see themselves as a reality and gaining more and more space within the Portuguese language itself, no longer as a deviation, however, as an independent phenomenon within the Portuguese language. Based on linguistic postulates already formulated, even leaving aside popular and other varieties, such as dialects and restricting ourselves to the norm, the dimension and nature of the registered phenomena, with emphasis on monophthongization, point to the irreversible consolidation of a norm Angolan language from Portuguese, different from that of European Portuguese and Brazilian Portuguese</p> Celestino Domingos Katala, João Domingos Pedro Copyright (c) 2022 NJINGA e SEPÉ: Revista Internacional de Culturas, Línguas Africanas e Brasileiras http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unilab.edu.br/index.php/njingaesape/article/view/989 Mon, 03 Oct 2022 00:00:00 -0300 33.O papel da religião no desenvolvimento do empreendedorismo em Moçambique https://revistas.unilab.edu.br/index.php/njingaesape/article/view/1074 <p>Este artigo reflecte sobre o papel e influência dos valores definidos pelas religiões mais predominantes de Moçambique no empreendedorismo. Uma questão foi definida para a problematização do tema, nomeadamente, de que forma os valores defendidos pelas religiões do cristianismo, islamismo e hinduísmo influenciam na decisão das pessoas se tornarem empreendedoras em Moçambique? Deste modo, recorreu-se a uma metodologia qualitativa que consistiu na operacionalização duma pesquisa bibliográfica, pesquisa documental e entrevistas exploratórias destinadas aos líderes religiosos. Assim, chegou-se a conclusão de que o cristianismo, islamismo e hinduísmo tem um papel preponderante no desenvolvimento do empreendedorismo, através da promoção dos valores da justiça e equidade, que são comuns nestas religiões, moldando a decisão empreendedora, o relacionamento com clientes, funcionários, investidores e fornecedores, cujos fundamentos de base são os livros sagrados da Bíblia, Alcorão e Bhagavad-Gita.</p> <p>***</p> <p>&nbsp;<strong>Pa Malowe Ganandhi (ciyao):&nbsp;</strong>Awu n’nango wachibuku wukusala ngani ja udindo wasikuete Dini siakupicanica&nbsp;n’nope&nbsp;ku Mozambique&nbsp;kumbadi&nbsp;jamassengo gagueni. Chiwuzio chachikuika mujelengani chicuti: Utengachi wukuika mudini jachikatodika, mudini jachissilamu ni mudini jachi indu&nbsp;vakupeleka&nbsp;machidi&nbsp; kumassengo gagueni ku Mozambique? Kumbadi jalakwejo, ngatendegue massengo gakusossa sossa ngani jalakwejo m’mabuku gakulekangana lekangana, nambo soni nikuonegana nachimilongola wadini vakuapikanichisia ngani jalakwejo. Paujo pamassengo galakwego, yissimaniche yati, dini jachicatodika, dini jachissilamu ni dini&nbsp;jachi&nbsp;indu,&nbsp;zikwete&nbsp;udindo wapenani n’nope vakwadimbangania wandu wagueni kuti aweje wakutumichila chilungamo ni upikangani, yichindo yayikussimanika mudini ziosse, pakuwika wulamussi pagueni, nimpaka niwandu wakussumana, nimpaka niwandu wamassengo,niwandu wakujigala katundo, kutiochelaga muyitevo yabuku jakuchimbichika jabaibolo, jakurani, nibuku jadini jachi indu.</p> Domingos Carlos Batone Copyright (c) 2022 NJINGA e SEPÉ: Revista Internacional de Culturas, Línguas Africanas e Brasileiras http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unilab.edu.br/index.php/njingaesape/article/view/1074 Mon, 03 Oct 2022 00:00:00 -0300 34.Estrutura e Funcionalidade das Famílias de Baixa Renda no Contexto do Empreendedorismo e Educação Profissional das Mulheres Caso das Mulheres da Cooperativa de Crédito e Vendedeiras de Comida Confeccionada de Waresta na Cidade de Nampula https://revistas.unilab.edu.br/index.php/njingaesape/article/view/1025 <p>Este artigo analisa a estrutura e a funcionalidade das famílias de baixa renda no âmbito da prática empreendedora e educação profissional das mulheres, particularmente na cidade de Nampula. A pobreza e a fraca empregabilidade estimula o exercício do empreendedorismo pelas mulheres, que veem o trabalho fora de casa como forma de ganhar dinheiro, renda e vínculo de novas relações sociais e emancipatórias. O estudo é exploratório, usa método do estudo de caso, segue o paradigma qualitativo e tipologia filosófica fenomenológica-interpretativa. Participaram da entrevista semi-estruturada seis mulheres, das quais três duma cooperativa de crédito, que se beneficiavam da poupança e empréstimo e três do mercado grossista de Waresta com barracas protegidas no local. Notamos que as famílias possuem a disfunção leve entretanto, valoriza-se a mulher como transformadora social da família e sociedade, que retraimento no desempenho familiar deve-se ao débil desenvolvimento socioeconômico. Ao nível estrutural verifica-se coesão e melhorias de vida, erguem casas resilientes, usam tecnologias (celulares e energia), pagam escola e saúde, graças ao empreendedorismo.</p> <p>***</p> <p><strong>Mavukulo: </strong>Epaphelo ela enwehaweha makhalelo ni mavarelo okhaliherya wamusi a muhakhu vakhanene muhina wa wasasa opwanhya woreriha ni wuphuwela sana, ni olela wa muteko wa athiyana, mu epooma ya Wamphula. Emasikhini ni othowa ophwanyiha muteko, onnaliphiyera ovara muteko wowasasa wa nakoso vamutthuru mmansawe eriyari ya athiyana, anona ovara muteko ota wa vathe, ehuhu woxintta musurukhu, muhaku ni wasuwela atthu ni makhalelo makhina ni otaphuwa. Osomanno thi wowehaweha muhina wa osoma wetthu emosa wohkumelela, ni thi wolemeliha, ni entthara mukhano wa otaphulela-yowiraneha. Mwa wokoha ni maphankelo vakhanene, Nalavulin'he athiyana athanu ni emosa, araru ecoperativa enoliha musuruku, ni araru a epasari enopoliha ya Waresta, okhalana iparaka sowaakiherya vanipuroni. Nowoona wira omusi wokhalana ohikhaliherya woveya veya, mana omuttttimiha muthiyana anthoko mureriha oteka makhalelo emutthu omusi ni atthu ammuttetteni, ni owiisoovelela mavarelo okhaliherya wa omusi, maana wohikhalana mirerelo ni muhako, maana wokhalana emasikhini. Muhina wa makhalelo, nowoona wira annororomelana, ni annareriha ekhumiya, annateka inupasaya solipa, annakhalana ikharuma sowerya ni sa masuwelo (mankesi ni arame ohikhala mukhoi), annalivera anamuanaya wosomani oxicola ni ekhumi, mwaha wowasasa wa nakoso.</p> Calisto Ângelo Tevere Copyright (c) 2022 NJINGA e SEPÉ: Revista Internacional de Culturas, Línguas Africanas e Brasileiras http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unilab.edu.br/index.php/njingaesape/article/view/1025 Mon, 03 Oct 2022 00:00:00 -0300 35.O exercício da accountability democrática no contexto da governação local em Moçambique https://revistas.unilab.edu.br/index.php/njingaesape/article/view/1076 <p>A institucionalização da democracia na década de 90, acompanhada pelo processo da descentralização (criação de governos locais democráticos) em Moçambique, é um fenômeno recente e não profundamente explorado. Foi neste sentido que, partindo de pressupostos teóricos de que a governação local democrática aumenta a <em>accountability</em> do governo local, a transparência e receptividade, desenvolveu-se este estudo com o propósito de saber se para o caso de Moçambique a descentralização está ou não a permitir uma maior <em>accountability</em> entre os governos locais e a população local. O artigo baseou-se na revisão bibliográfica, análise documental e aplicação de entrevistas. Os resultados da pesquisa mostram que para o caso moçambicano a descentralização ainda não permite um maior exercício da <em>accountability </em>entre os governos municipais e os munícipes, visto que ainda se verificam muitas fragilidades tanto na capacidade de resposta por parte do governo municipal assim como na capacidade de punição/recompensa por parte dos munícipes. Havendo ainda muitos aspectos por serem melhorados para que haja um exercício efectivo da <em>accountability</em>, com mais destaque para o melhoramento do relacionamento entre os órgãos municipais e os munícipes.</p> Bernardino Essau Bilério Copyright (c) 2022 NJINGA e SEPÉ: Revista Internacional de Culturas, Línguas Africanas e Brasileiras http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unilab.edu.br/index.php/njingaesape/article/view/1076 Mon, 03 Oct 2022 00:00:00 -0300 36.Os khoisan de angola perante os desafios do panorama actual: a integração sócio-político e económico dos povos kwedi e !kung (khoisan) do Cunene https://revistas.unilab.edu.br/index.php/njingaesape/article/view/984 <p>Os !Kung e Kwedi de Angola são variedades do grupo etnolinguístico Khoisan, que habitam quase toda região da África Austral, onde são considerados como os primeiros habitantes da África e do planeta terra. Apesar disso, enfrentam dificuldades que ameaçam a sua existência antropológica, com um dos elementos ameaçadores a ser, sem dúvida, o processo de integração socioeconômica e política à comunidade bantu. O presente texto procura descrever este processo de integração que os Kwedi e !Kung do Cunene (Angola) enfrentam, a partir de um trabalho de campo realizado em Oshimolo, Município do Cuanhama, com o propósito de compreender o referido processo e o seu contributo para o desenvolvimento multidimensional dos !Kung e Kwedi. A questão de investigação é questiona quais os desafios sociopolíticos e económicos que devem ser desenvolvidos para uma maior promoção da integração sociopolítica e económica do grupo etnolinguístico khoisan em Angola. Metodologicamente, este trabalho está a ser desenvolvido em três momentos distintos: estudos bibliográficos, inquéritos por entrevistas e observação participativa, seguida de aplicação do método histórico”, consistindo na recolha, crítica, interpretação e confrontação dos testemunhos a fim de comprovar a fiabilidade e a veracidade dos mesmos sobre os acontecimentos históricos para respondermos com exatidão possível à questão de investigação.</p> <p>***</p> <p><strong>Oshikwanyama/Shaxupipika/exupipiko:</strong> Ovakung nOvakwedi vo moAngola ovo enyapilaka dongudu yOvakwanghala, velihanena Afilika lOkolukadi alishe, omu va udikako ngo vakalimo votete vAfilika "novambada yedu". Kakele nee kaasho, ota va momo oixuna tai halula eshitounhu lavo, osho shimwe shomo mwakwatya taa halula oshili sha ninga oshimbide, pehena nande eemata, osho nee oshilalakanenwa sho ku va eta pondodo youkwashiwana pamaliko nopaukwapolitika mongudu. Oukwa paife ota u kongo opo unyanyangide etopopepi lOvakwedi nOvakung vo moKunene (Angola) eekendabalo, loshilongwa sha ningwa momapekapeko novanhu mOshimolo, Oshitunda shAukwanyama, nelalakano lokuudako etopopepi latumbulwa neyambidido lavo mehumokomesho mu ihapu nai hapu yOvakung nOvakwedi. E pulo komapekapeko ole li: omashongo elipi oukwashiwana oukwapolitika nomaliko, a pumbwa oku humifwa komesho opo exwaxwameko linene lokweta popepi paukwashiwana nopaukwapolitika nomaliko ongudulaka yovakwanghala moAngola? Palandulafano omapekapeko oilonga ei, okuli taa mingwa pa e ndodo natu da yooloka: e nongelo lomishangwa, omapekapeko oku pula omunhu nomunhu, sheli kolelela kelandulafano londjokonona”, shakolelela ko ku pwilikina nawa, oku tamananifa, oku fatulula noku faafanifa omaundobwedi opo opo tu kwa shilipaleke elineekelo noukwashili weendjokonona opo tu nyamukule nouladi wawanena komapulo omapekapeko etu.</p> Leonardo Tuyenikumwe Pedro, Paulino Luís Mussili Copyright (c) 2022 NJINGA e SEPÉ: Revista Internacional de Culturas, Línguas Africanas e Brasileiras http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unilab.edu.br/index.php/njingaesape/article/view/984 Mon, 03 Oct 2022 00:00:00 -0300 37.Gestão de recursos humanos: uma abordagem sobre o contributo da remuneração na motivação dos colaboradores nas organizações https://revistas.unilab.edu.br/index.php/njingaesape/article/view/1052 <p>É justo pensar que remuneração por si ó não representa a totalidade dos fatores de motivação e satisfação necessárias para manter o trabalhador comprometido com a sua função, compromisso profissionais, fidelidade e níveis de produção desejadas para o crescimento de uma organização, sem ignorar outras fontes de motivação. Contudo, não devemos ficar indiferentes que nos dias atuais a remuneração básica representa uma poderosa fonte de aquisição de diferentes bens, com isso não devemos ignorar o poder que a remuneração representa na relação laboral estabelecida entre a organização e os trabalhadores. Nem toda a organização dispõe de igual capacidade financeira para introduzir na sua política de remuneração outras formas de benefícios. Com isso deve adotar outras práticas de remuneração que sejam menos onerosas. O presente trabalho de natureza bibliográfica, foi realizado com base em consultadas e revisão de várias fontes literárias que abordam de forma sistemática sobre o papel da remuneração nas organizações. Sua função enquanto fator de motivação. Um dos objetivos com a realização deste artigo é conscientizar os gestores de RH, administradores, gerentes a postura que devem adotar em suas práticas de administração de remuneração nas organizações afim de garantir uma justiça e equidade na prática de administração de salários e outras remunerações de modo que possam contribuir para motivação dos seus empregados e cumprimentos dos objetivos, quer individuais, quer organizacionais. Com base nas revisões realizadas concluísse que a remuneração não é a única forma de motivação, ela perfaz uma das partes de fatores de motivação que as organizações podem adotar na sua política de gestão de Recursos Humanos.</p> <p>***</p> <p><strong>Okufingqiwe (Lingua Zulu): </strong>Kuwubulungiswa ukucabanga ukuthi inkokhelo iyodwa ayimeli ingqikithi yezici zokugqugquzela nokwaneliseka okudingekayo ukuze kugcinwe isisebenzi sizinikele emsebenzini waso, ukuzibophezela kochwepheshe, ukwethembeka namazinga okukhiqiza afiswayo okukhula kwenhlangano, ngaphandle kokuziba. abanye imithombo yokugqugquzela. Kodwa-ke, akufanele singabi nandaba neqiniso lokuthi, namuhla, iholo eliyisisekelo limelela umthombo onamandla wokutholwa kwempahla ehlukene, ngakho akufanele siwashaye indiva amandla amele iholo ebuhlotsheni bomsebenzi obusungulwe phakathi kwenhlangano nabasebenzi. Akuzona zonke izinhlangano ezinekhono elifanayo lezezimali lokwethula ezinye izinhlobo zezinzuzo kunqubomgomo yayo yokuholela. Ngalokhu, kufanele isebenzise ezinye izindlela zokukhokhela ezingakhandi kakhulu. Umsebenzi wamanje wemvelo yezincwadi wenziwa ngokusekelwe ekubonisaneni nasekubuyekezweni kwemithombo yemibhalo eminingana ebhekelela ngokuhlelekile indima yamaholo ezinhlanganweni. Umsebenzi wayo njengento ekhuthazayo. Enye yezinhloso ngokufezekiswa kwalesi sihloko ukwenza abaphathi bakwa-HR, abaphathi, abaphathi bazi ngesimo okufanele basithathe emisebenzini yabo yokuphatha amaholo ezinhlanganweni ukuze kuqinisekiswe ubulungiswa kanye nokulingana ekuphathweni kwamaholo kanye. amanye amaholo ngendlela engaba neqhaza ekugqugquzeleni abasebenzi bayo nasekugcwalisekeni kwezinjongo, umuntu ngamunye kanye nenhlangano. Ngokusekelwe ekubuyekezweni okwenziwayo, kwafinyelelwa esiphethweni sokuthi inkokhelo akuyona yodwa indlela yokugqugquzela, yenza enye yezingxenye zezinto ezikhuthazayo izinhlangano ezingazisebenzisa kunqubomgomo yazo yokuphathwa kweMithombo Yabantu.</p> Jorge Manuel Xavier Do Couto Copyright (c) 2022 NJINGA e SEPÉ: Revista Internacional de Culturas, Línguas Africanas e Brasileiras http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unilab.edu.br/index.php/njingaesape/article/view/1052 Mon, 03 Oct 2022 00:00:00 -0300 38.Prática da mendicidade, fatores e implicações psicológicas em idosos: Caso de estudo na Província de Sofala - Beira https://revistas.unilab.edu.br/index.php/njingaesape/article/view/1024 <p>O presente estudo teve como objetivo conhecer os fatores que motivam os idosos a praticarem a mendicidade na cidade da Beira. A mendicidade não é um fenômeno novo; existe desde tempos remotos, mas não em tão grande percentagem como aquela a que se assiste atualmente. Nota-se nas cidades moçambicanas maior fluxo de mendigos à procura de sustento, com maior probabilidade de todos riscos de perigo de acidente de viação, desgaste físico e psicológico, desvalorização da dignidade humana, consumo de drogas, de tal forma que perturba a economia e o sossego psicológico e moral das pessoas. Portanto, para entender melhor este problema, foram estabelecidos os seguintes objetivos específicos: identificar os fatores psicológicos, econômicos, socioculturais e políticos que estão relacionados com a prática da mendicidade na cidade da Beira; descrever as implicações psicológicas em idosos; descrever as políticas e ações adotadas pelas instituições do Estado e pela Sociedade Civil sobre a mendicidade e propor medidas que possibilitem o governo, instituições sociais e pessoas interessadas a reduzir a mendicidade na cidade da Beira. A metodologia utilizada para a realização do estudo é qualitativa ou fenomenológica e interpretativa. Para consubstanciar o estudo em causa, também se procedeu à pesquisa bibliográfica, que foi realizada a partir do material já publicado na <em>internet</em>, e baseada na análise da literatura que foca a temática em destaque, apoiada nas contribuições de vários autores e algumas observações da realidade. As técnicas de recolha de dados foram as seguintes: pesquisa bibliográfica documental; entrevista semi-estruturada; questionário e observação, direta não participante; Google para elaboração de alguns mapas sobre os locais de maior fluxo de concentração dos mendigos. Os dados levaram a concluir que os idosos praticam a mendicidade devido aos fatores psicológicos, econômicos, socioculturais e políticos.</p> <p>***</p> <p><strong>Chigwagwa(cimanyika): </strong>Ongororo yazvino ine chinangwa chekuziva zvinhu zvinokurudzira vakwegura kuti vadzidze kupemha muguta reBeira. Kupemha hachisi chinhu chitsva, kubvira kare, chakagara chiripo, asi kwete muchikamu chikuru sezvatiri kuona iye zvino, zvinozivikanwa mumaguta eMozambique, kuyerera kukuru kwevapemhi vachitsvaga chekurarama nacho, paine mukana mukuru wengozi ne tsona yemotikari, kuneta kwemuviri nepfungwa, kuderedzwa kwechiremera chemunhu, kushandiswa kwezvinodhaka uye kukanganisa hupfumi uye rugare rwepfungwa netsika dzevanhu. Nokudaro, kuti unzwisise zviri nani dambudziko iri, zvinotevera zvinangwa zvakananga zvakasimbiswa: kuziva nyaya dzepfungwa, dzehupfumi, dzemagariro evanhu uye dzezvematongerwo enyika dzine chokuita netsika yekupemha muguta reBeira; kutsanangura zvinorehwa nepfungwa muvakwegura; kutsanangura marongero uye zviito zvakatorwa nemasangano ehurumende uye masangano eruzhinji pakupemha uye kuronga matanho anogonesa hurumende, masangano emagariro uye vanhu vanofarira kuderedza kupemha muguta reBeira. Nzira yakashandiswa kuita chidzidzo ndeyemhando kana kuti kutsanangurwa kwe nyaya uye inodudzira. Kuitira kusimbisa chidzidzo chiri mubvunzo, tsvakiridzo yemabhuku yakaitwa zvakare, iyo yakaitwa kubva muzvinyorwa zvakatoburitswa padandemutande, zvichibva pakuongororwa kwezvinyorwa zvinodudza dingindira rakajekeswa, iro raibva pazvipo zve. vanyori vakati wandei uye kumwe kucherechedzwa kwechokwadi. Maitiro ekuunganidza masoko: kutsaka masoko mumaphepha no mabhuku, kubvunzurudza, bvundziso, cherechedza rakananga uye Google yekutsanangudza dzimwe nzvimbo dzine huwandu hukuru hwevapemhi. Mhinduro dzatitora tipedzese kuti vakwegura vanoita vachipemha nekuda kwenyaya dzepfungwa, dzehupfumi, dzemagariro evanhu uye zvematongerwo enyika.</p> Lurdes João Jeque Vasco Copyright (c) 2022 NJINGA e SEPÉ: Revista Internacional de Culturas, Línguas Africanas e Brasileiras http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unilab.edu.br/index.php/njingaesape/article/view/1024 Mon, 03 Oct 2022 00:00:00 -0300 39.Análise dos fatores de atropelamentos no Distrito Municipal KaMubukwane: caso da Avenida de Moçambique: 2015 – 2019 https://revistas.unilab.edu.br/index.php/njingaesape/article/view/994 <p>O presente artigo, de pressupostos metodológicos qualitativo-quantitativo, examina os factores de atropelamentos no período entre 2015 e 2019, recorrendo à combinação das abordagens explicativo-descritiva. O estudo resulta de três técnicas: Inquérito por questionário, Entrevistas e Análise documental. Os seus resultados mostram que a Avenida de Moçambique como sendo a que maior índice de atropelamentos agrega com cerca de 53,33% dos casos registados, enquanto os restantes 46,67% tiveram lugar em outras vias do mesmo Distrito Municipal KaMubukwane. Os resultados apontam, ainda, que os condutores do sexo masculino, na faixa etária dos 18 a 29 anos, são os que mais se envolvem em atropelamentos, incluídos outros tipos de acidentes de viação, na proporção de 83,13%, seguidos de transportes semi-colectivos de passageiros na ordem de 66,26%, donde 63,86% são jovens. Outros factores, influenciadores dos atropelamentos, estão aliados à fraca fiscalização do estado técnico de veículos com 43,37%, à degradação das vias com 45,78%, associados ao desconhecimento das regras de trânsito pelos utentes das vias de comunicação. O estado das vias, além de influenciar na má circulação de pessoas e bens, são descritas pelos seus utentes de assassinas dos peões e danificadores de veículos, tendo como seu principal promotor o homem, por ser o responsável por cerca de 90% dos sinistros viais. Para minimizar as infracções de trânsito, sugere-se a adopção de uma caderneta do condutor. Sendo que, o condutor que não dispor dela, ser-lhe-ia retirada a carta de condução até a sua apresentação às entidades competentes; criar-se uma equipa da Polícia de Trânsito dotada de meios circulantes descarectrizados para surpreender os condutores que infringem as regras de trânsito.</p> <p>***</p> <p>Nitrho lowu, woseketaliwa hi mayencelo ya wuvulavuli ni tinhlayo, wupompola svivangelo sva wuchayisi hi mimovha ka malembe ya kusukela 2015 kuyafika 2019, nhakutirhisiwa ntlhamuselo ni wunavalati. Kutirhisiwe maqhinga manharhu: Wuvutisi hi phepha, wuvutisi hi mombo na mombo ni wuxopaxopi la mabuku. Loku kucuvukiwile, kukumeke lesvaku xitaratu lexi xikulu xi tivekaku Avenida de Musambiki hixona xikumekaka nha xine ntsengo wa wukulu hi mayelanu ni wugadli la vanhu ufikaka 53,3 wa ti persenti kambe ti persenti tinwani 46,67% tikomba wugadli ka svinwani svitaratu sva le xipfundzeni ka Mubukwani. Futsi, svinwani kukumeke svaku vafambisi va mimovha va rhambu la xinuna yakusukela 18 kuyafika 29 wa malembe hivona vangani ntsengo wakutlakuka hi tlhelo la wugadli kupatsa ni wugadli linwani lomu ka 83,13 wa tipersenti, kulandzelela vatleketli va vanhu ntsengo wa kone ufambela ka 66,26 wa tipersenti laha 63,86 wa tipersenti inga majaha ni titombhi. Svinwani svivangelo svile ka kukala ka wuvoneleli hi mayelanu ya matshamelu la movha ka ntsengo wa 43,3 wa tipersenti, wuwonheki ka xitaratu 45,78 wa tipersenti, ni kukala ka kutiva nawu wa mafambela kumbe matsemakanyela ka lava va fambaka xitaratwini. Matshamela ya svitaratu, handle ka kukarhatisa mafambela, mabaliwa kuva ali wona mavangaka tinghozi ni wuwonheteli la mimovha, kambe lweyi ngopfu-ngopfu alumbetiwaka mudlayi i munhu hikusa tinghozi tinyingi tivangiwa hi yena inga nsengo wa 90 wa tipersenti. Akuyampsvisa kuphoqa minawu ya xitaratu, ku nimavonela ya kuveka xipasani xa mufambisi wa mimovha, svaku loku mufambisi angalinaxona xipasana asvifanela akuasuseliwa layisense la yena athlela akombekisiwa ka wurhangeli lofambelana ni wufambisi, nikuva kuveni ntlawa wa maphoyisa ufambaka hi wunyami-nyami nha wungana timpahla leti tikombisaka wuphoyisa akuza vatakuma lava vokala kulandzelela minawu ya xitaratu.</p> Rodrigues Nhiuane Cumbane, Abílio José Mapilele Copyright (c) 2022 NJINGA e SEPÉ: Revista Internacional de Culturas, Línguas Africanas e Brasileiras http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unilab.edu.br/index.php/njingaesape/article/view/994 Mon, 03 Oct 2022 00:00:00 -0300 40.Analisando a cultura e as línguas africanas, a partir da Costa da Mina até a formação da identidade brasileira https://revistas.unilab.edu.br/index.php/njingaesape/article/view/1045 <p>Refletir sobre uma educação de qualidade no Brasil não basta ter bons manuais e escolas apetrechadas sem que haja conteúdos que “libertem” a mente do eurocentrismo. A Lei Federal nº 10.639/2003 trouxe uma boa contribuição, mas é necessário reconhecer historicamente, a Bahia que recebeu influências fortes das tradições africanas vindas de Costa Mina. A pesquisa visa analisar a situação das línguas e das culturas e sua relação com a educação brasileira. Explicam-se os contextos da formação do povo brasileiro e depois estabelece as relações entre língua, a cultura e a educação visando combater o preconceito e oferecer caminhos para uma educação formal que não se distancie da história e das línguas africanas porque elas carregam a cultura. Metodologicamente, desenvolvemos uma pesquisa bibliográfica que busca discutir fenômenos e teorias por meio de uma análise qualitativa. Da pesquisa se conclui que a formação do Brasil se deve em grande parte da contribuição dos povos da Costa de Mina. É importante buscar as línguas e as culturas desses povos para compreender como é a nossa cultura. Há que valorizar a Lei nº 10639/2003 e a introdução de uma pedagogia culturalmente sensível que não valoriza apenas a cultura hegemônica do aluno, mas também a história e as tradições dos povos africanos.</p> <p>***</p> <p>Reflecting on quality education in Brazil is not enough to have good manuals and schools equipped without content that “frees” the mind from Eurocentrism. The federal Law nº 10.639/2003 made a good contribution, but it is necessary to recognize historically, Bahia that received strong influences from African traditions coming from Costa Mina. The research aims to analyze the situation of languages ​​and cultures and their relationship with Brazilian education. The contexts of the formation of the Brazilian people are explained and then it establishes the relations between language, culture and education in order to combat prejudice and offer ways for a formal education that is not distant from African history and languages ​​because they carry culture. Methodologically, we have a bibliography that seeks to discuss phenomena and theories through a qualitative analysis. The research concludes that the formation of Brazil is due to the contribution of the peoples of the Costa de Mina. It is important to seek out the languages ​​and cultures of these peoples in order to understand what our culture is like. Law 10639/2003 must be valued and the introduction of a culturally sensitive pedagogy values ​​not only the student's culture, but also the history and traditions of the African peoples.</p> Silvana da Silva Santana de Almeida, Alexandre António Timbane Copyright (c) 2022 NJINGA e SEPÉ: Revista Internacional de Culturas, Línguas Africanas e Brasileiras http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unilab.edu.br/index.php/njingaesape/article/view/1045 Mon, 03 Oct 2022 00:00:00 -0300 27.Um exemplo de exploração de uma narrativa de expressão oral: Caso de Ukama igasva, unodzadziswa ngo zviyito (a irmandade é metade, completa-se com os actos) https://revistas.unilab.edu.br/index.php/njingaesape/article/view/979 <p><strong>Susunho ro fundo ro ngano </strong></p> <p>Patsamba iyi tinoda kuyita rubatanidzo rwo magwarakwatiso no kusendzesa magama ari mukati mo ngano dzinorewha ngo muromo basi no kusendzeswa ko magamewo pangano imwe nga imwe. Ngopamusana po zvitarwha izvi, atidi kumutsa magumgano makuru anoreya ngo ruziyo rwukuru rwunoreya ngo mayizirwe o ngano no mafundirwe wadzo, asi tinoda kujekeserwawo&nbsp; mundzero no kusendzesa masoko makuru anoreya ngo zvazvo kuyitira kuti tibatanidze no kupangidzira mapangire anoyita ngano mukugara ko ana o Afirika, kamarekamare o Mosambiki no ndima dzimweniwo dzo pasi dzinomusambo wo kusendzesa ngano mukupangana. Ngo kuwona kumweni ngo pamusana po basa iri, tinoda kupangidza rimwe ro mabasa rakakosha ro ngano mukupanga no kutowa ndzero dzo munhu kuti ayite mugari wo munyika wakanaka. Ngano idzi ipfuti dzinosendzeswa mumagirawundi o kurwisana anodayindzwa ndzero, pasina kusendzesa simba ro mwiri.</p> <p><strong>Resumo </strong></p> <p>Neste texto pretende-se fazer uma ligação entre os conceitos da narrativa de expressão oral e a sua função numa narrativa de expressão oral concreta. Não se quer abrir um debate sobre as grandes teorias que enrola o mundo da literatura no geral, mas sim, se pretende por um lado, inspirar-se e fazer uso dos conceitos gerais e abordagens científicas para sustentar a demonstração e exploração de uma narrativa de expressão oral, escrita numa das línguas bantu de Moçambique. Pretende-se, por outro lado, mostrar um dos papéis importantes destas narrativas no alinhamento da mente do homem como um cidadão&nbsp;sem fazer o uso da força física. Elas são “armas” usadas na arena que se chama mente.</p> Joaquim João Razão, Osvaldo Das Neves Copyright (c) 2022 NJINGA e SEPÉ: Revista Internacional de Culturas, Línguas Africanas e Brasileiras http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unilab.edu.br/index.php/njingaesape/article/view/979 Mon, 03 Oct 2022 00:00:00 -0300 28.A literatura afro-brasileira em sala de aula: caminhos para o incentivo da leitura e da história e da cultura https://revistas.unilab.edu.br/index.php/njingaesape/article/view/1071 <p>A literatura africana e afro-brasileira é uma ferramenta importante na formação do homem crítico. O ensino médio é o espaço mais adequado para a exploração do potencial do conteúdo textual, a fim de construir identidades livres de preconceito e de discriminação. A pesquisa tem como objetivo debater a relevância da literatura afro-brasileira e africana na construção de identidades críticas e inconformadas com as desigualdades. A pesquisa é de caráter bibliográfico uma vez que a partir de diversas leituras bibliográficas explica os processos de escravização, analisa as práticas racistas em obras e propõe caminhos para um ensino literário que inclui ao invés de segregar brasileiros. A pesquisa se fundamenta na Lei nº 10.639/2003, e Lei nº 7.716/1989, articuladas com revisão bibliográfica de Souza &amp; Lima (2006), Cuti (2011), Albuquerque e Filho (2006), Cadernos Negros (2015), entre outros. Da pesquisa se conclui que há necessidade do professor de literatura aproveitar as diversas obras literárias de temática racista e preconceito com relação ao povo negro para usá-las como instrumento do ensino da História e da Cultura Afro-Brasileira e africana. Conclui-se que se deve promover debates entre os alunos do ensino médio para que não façam ENEM apenas, mas também sejam cidadãos de respeito e respeitados pela sociedade e sem discriminação de qualquer tipo, lutando para uma sociedade mais humana.</p> Ana Lúcia dos Santos Copyright (c) 2022 NJINGA e SEPÉ: Revista Internacional de Culturas, Línguas Africanas e Brasileiras http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unilab.edu.br/index.php/njingaesape/article/view/1071 Mon, 03 Oct 2022 00:00:00 -0300 29.A “África da cabeça aos pés”: a resistência da mulher moçambicana na obra de Noémia de Sousa https://revistas.unilab.edu.br/index.php/njingaesape/article/view/1072 <p>O presente trabalho busca analisar os poemas da obra <em>Sangue Negro</em> (2016), da escritora moçambicana Carolina Noémia Abranches de Sousa (Noémia de Sousa -1926-2002)<em>. </em>O que se propõe nessa pesquisa é que se faça reflexões sobre a resistência da mulher moçambicana na obra de Noémia de Sousa, considerando a importância de seus escritos como uma forma de identificar o olhar feminino diante da realidade colonial. Pode-se perceber a importância de se pesquisar sobre a resistência da mulher moçambicana na obra de Noémia de Sousa, uma vez que sua poesia traz esse olhar feminino e espírito combatente, servindo de inspirações para muitos escritores. O objetivo central é entender os elementos de uma escrita nacionalista e de libertação, identificando traços da resistência da mulher moçambicana, assim como também tecer considerações sobre o contexto histórico da época. Entender o forte sentimento de nacionalidade de seus escritos, nos faz perceber um olhar diferenciado (olhar feminino) diante da realidade opressora tão presente no período de colonização em Moçambique. A pesquisa refere-se a um estudo teórico e de revisão bibliográfica da obra <em>Sangue Negro</em> (2016), de Noémia de Sousa. Noémia de Sousa, nesse sentido, sendo “África de cabeça aos pés”, nos faz perceber o quanto seus escritos nos proporcionam um grande sentimento de nacionalidade e importante referência sobre a força da mulher moçambicana.</p> Sales Gama da Silva Copyright (c) 2022 NJINGA e SEPÉ: Revista Internacional de Culturas, Línguas Africanas e Brasileiras http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unilab.edu.br/index.php/njingaesape/article/view/1072 Mon, 03 Oct 2022 00:00:00 -0300 30.Poesia e violência revolucionária no contexto da luta armada de libertação nacional angolana (1961-1974) https://revistas.unilab.edu.br/index.php/njingaesape/article/view/1073 <p>Assim como a maior parte das antigas colônias portuguesas em África, Angola obteve a sua independência após intestinas lutas anticoloniais. O presente artigo visa estudar a literatura angolana durante o período de lutas de libertação nacional, em especial a chamada literatura revolucionária expressa principalmente na poesia, com forte influência do pensamento marxista. O estudo é do tipo exploratório, descritivo, com abordagem qualitativa e propõe-se analisar, através de pesquisa bibliográfica, a presença da violência revolucionária, nas obras dos autores destacados no livro <em>Roteiro da literatura angolana</em>, de Carlos Ervedosa. Durante as lutas de libertação nacional, muitos autores engajaram-se no movimento revolucionário e trouxeram em seus escritos a violência como elemento estruturante de ruptura da ordem colonial e abertura de um horizonte emancipatório, onde todas as formas de opressão seriam subjugadas. Conclui-se que a literatura revolucionária, teve significativa importância na mobilização da população, na formação da identidade nacional angolana e nas lutas que ainda estavam por vir no pós-independência.</p> Jeferson Sousa Santos Copyright (c) 2022 NJINGA e SEPÉ: Revista Internacional de Culturas, Línguas Africanas e Brasileiras http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unilab.edu.br/index.php/njingaesape/article/view/1073 Mon, 03 Oct 2022 00:00:00 -0300 1.Ser professor: reflexão e análise sobre as propostas do plano estratégico do ensino superior moçambicano (2012-2020) https://revistas.unilab.edu.br/index.php/njingaesape/article/view/1018 <p>Esta pesquisa intitulada “ser professor – reflexão e análise sobre as propostas do plano estratégico do ensino superior moçambicano (2012-2020)”, pretende analisar, ao longo de uma década, qual o grau de cumprimento do plano estratégico do ensino superior (2012-2020), embora esta pesquisa alargue o período temporal ao ano de 2022. O campo de estudo foi uma Instituição de Ensino Superior (IES) em Moçambique. O documento referido, propunha uma evolução do grau académico para a formação de docentes, quer no acesso quer na continuidade de funções, no período compreendido entre o ano de 2012 e o ano de 2020. Relativamente ao marco teórico procurou-se aprofundar a temática, alicerçando a pesquisa bibliográfica em torno de documentos e autores de referência. Como opção metodológica elegeu-se uma metodologia quali-quantitativa, pelo que a recolha de dados se efectuou através de documentos institucionais que foram interpretados a partir de uma reflexão sustentada nos argumentos de diferentes autores. Ora, os resultados deste estudo demostram que, na instituição em estudo, a formação dos docentes foi sendo uma prioridade, registando-se uma redução do número de docentes licenciados (73%). Em 2012, os licenciados representavam a maioria (82,5%) e no ano 2022 registou-se uma percentagem altamente inferior (9,5%). De referir que a percentagem de mestres aumentou (60,7%), isto é, passou de 15% para 75,7%. Relativamente à percentagem de docentes com o grau de doutor, também, se registou um ligeiro aumento (12,3%) sendo que passou de 2,5 % para 14,8%. Assim, conclui-se que esta IES se preocupou e promoveu a formação docente e depreende-se, ainda, que esta aposta terá retorno na formação dos estudantes e no desenvolvimento do país, considerando que se assume que o professor do ensino superior tem um papel central, face aos padrões de qualidade das aprendizagens dos estudantes. Infere-se que estes profissionais, quanto mais qualificados maior será a possibilidade de contribuírem com os seus saberes e competências para a construção de uma sociedade moçambicana mais justa, solidária e democrática.</p> <p>***</p> <p>Tsvakurudzo iyi ine musoro unoti "kuva mudzidzisi – kufungisisa uye kuongorora pamusoro pezvikumbiro zvedzidzo yepamusoro-soro muMozambique panguva inosanganisira (2012-2020)", chinangwa chetsvakurudzo ndeche kuongorora, kuzadzikiswa kwechirongwa chedzidzo yepamusoro rinova dhigiri kwemakore gumi (2012-2020), kunyange zvazvo tsvakurudzo iyi yawedzerwa nguva kusvika kugore ra 2022. Neyo yedzidzo yaiva sangano redzidzo yepamusoro (HEI) muMozambique. Gwaro rambotaurwa rakakurudzira kushanduka kwedhigirii redzidzo yekudzidziswa kwevadzidzisi, zvese maererano nekuwana nekuenderera mberi kwemabasa, mukati menguva iri pakati pa2012 na2020. Panyaya yehurongwa hwedzidziso, kuedza kwakaitwa kudzamisa dingindira, zvichidzika ne tsvakurudzo yezvinyorwa yakatenderedza magwaro ereferenzi nevanyori. Sechisarudzo chenzira yekuita zvinhu, hukoshi-huwandu, nemaitirwo ezvinhu akasarudzwa, saka kuunganidza humbowo kwakaitwa kuburikidza nemagwaro emasangano akadudzirwa kubva pakufungisisa kwakasimba pane makakatanwa evanyori vakasiyana.Zvisinei zvakabuda muongororo iyi zvinoratidza kuti, muchikoro chiri kudzidziswa kwevadzidzisi kwaka kukosheswa, nekudzikira kwevadzidzisi vane (73%). Muna 2012, vakapedza kudzidza vakamiririra ruzhinji (82.5%) uye muna 2022 pakanga paine chikamu chakaderera zvikuru (9.5%). Zvinofanira kucherechedzwa kuti chikamu chemaster chakawedzera (60.7%), kureva, kubva pa15% kusvika ku75,7%. Panyaya yehuwandu hwemapurofesa ane dhigirii redoctorate, pakavawo nekuwedzera kudiki (12.3%) kubva pa2.5% kusvika 14,8%. Nokudaro, zvinogumiswa kuti HEI iyi yainetseka nekusimudzira kudzidziswa kwevadzidzisi uye zviri pachena zvakare kuti bheti iyi ichava nekudzoka mukudzidziswa kwevadzidzi uye mukusimudzira nyika, zvichifunga kuti zvinofungidzirwa kuti mudzidzisi wedzidzo yepamusoro. ine basa repakati, zvichipihwa maitiro emhando yekudzidza kwemudzidzi. Zvinofungidzirwa kuti nyanzvi idzi, kana vakanyanya kudzidzira, ndiko kukura kunoita mukana wekupa neruzivo uye nehunyanzvi hwavo mukuvakwa kwenharaunda yeMozambique ine udyire, yakabatana uye ine hutongi hwejekerere.</p> Nharongue David Araujo, Evangelina Bonifácio Copyright (c) 2022 NJINGA e SEPÉ: Revista Internacional de Culturas, Línguas Africanas e Brasileiras http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unilab.edu.br/index.php/njingaesape/article/view/1018 Mon, 03 Oct 2022 00:00:00 -0300 2.A evasão escolar versus as políticas e práticas educativas em escolas públicas de Santo Amaro (BA)-Brasil https://revistas.unilab.edu.br/index.php/njingaesape/article/view/1031 <p>A educação é o caminho certo para formação do homem e mulher livres da colonização ideológica. A escola e a família são cúmplices do fracasso dessas competências em jovens e adultos. A Educação de Jovens e Adultos foi criada para atender cidadãos que não puderam estudar em idade prevista. A pesquisa discute a evasão escolar e analisa políticas e práticas educativas que visam manter o aluno na escola. Utilizando o método bibliográfico se concluiu que o Brasil precisa empreender seus esforços na valorização da educação. Para isso é preciso envolver a sociedade, a escola e, sobretudo os políticos. É preciso formar o professor com qualidade para que seja o grande motivador dos jovens. É preciso diversificar as atividades na aula para que se possa atingir os diversos estilos de aprendizagem. </p> <p>***</p> <p><strong>I-Abstract(Isizulu)</strong>: Imfundo yindlela efanelekileyo yokuqeqesha amadoda kunye nabasetyhini ngaphandle kobukoloniyali beengcamango. Isikolo kunye nosapho babandakanyeka ekungaphumeleli kwezi zakhono kubantu abancinci nakubantu abadala. Ulutsha kunye neMfundo yaBadala yenzelwe ukunceda abemi abangakwazi ukufunda kwiminyaka elindelekileyo. Uphando luxoxa ngokuyeka isikolo kwaye luhlalutya imigaqo-nkqubo yezemfundo kunye nezenzo ezijolise ekugcineni umfundi esikolweni. Kusetyenziswa inkqubo yokubhalwa kweBhayibhile, kwagqitywa kwelokuba iBrazil ifanele yenze imigudu yayo yokuxabisa imfundo. Kule nto, kuyimfuneko ukubandakanya uluntu, isikolo kwaye, ngaphezu kwakho konke, abezopolitiko. Kuyimfuneko ukuqeqesha ootitshala ngomgangatho ukuze babe ngabakhuthazi ababalaseleyo bolutsha. Kuyimfuneko ukwenza imisebenzi eyahlukahlukeneyo kwigumbi lokufundela ukuze kufezekiswe iindlela ezahlukeneyo zokufunda.</p> Lucinea dos Santos Copyright (c) 2022 NJINGA e SEPÉ: Revista Internacional de Culturas, Línguas Africanas e Brasileiras http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unilab.edu.br/index.php/njingaesape/article/view/1031 Mon, 03 Oct 2022 00:00:00 -0300 3.A família e a escola na gestão das dificuldades de aprendizagem no ensino primário em Chimoio - Moçambique https://revistas.unilab.edu.br/index.php/njingaesape/article/view/1028 <p>O presente artigo têm como objeto de estudo, a família e a escola na gestão das dificuldades de aprendizagem de leitura, onde irá abordar sobre a importância da interação entre a escola e a família no processo pedagógico para uma educação de qualidade, irá também procurar descrever as formas de participação da família na escola, de modo a compreender o nível de assimilação dos conteúdos das duas crianças em estudo e analisá-las nas dificuldades vivenciadas pela gestão escolar no processo de ensino e aprendizagem. O estudo foi realizado com base em uma pesquisa bibliográfica, que será apresentada na fundamentação teórica, enfocando as ideias de diversos autores da área, visando à compreensão de questões fundamentais sobre as dificuldades de aprendizagem na leitura e, também foi realizado uma pesquisa de campo de caráter qualitativo tendo como instrumento de coleta de dados, entrevistas abertas que será destinada especialmente aos pais das crianças, aos professores da língua portuguesa e as duas crianças em estudo,buscando desta forma, informações acerca do tema em questão e também foi realizado o método de observação direta nas crianças em estudo por forma a analisarmos o comportamento geral das crianças. Em jeito de conclusão, pode-se afirmar que feitas as observações e entrevistas, foi possível perceber que os professores de língua portuguesa e no geral, a escola primária não estabelecem uma relação pedagógica com as duas crianças que apresentam a dificuldade de aprendizagem na leitura. E que as mesmas em estudo estão distantes e se sentem excluídos dos conteúdos e atividades propostas pelos professores em particular, o que indica que as atividades são preparadas tendo como parâmetro as crianças que têm mais facilidade em desenvolve-las.</p> <p>***</p> <p>Ichi chinyorwa chine sechinhu chayo chekudzidza, mhuri uye chikoro mukutonga kwekuverenga matambudziko ekudzidza, uko ichagadzirisa kukosha kwekudyidzana pakati pechikoro nemhuri muhurongwa hwekudzidzisa hwedzidzo yemhando yepamusoro, zvakare edza kutsanangura nzira idzo mhuri inobatanidzwa nadzo muchikoro, kuti unzwisise mwero wokufananidzwa kwezviri mukati mevana vaviri vari kudzidza uye kuvaongorora muzvinetso zvinowanwa navakuru vechikoro mumuitiro wokudzidzisa nokudzidza. Chidzidzo ichi chakaitwa zvichibva patsvakiridzo yebhaibheri, iyo ichaburitswa muhwaro hwedzidziso, ichitarisisa pfungwa dzevanyori vakati wandei munzvimbo iyi, ichivavarira kunzwisisa mibvunzo yakakosha pamusoro pekunetsekana kwekudzidza mukuverenga, uye tsvakiridzo yemumunda yehunhu hwehunhu, kuva semudziyo wekuunganidza data, kubvunzurudza kwakazaruka kunenge kwakanangana kunyanya kuvabereki vevana, vadzidzisi vemutauro wechiPutukezi nevana vaviri vari kudzidza, vachitsvaka nenzira iyi, ruzivo pamusoro pechidzidzo chiri mubvunzo uye nzira yekudzidza. kutariswa kwakananga muvana vari kudzidza kuitira kuongorora maitiro ese evana. Mukupedzisa, zvinogona kutaurwa kuti mushure mekucherechedza uye kubvunzurudza, zvaive zvichibvira kuona kuti vadzidzisi vemutauro wechiPutukezi uye, kazhinji, chikoro chepuraimari hachigadziri hukama hwekudzidzisa nevana vaviri vane matambudziko ekudzidza mukuverenga. Uye kuti iwowo ari kudzidza ari kure uye anonzwa kusabatanidzwa mune zviri mukati uye zviitiko zvinokurudzirwa nevadzidzisi kunyanya, izvo zvinoratidza kuti zviitwa zvakagadzirirwa kuve neparameter vana vangangozvivandudza.</p> <p> </p> Patricia Aunauyatile Cesário Akungondo, Lucinda Oliveira Paulino Copyright (c) 2022 NJINGA e SEPÉ: Revista Internacional de Culturas, Línguas Africanas e Brasileiras http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unilab.edu.br/index.php/njingaesape/article/view/1028 Mon, 03 Oct 2022 00:00:00 -0300 4.Ensino da língua portuguesa em Angola: uma análise nas propostas de atividade do livro didático de língua portuguesa da 10ª classe https://revistas.unilab.edu.br/index.php/njingaesape/article/view/1035 <p>O presente estudo objetivou-se analisar como são tratadas as regras gramaticais em contexto de variação linguística nas propostas de atividades do livro didático da língua portuguesa da 10ª classe do ensino secundário adotado em Angola. Desse modo, para darmos conta do objetivo pretendido, o aporte teórico usados foram os principais postulados dos autores: Timbane e Santana (2021), Zau (2011), Bagno (2007), Cabral (20005), Bernardo (2017), Undolo (2016), Santana (2022), Antunes (2014) nos quais abordam sobre o ensino da língua portuguesa em Angola e a variante angolana que é falada pelos cidadãos locais em região nacional. A pesquisa é de cunho qualitativo e documental por se tratar da análise da obra <em>Língua portuguesa 10ª classe</em> das autoras Olga Magalhães e Fernanda Costa (2012) no qual observamos quatro propostas de atividades a fim entender o tratamento da variação linguística. Portanto, os nossos resultados apontam que não existe nenhum tópico no manual didático que explica a respeito da variação linguística. Diante disso, constatou-se que o livro didático prioriza abordagem com base na gramática tradicional do português europeu e não leva em conta a realidade linguística dos alunos, sendo que o ensino de língua não deve ser pautado só em único viés, pois desse modo torna-se entrave para o processo de ensino e aprendizagem da língua portuguesa no país. </p> <p>***</p> <p><strong> </strong></p> <p><strong>Lunkufi</strong>: Mu nlonga nkanda yayi nsonga lekwa muna mona awei ba salanga ezi nsiku mya ndinga muna mambo za nsobanesa he ndinga mu nkanda za ndinga mputu za kalasi ya 10ª(kumi) kya malongi azole kya tulwa um nsi za ngola. muna vana he yindulo ya lekwa, vana senselo ansoka yau ba vangidi he nkanda kyaki: timbane e santana (2021), Zau (2011), Bagno (2007), Cabral (2005), Bernardo (2017), Undulo (2016), Santana (2022), Antunes (2014) muna ba vovele he mambo mya malongi za ndinga mputo um nsi za ngola e muna mambo mpila mu mpila za ngola yina ba vovanga kwa antu mya vata ye muna fulu za wonso za nsi za ngola. he mpava kyoko yina ye nfunu za mbote mpasi vo he nkanda zozo twikidi he mambo za nfunu kya ndinga mputo za kalasi ya 10ª (kumi) za Olga Magalhães ye Fernanda Costa (2012) muno tu mwene 4(ya) nsongo a ngindu mya salu mpasi vo twa bakisa he nsobanesa a ndinga. yi wawu he salu kyeto wizidi twika vo ke nkanda kyeto yina ye malongi zi vovanga he nsobenesa za ndinga ko. tu mwene vo he nkanda kyokyo vene he ntangu muna vova kaka mambo mi kotanga he nsiku alusantu mya mputu za nsi za mputo ye ka natanga ko he mambo za nludi za ndinga ya ba nlongoki, vo mu tanga he ndinga ba talanga kaka he ma mambu moxi ko, kansi nfwaninika he mpasi muna nlongoka he ndinga mputu mu nsi.</p> Pedro Kiuma Da Silva, Gislene Lima Carvalho Copyright (c) 2022 NJINGA e SEPÉ: Revista Internacional de Culturas, Línguas Africanas e Brasileiras http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unilab.edu.br/index.php/njingaesape/article/view/1035 Mon, 03 Oct 2022 00:00:00 -0300 5.Formação contínua no desempenho profissional de professores na Escola Primária do 1º e 2º grau, da cidade de Montepuez-Moçambique https://revistas.unilab.edu.br/index.php/njingaesape/article/view/1015 <p>O presente artigo é um estudo sobre a formação contínua no desempenho profissional do professor primário da escola de x na cidade de Montepuez. O estudo tem como Objetivo geral analisar o contributo da formação contínua no desempenho profissional do professor primário e apresenta os seguintes objetivos específicos: (i) identificar os conteúdos lecionados em formações contínuas de professores primários; (ii) caracterizar o tipo de competências adquiridas pelos professores primários em formações contínuas e (iii) descrever o contributo da formação contínua no desempenho profissional de professores primários. A realização do estudo afigura-se relevante, não só por reconhecermos a importância que a formação contínua impacta na vida profissional dos professores, mas também como a sua implementação objetiva contribuiria para suprir as dificuldades de índole didáctico-pedagógico que os professores da escola estudada revelam no seu dia-a-dia. No que diz respeito à metodologia, recorremos a uma abordagem qualitativa, de paradigma interpretativo e, quanto aos objetivos, optamos por uma pesquisa descritiva baseada no estudo de caso, na qual a entrevista semi-estruturada, análise documental e observação não participante constituem as principais técnicas. O estudo envolveu 8 professores primários e 2 gestores escolares, obedecendo ao critério não probabilístico de escolha dos participantes, i.e., a intencionalidade e a representatividade foram irrelevantes na escolha dos sujeitos da pesquisa. Os resultados indicaram a leitura, escrita e o cálculo/contagem de números, para além do estudo do método participativo, a planificação e simulação de aulas como os conteúdos privilegiados. Quanto às competências, destacamos o saber agir, a competência pedagógica, comunicativa e emocional. Quanto ao contributo, e em função das dificuldades existentes na escola estudada, os resultados apontaram que, para as formações em que muitos professores participam ou participaram, elas não contribuíram significativamente para o seu desempenho profissional.</p> <p>***</p> <p><strong>Chidule (cinyanja)</strong>: Nkhaniyi ndi kafukufuku wopitilira muyeso wa mphunzitsi wamkulu pasukulu ya x mumzinda wa Montepuez. Cholinga chachikulu cha phunziroli ndikuwunika momwe maphunziro amathandizira pakuchita bwino kwa aphunzitsi a pulayimale ndipo ali ndi zolinga izi: (i) kuzindikira zomwe zimaphunzitsidwa mu maphunziro apakati pa aphunzitsi a pulayimale; (ii) kufotokoza mtundu wa luso lomwe aphunzitsi a pulayimale amapeza mu maphunziro a ntchito ndi (iii) kufotokoza momwe maphunziro amathandizira pakuchita bwino kwa aphunzitsi a pulaimale. Kukwaniritsidwa kwa phunziroli kumawoneka koyenera, osati chifukwa chakuti tikuzindikira kufunikira kwa maphunziro osalekeza kumakhudza moyo waukadaulo wa aphunzitsi, komanso momwe kukhazikitsidwa kwake kungathandizire kuthana ndi zovuta za didactic-pedagogical zomwe aphunzitsi asukulu yophunziridwayo amawulula, m'moyo wanu watsiku ndi tsiku. Pankhani ya njira, tidagwiritsa ntchito njira yabwino, yokhala ndi malingaliro otanthauzira ndipo, pokhudzana ndi zolinga, tidasankha kafukufuku wofotokozera motengera phunzirolo, momwe kuyankhulana kwapang'onopang'ono, kusanthula zikalata ndi kuwonera osachita nawo gawo ndizo zikuluzikulu. njira. Phunziroli linaphatikizapo aphunzitsi a pulayimale a 8 ndi oyang'anira masukulu a 2, potsatira ndondomeko yosagwirizana ndi yosankha anthu omwe atenga nawo mbali, mwachitsanzo, zolinga ndi kuyimira zinali zosafunikira pakusankha maphunziro a kafukufuku. Zotsatira zinasonyeza kuwerenga, kulemba ndi kuwerengera / kuwerengera manambala, kuwonjezera pa kuphunzira kwa njira yochitira nawo mbali, kukonzekera ndi kuyerekezera makalasi monga zomwe zili ndi mwayi. Ponena za luso, tidawunikira kudziwa momwe tingachitire, kuphunzitsa, kulankhulana komanso luso lamalingaliro. Ponena za choperekacho, komanso malingana ndi zovuta zomwe zilipo m'sukulu yomwe adaphunzira, zotsatira zake zimasonyeza kuti, pa maphunziro omwe aphunzitsi ambiri adatenga nawo mbali kapena kutenga nawo mbali, sanathandizire kwambiri pa ntchito yawo yaukadaulo</p> Domingos Azarias Mindú, Jaime Álvaro Natércio Benedito Murambire Copyright (c) 2022 NJINGA e SEPÉ: Revista Internacional de Culturas, Línguas Africanas e Brasileiras http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unilab.edu.br/index.php/njingaesape/article/view/1015 Mon, 03 Oct 2022 00:00:00 -0300 6.A formação pedagógica dos professores no Ensino Superior na Universidade Lúrio, Curso de Licenciatura em Psicologia Clínica no Regime Pós-Laboral https://revistas.unilab.edu.br/index.php/njingaesape/article/view/1027 <p>Este estudo analisa a posição dos docentes do ensino superior face a necessidade de formação pedagógica e mais especificamente diferenças entre as posições dos docentes dos dois regimes de leccionação de cursos Pós-laboral na Universidade Lúrio. Com esse entendimento, procurar-se-á, neste ensaio académico, argumentar em favor da importância da formação pedagógica do professor universitário buscando subsídios na área da Educação para desenvolver os argumentos<strong>. </strong>O tipo de pesquisa foi qualitativa e quantitativa. Como instrumento de recolha de dados foram construídos questionários de perguntas semiabertas e fechadas, administrados e interpretados pela google drive. Este estudo fizeram parte do estudo 8 participante sendo um director pedagógico com uma entrevista e 7 questionários dirigidos aos docentes do curso de licenciatura em psicologia clínica, A análise de resultados permite concluir que os docentes da Universidade Lúrio, evidenciam uma receptividade à formação académica inferior ao legislado pelo Conselho Nacional para Avaliação de Qualidade (CNAQ) e pedagógica presumivelmente exíguo entre os docentes que não diferem em termos de necessidades de formação. Os resultados permitem traçar ainda um perfil para cada um dos grupos de docentes educados. Para a questão de tipo de regime de contratação, a minoria respondeu que são a tempo parcial, sendo 66,7%, e 33.3% respondeu que são a tempo integral e a maioria, concluindo-se assim que este curso é leccionado na sua maioria por docentes parciais e por outro lados afirmou-se que, como docente conhece os planos de carreira, sendo 67.7%, e a minoria 33.3% não concordam.</p> <p>***</p> <p><strong>Chidule: </strong>Kafukufukuyu akuwunika momwe aprofesa amaphunziro apamwamba alili poyang'anizana ndi kufunikira kwa maphunziro a uphunzitsi komanso makamaka, kusiyana pakati pa maudindo a aphunzitsi m'maulamuliro awiri a maphunziro a pambuyo pa ntchito ku Universidade Lúrio. Ndi kumvetsetsa uku, nkhani yamaphunziro iyi idzafuna kutsutsana ndi kufunikira kwa maphunziro apamwamba a aphunzitsi aku yunivesite, kufunafuna thandizo m'gawo la Maphunziro kuti apange mikangano. Mtundu wa kafukufuku unali qualitative-quantitative. Monga chida chosonkhanitsira deta, mafunso okhala ndi mafunso osatsegula ndi otsekedwa adapangidwa, kuyendetsedwa ndikutanthauziridwa ndi google drive. Kafukufukuyu anali gawo la kafukufuku 8 wochita nawo kafukufuku yemwe anali wotsogolera maphunziro ndi zoyankhulana ndi mafunso 7 operekedwa kwa aphunzitsi a digiri ya psychology yachipatala. malinga ndi zosowa za maphunziro. Zotsatirazi zimatithandizanso kutsata mbiri ya gulu lililonse la aphunzitsi ophunzira. Pakuti funso la mtundu wa ganyu boma, ochepa anayankha kuti ndi ganyu, kukhala 66.7%, ndi 33.3% anayankha kuti ndi anthawi zonse ndipo ambiri, motero pomaliza kuti maphunzirowa amaphunzitsidwa makamaka ndi aphunzitsi tsankho ndi, Komano, zidanenedwa kuti, monga aphunzitsi, amadziwa mapulani a ntchito, kukhala 67.7%, ndipo ochepa 33.3% sagwirizana.</p> <p> </p> Maria Alice Luís Copyright (c) 2022 NJINGA e SEPÉ: Revista Internacional de Culturas, Línguas Africanas e Brasileiras http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unilab.edu.br/index.php/njingaesape/article/view/1027 Mon, 03 Oct 2022 00:00:00 -0300 7.As competências éticas e deontológicas adquiridas pelos graduados dos Institutos de Formação de Professores: Estudo de uma Instituição de Formação de Professores Primários da cidade de Nampula https://revistas.unilab.edu.br/index.php/njingaesape/article/view/1037 <p>Este artigo trata das competências éticas e deontológicas adquiridas pelos graduados nos Institutos de Formação de Professores e tem como substrato a indissociabilidade destas com o sucesso do processo de ensino e aprendizagem. Parte da certeza de que a profissionalidade do professor não se limita apenas a aspectos técnicos, mas também de um desenvolvimento profissional ético que reflita sobre a função da educação e os meios necessários para o alcance da sua finalidade. Tendo como foco a formação dos professores primários, analisa de que modo as competências éticas e deontológicas previstas nos currículos são transmitidas pelos formadores e realmente assimiladas pelos formandos. Constitui objetivo geral analisar as competências adquiridas pelos graduados; e os específicos prendem-se em identificar as competências éticas e deontológicas no currículo de formação de professores; descrever a atuação ética e deontológica dos graduados resultantes da formação profissional; analisar a influência das competências éticas e deontológicas no processo de ensino e aprendizagem. A pesquisa justifica-se pelo crescente distanciamento entre o ensino e os resultados de aprendizagem, evidenciado por alunos que terminam o ensino primário e ingressam no ensino secundário com dificuldades de leitura e escrita e raciocínio lógico. Inscrito no paradigma interpretativo e abordagem qualitativa, o trabalho de investigação foi realizado num Instituto de Formação de Professores da cidade de Nampula, mediante a análise documental, entrevistas a sete formandos e sete formadores e observação não participante de quatro aulas de professores em exercício. Os resultados indicam que os valores éticos e deontológicos são superficialmente transmitidos e parcialmente assimilados pelos formandos, havendo, assim, a necessidade de uma estrita aproximação entre a dimensão pragmática e teleológica da profissão docente, o enriquecimento dos conteúdos e a atribuição de mais tempo de lecionação à disciplina, que permita uma melhor assimilação dos valores éticos e deontológicos relacionados à profissão docente.</p> <p>***</p> <p><strong>Muuluulo (emakhuwa): </strong>Mutthokoso ola onilamula masuwelo a makhalelo ni ihakhi anaxikola aniphuraaya Mmaxikolani mwa Osoma Miteko. Nookhala nlutte nihiivalaanya masuwelo awo ni ophureya wa mwiiriira a osoma ni a oxutta. Vaaminiwaka wiira musuwanyeyo a opurusoori khoniluluwana paahi ni mavarelo miteko, masi tho onniluluwana ni osuwanyeya waya mukhalelo onooniherya maphattuwelo aya exikola ni ikaruma sinivareliwa muteko wiira ophiiwe okhomoni. Otthareleliwaka oxuttihiwa mapurusoori a opirimaariya, annithokosiwa mananna masuwelo a makhalelo ni ihaki siniwehereriwa moosomani mananna xeeni anamaxuttiha anisomihaaya ni anaxikola anisuwelaaya. Muphavelo muulupale a mutthaka ola othokosa masuwelo a makhalelo ni ihaki siphuriwe ni mapurusoori masya ni vaniphaveliwa othoonyiwa soosuweliwa sa makhalelo ni ihakhi sooniheriwe mooxuttani wa mapurusoori, othalakasa mooniheryo a makhalelo ni ihakhi a mapurusoori masya sinirwa mooxuttani muteko, othokosa maluluwanelo a masuwelo a makhalelo ni ihakhi mmwiiriirani mwa osoma ni oxutta. Muthokoso ola onnireerela okhala wiira osoma ni maphurelo aya khaniluluwana, ntoko vanoonihereyaaya anaxikola anikhuma opirimaariya erowaka ohoolo ni mikacamiho sa osoma, olepa ni mikacamiho sa akhili. Ola olemphwe ottharihelaka mitaphulelo sa ovirikana ni olamula ekeekhayi, muteko a othokosa ovariwe Muxikola Mooxutta Oprusoori opooma ya Wamphula, owehawehaka sa olemphwa, sa okohiwa sa anamaxutta athanu ni anli, anamaxuttiha tho athanu ni anli ni muwehaweho oohiira mpantta wa masomiheryo maxexe a mapurusoori. Muthokoso ola nto onnooniherya wiira eparipari ya makhalelo ni ihaki khisinisuwanyeya masumiheriwo aya ni osuweliwa waya ni anamaxutta, ti vo, vanireerelaaya, makhalelo oowaattamaniha mithaphulelo ni ekeekhayi eniphaveliwa ni muteko a opurusoori, oririmiha sa osoma ni ovaha okathi munxeene sa osomiha wa khula itisipiliina, okathi onivaha oxutta saana iparipari sa makhalelo ni ihapari siniluluwana ni muteko a opurusoori.</p> José da Cruz Muluta, Natália Helena da Fonseca Bolacha Copyright (c) 2022 NJINGA e SEPÉ: Revista Internacional de Culturas, Línguas Africanas e Brasileiras http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unilab.edu.br/index.php/njingaesape/article/view/1037 Mon, 03 Oct 2022 00:00:00 -0300 8.Formação psicopedagógica dos professores do ensino superior e a melhoria da qualidade de ensino https://revistas.unilab.edu.br/index.php/njingaesape/article/view/1020 <p>O presente estudo visa reflectir em torno da temática da formação psicopedagógica dos professores do ensino superior e da qualidade de ensino, no campo da educação, tendo em conta a conjuntura social, económica e política em que nos encontramos causada pela globalização e constantes transformações tecnológicas, o papel do docente tem sido em grande medida associado à qualidade de ensino. Partindo deste pressuposto, o presente estudo tem como objectivo compreender em que medida a aposta na formação psicopedagógica dos professores do ensino superior tem contribuído para a melhoria da qualidade de ensino e das aprendizagens dos alunos. Para a recolha de dados, privilegiou-se a pesquisa bibliográfica. A capacitação contínua dos professores permite que estes tomem consciência da sua prática pedagógica, através de uma atitude reflexiva e investigativa, pois estão em constante construção e reconstrução de competências, conhecimentos, incessante desenvolvimento de novas habilidades e busca de recursos, de forma a tornarem-se profissionais da mudança no presente, com a responsabilidade de formar gerações para um futuro incerto, cumprindo em grande medida o seu papel de educador. Nesta senda, espera-se que os professores formem recursos humanos que contemple agentes transformadores, interventivos e solucionadores de problemas sociais, em prol do desenvolvimento de uma sociedade mais justa, para a preservação e afirmação da identidade nacional.</p> <p>***</p> <p><strong>Pyancigwagwa</strong>: Mapfundzisiro awa, asapangisa mwacidikho-dikho Kupakwa na kubairwa ndzeru kuli anyakupfundzisa mabukho makulu-makulu na kusasanyira upfundzi wadidi, pa mbale ya mapfundzisiro, na ndawa ya makhaliro, mfuma yathu, ndale ya utongi na macitiro a kupasirana na thangwi ya macindjiro a pinthu kubulukira pa ndjira ya udziwisi, mphambvu ya mpfundzisi isakwanisa kudzesa upfundzi wadidi. Kutomera pa mapfundzisiro anewa, pali kudikhirwa cidzindikiro kuli anyakupfundzisa mabukho makulu-makulu, ninga ale ana mphambvu ya kusasanyira upfundzi wadidi, mphaso na luso kuli anyakupfundza mabukho makulu-makulo.Pa kutowera kugumanya mphangwa zonsene, atoma kupasa mpata wa basa ya kupfupfudza mabukho a cidikho-dikho. Kupindzira ndzeru kuli apfundzisi a mabukho, kusapasa kuti iwo adziwe na kukumbuka basa yawo pa mapfundzisiro, thangwi ya kupfupfudza na kusasira mbale ya udziwisi pa mapfundzisiro. Na ipyo, alikupitiriza na basa ya kumanga na kupasa ndzero za mapfundzisiro, udziwisi, uthambaruki wa kwenda na kwenda na cidzindikiro ca luso pa macitiro, towera apangise ninga anyakucindja maphatiro a midzidzi ino. Ali nawo mpingo wa kupaka ndzeru na luso kuli mbumba, towera udidi wa mangwana, mbafungisambo na kutsidzikira tenepa mphambvu ya mpfundzisi. Na ipyo, pirikudikhirwa kuti apfundzisi apake mbumba pa manyerezero a kuti acindje ndzeru na makhaliro, na kumalisa mathangwi, mphingampinga na uypi wa mbumba towera kuti uthambaruki uphenekere mpisa, towerambo pontho kuti acepeswe mathangwi a ucerengi wa nzinda na wa ndziko, na kusasanyira udidi wa dziko.</p> Luísa Natéssia Marufo, Adérito Barbosa, Felipe André Angst Copyright (c) 2022 NJINGA e SEPÉ: Revista Internacional de Culturas, Línguas Africanas e Brasileiras http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unilab.edu.br/index.php/njingaesape/article/view/1020 Mon, 03 Oct 2022 00:00:00 -0300 9.Processo de ensino e aprendizagem durante a vigência da pandemia de Covid-19 em Moçambique-Maputo: dificuldades, experiências, ensinamentos e desafios – 2020 e 2021 https://revistas.unilab.edu.br/index.php/njingaesape/article/view/1053 <p>O presente estudo avalia o Processo de Ensino e Aprendizagem durante a vigência da Pandemia de Covid-19 em Maputo, a partir das experiências dos estudantes e professores no contexto das aulas <em>on-line</em> impostas pela Covid-19, nos anos 2020 e 2021. O estudo tem o objetivo de refletir sobre o processo de ensino e aprendizagem em momentos da pandemia de Covid-19 em Maputo. A pesquisa optou por uma abordagem qualitativa que consistiu na recolha de opiniões, idéias e experiências dos professores e alunos sobre o decurso das aulas na modalidade virtual, tendo para o efeito usado o questionário com questões abertas, enviado por <em>e-mail</em> e por <em>WhatsApp</em> aos professores e alunos, os quais preencheram e devolveram usando os mesmos canais. Usou-se, igualmente a pesquisa bibliográfica, que permitiu aprofundar o tema através da consulta de autores que abordam o tema. Do ponto de vista de procedimentos amostrais, trabalhou-se com a versão não probabilística de tipo intencional tendo dirigido o questionário a 18 informantes estratificados da seguinte forma: 5 professoras, 4 professores, 9 estudantes, sendo 4 do sexo masculino e 5 do sexo feminino com níveis que variam de licenciatura e mestrado. Informações oficiais divulgadas pelas entidades ligadas ao sector da educação (Ministério da Ciência e Tecnologia, Ensino Superior e Técnico Profissional, Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano, Direções Provinciais, Serviços Distritais de Educação e pelas escolas) indicam que optaram pela modalidade <em>on-line</em> como alternativa para se continuar o processo de ensino aprendizagem. Conhecendo a realidade das escolas moçambicanas com fraco pacote pedagógico surgiu o interesse de se pesquisar como se operacionalizaram os diversos despachos inerentes à funcionalidade do ensino <em>on-line</em>. Para tal, o estudo fez triangulação de dados recolhidos através de um questionário aberto para os professores, gestores e alunos realizado em formato digital (<em>on-lin</em>e) para se sistematizar os dados referentes às suas experiências e opiniões. Os dados sistematizados e analisados à luz da técnica de análise de conteúdo, proposta por Bardin (1977) indicam que os professores assim como os alunos tiveram várias dificuldades para lidar com aulas on-line uma vez que as escolas não possuíam um suporte informático capaz de fazer face à demanda, aliás, os informantes disseram que as escolas deram formação ou capacitação aos professores, todavia não se fez a mesma coisa para os alunos que constituem o elemento principal e prioritário. A administração de aulas <em>on-line</em> enfrentou vários problemas por várias razoes, com destaque para dificuldades quanto ao acesso à internet, baixa qualidade do sinal. Os professores utilizam as metodologias usadas para aulas presenciais para dar as aulas on-line. As aulas on-line decorrentes do encerramento das escolas acarretam custos para todos os seus sujeitos envolvidos, em particular para os alunos e os professores, todavia, os seus prejuízos e conseqüências são mais severos para as camadas desfavorecidas. A Covid-19 obrigou a alteração da rotina e cultura das instituições de ensino, incluindo a dos professores e estudantes. Em face disso, a pesquisa entende haver necessidade de se ampliar o debate ao nível nacional sobre as diretrizes e regulamentos próprios no concernente a lecionação virtual, com vista a se encontrar paradigmas que possam lidar com a demanda das aulas <em>on-line</em>.</p> <p>***</p> <p><strong>Katsakanyu: </strong>Tirhu lowu unani hloko mhaka yakulava kutiva zvaku awugondzi ni wugondzisi zvifambisileku kuyini hi kama wa mabagwi ya Korona ka malembe ya 2020 ni 2021 uhambiweke mayelanu ni wuhlawuteli nhawutirisleku maqhinga ya wuwutisi kambe ni wuxopaxopi ga mabuku, uzwile vagondzise ni vagondzi. Mahungu lawa mahuweleliweke hi fumu makombisa lezvaku kama lowu kunghenileku mababzi ya korona, zvikola zvipfalile minyangwha ya zvona, kambe vanana vagondzile nhavatirhisa ti internet. Kasi lezvi hitivileku matshamelu ya zvikolwe zva Musambiki kukalaka zvilo zvontlhe ( mintirho yinyingi yikombisa matshamelu ya zvikola zva Musambiki) hiwonile ku hinga maha tirho wokombisa lezvi zvikola zvifambisileku cizvona tirhu wa wugondzi ni wa kugondzisa Akuva wutiva lezvo, tirho lowu wukumile mihandzu hikola ka wuwutisi ungagimaha ka vagondzisi, vavoneleli va zvikolwe ni vagondzi, awutisi lego gihambilwe hi (online), whatsup. Akuva hikuma ntsengo wa vanhu vowutisiwa, kutirisiwe maqhinga ya kusefa vanhu. Kuvutisiwe 18 wa vanhu anga 5 wa vagondzisi va rhambu ga xinuna, 4 wa vagondzisi va rhambu ga xisati, 9 wa vagondzi ka vona 4 wa rhambu ga xinuna ni 5 wa rambu ga xisati vangani wugondzi go sukela lisenciadu ku chikela mexitradu Katsakanyu wa mihandzu hivekiweke mayelanu ni tidjonzo ta Bardin 1977 yikomba lesvaku vagondzisi ni vagondzi va veni kukarhateka nguvu kameni wa korona hikusa zvikolwe azvingana muchine kumbe titekinoloji to yisa mahlweni wugondzi. Vawutisiwa vawulile zvaku ntsena vagondzisi hivona vangakuma kugondzisiwa kutirhisa wugondzisi hi titekinoloji, kambe vagondzi angavone anga tshinya ga wugondzi (Perrenauld) avakumanga kugondza loko. Hi tshima tshima, awugondzi kameni wa korona ahumanga hi ka maphepha. Lava vangazvilava kutirisa wugondzi ga moya/online vakumile kukarhateka nguvu hikola ka kukala rede, kumbexana rede ya kona ahile hasi. Vanwanyani vagondzisi vagondzise kufana ni lezvi vagondzisaka xi zvona hi toloveto Wugondzisi legi ga mimoya gilava timale ta hombe, aginabzali ka zvisiwana. Korona gicicile mahanyelu ni wutshami ga zvikolwe ni ka vagondzisi ni vagondzi. Hi cigelo leco, tirho lowu wukucetela lezvaku kufanela kuvani nawuluti wodokadokisana a tikweni akuva kuvekiwa nawu wa kufambelana ni wugondzi ni wugondzisi hi kutirhisa mimoya kumbe <em>online</em>.</p> José Cossa Copyright (c) 2022 NJINGA e SEPÉ: Revista Internacional de Culturas, Línguas Africanas e Brasileiras http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unilab.edu.br/index.php/njingaesape/article/view/1053 Mon, 03 Oct 2022 00:00:00 -0300 10.O contributo da supervisão pedagógica para a prática docente no Ensino Superior: Estudo de caso da Universidade Púnguè e Instituto Superior Politécnico de Manica em Moçambique https://revistas.unilab.edu.br/index.php/njingaesape/article/view/1003 <p>O presente estudo visa a analisar o contributo da supervisão pedagógica para a prática docente no ensino superior na Universidade Púnguè e no Instituto Superior Politécnico de Manica, em Moçambique. Trata-se de estudo de caso com a abordagem qualitativa, realizado no período de 2021 a 2022. A recolha de dados foi alicerçada pelo inquérito por entrevista e por questionário e análise documental. A interpretação dos dados recolhidos baseou-se no método de análise de conteúdo. À luz da análise feita, atestou-se que a supervisão pedagógica nas duas instituições apresenta lacunas na materialização, dada a sua periodicidade que varia de uma a duas vezes por ano, que decorre por meio da assistência de aulas aos pares, avaliação de desempenho e análise de documentos. Notou-se que, nas duas instituições em estudo, não existe um modelo institucionalizado para a supervisão, sendo que cada departamento ou direcção de um determinado curso, possui um modelo que se difere dos outros. Assim, só há sucesso no processo de supervisão se existir colaboração entre o supervisor e o professor, onde a auto-reflexão é o elemento que permite ao professor e supervisor aprender um com o outro ao longo do processo.</p> <p>***</p> <p><strong>Cigwagwa (cimanyika)</strong>: Cidzidzo ici cine cinangwa cekuongorora rubetso rekutarisirwha kemaitiro yekudzidzisa mudzidzo wepamusoro: nyaya yekudzidza ye Universidade Púnguè ne Instituto Superior Politécnico ye Manica kuMoçambique. Ici cidzidzo cenyaya cine maitiro emhando, akaitwa kubva muna 2021 kusvika 2022. Kuunganidzwa kwemasoko kwakaizwa paongororo nekubvundzisa uye mibvundzo ne kuongororwa kwemagwaro. Kududzirwa kwe masoko akaunganidzwa kwakayizwa ne mutoo wekuongorora masoko akanyorwa. Maererano ne kuongororwa kwakaizwa, zvakapupurirwa kuti kutariswa kwedzidziso mumasangano mayiri aya kunopasa kukanganisa mukugadzirwa kwemabasa yekufundisa, ngenyaya ye nguwa yayo inosiyana kubva kamwe kusvika kayiri pagore iyo inoitika kuburikidza cherechedza ye fundiso, kuongororwa kwekuita uye kuongororwa kwemagwaro. Zvakacherechedzwa kuti, mumasangano mayiri ari kudzidzwa, hapana mushobo wakagadzwa wekutarisirwha kemaitiro yekudzidzisa, kuyita kuti cikwata cimwe na cimwe ciwoneke ne mushobo inosiyanisana. Nokudaro, pane kubudirira cete muurongwa wekutarisira kukaoneka kubatana pakati pemutariri nemufundisi, uko kuzvitarisira ndico ciro cinotendera kuti mufundisi nemutariri afunde kubva kune umwe neumwe mukati mekuita.</p> José Luís Dias, Adérito Barbosa Copyright (c) 2022 NJINGA e SEPÉ: Revista Internacional de Culturas, Línguas Africanas e Brasileiras http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unilab.edu.br/index.php/njingaesape/article/view/1003 Mon, 03 Oct 2022 00:00:00 -0300 11.O conselho de escola como um órgão de gestão democrático da comunidade educativa na escola primária da cidade da Beira https://revistas.unilab.edu.br/index.php/njingaesape/article/view/1054 <p>A presente pesquisa enquadra-se no âmbito da minha tese de doutoramento em Inovação Educativa em curso na Universidade Católica de Moçambique. Tem como objectivo geral reflectir sobre o funcionamento do conselho de escola como um órgão de gestão democrática da comunidade educativa. Selecionou-se o paradigma interpretativo e uma abordagem de natureza qualitativa. Como técnicas e instrumento de recolha de dados utilizamos a entrevista semiestruturada e a análise documental. Os participantes deste estudo são os membros do conselho de escola num total de sete (7). Depois da análise dos resultados da pesquisa, concluiu-se que a escola possui um conselho de escola operativo, embora alguns critérios de selecção dos membros não tenham obedecido o prescrito no manual de apoio do conselho de escola. Concluiu-se igualmente que dentro do conselho são discutidos diversos assuntos que vão de acordo com o preconizado no manual de apoio às escolas primárias e as decisões tomadas ocorrem de forma conjunta e em casos de divergências de opiniões, a votação tem sido uma das estratégias usadas. Assim sendo, este órgão cria espaço para que os membros possam participar activamente na discussão dos assuntos e expor as suas opiniões livremente.</p> <p>***</p> <p><strong>Isishwankathelo </strong>(icixhosa)<strong>: </strong>Olu phando luyinxalenye yethisisi yam yobugqirha kwi-Educational Innovation eqhubekayo kwiYunivesithi yamaKatolika yaseMozambique. Injongo yayo ngokubanzi kukubonakalisa ukusebenza kwebhunga lesikolo njengesebe lolawulo lwedemokhrasi kuluntu lwezemfundo. Kukhethwe ipharadaym yokutolika kunye nendlela yomgangatho. Njengobuchule kunye nesixhobo sokuqokelelwa kwedatha, sisebenzise udliwano-ndlebe olunesiqingatha kunye nohlalutyo lwamaxwebhu. Abathathi-nxaxheba kolu phando ngamalungu ebhunga lesikolo bebonke abasixhenxe (7). Emva kokuhlalutya iziphumo zesaveyi, kwafikelelwa kwisigqibo sokuba isikolo sinebhunga lesikolo esisebenzayo, nangona ezinye iikhrayitheriya zokukhetha amalungu zingahambelani namagatya encwadana yenkxaso yebhunga lesikolo. Kwagqitywa kwelokuba kwibhunga imiba eyahlukahlukeneyo ixoxwa ngokungqinelana noko kucetyiswayo kwincwadana yemigaqo yenkxaso yezikolo zaseprayimari yaye izigqibo ezithatyathiweyo zenziwa ngokubambisana yaye kwiimeko zokwahluka kwezimvo, ukuvota kube yenye yeendlela ezisetyenziswayo. Ngoko ke, lo mbutho udala indawo yokuba amalungu athathe inxaxheba ngokusebenzayo kwingxoxo yemiba kwaye aveze izimvo zabo ngokukhululekileyo.</p> Cláudia José Vieira Nanhecua Copyright (c) 2022 NJINGA e SEPÉ: Revista Internacional de Culturas, Línguas Africanas e Brasileiras http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unilab.edu.br/index.php/njingaesape/article/view/1054 Mon, 03 Oct 2022 00:00:00 -0300 12.O feedback na avaliação dos trabalhos acadêmicos dos alunos no ensino superior em Nampula https://revistas.unilab.edu.br/index.php/njingaesape/article/view/1022 <p>Este relatório de pesquisa qualitativa objetiva analisar o modo como os professores dão o <em>feedback</em> na avaliação dos trabalhos acadêmicos dos alunos no ensino superior: o caso da universidade X em Nampula. O modo como os professores praticam o <em>feedback </em>aos trabalhos acadêmicos dos alunos na avaliação é o que constitui problema da presente pesquisa. Tratando-se de uma pesquisa exploratória ela se sustenta pela teoria de base sócio-interacionista, conciliada com a contrastiva. Participaram da pesquisa dezesseis professores, trinta alunos, três membros de direção, um chefe de departamento e três coordenadores de cursos, por meio de entrevistas semiestruturada com perguntas abertas com o objetivo de levar os inquiridos a se exprimirem e discorrer sobre o tema livremente e análise de documentos pessoais, que era para ver as ocorrências em loco. Recorreu-se à análise de conteúdo para o tratamento dos dados. Os principais resultados da pesquisa mostram que alguns entrevistados pensam que o objetivo do <em>feedback</em> é o de apenas atribuir notas para o aluno passar de classe ou reprovar, por conta disso, os professores riscam no trabalho do aluno, circundam, deixam em branco e sobre põem os pontos de interrogações sem texto explicativo ao que não interessa. No entanto, quase maior parte ousou destacar com veemência que o <em>feedback</em> tem como objetivo descrever tudo quanto constitui lacunas ou excessos e que retira a cientificidade e a qualidade desejada ao trabalho do aluno. </p> <p>***</p> <p>Muhtasari: Ripoti hii ya utafiti wa ubora inalenga kuchanganua jinsi maprofesa wanavyotoa maoni katika tathmini ya kazi ya kitaaluma ya wanafunzi katika elimu ya juu: kisa cha chuo kikuu cha X huko Nampula. Namna walimu wanavyofanyia mazoezi mrejesho wa kazi ya kitaaluma ya wanafunzi katika tathmini ndiyo inayojumuisha tatizo la utafiti huu. Kwa vile ni utafiti wa kiuchunguzi, unaungwa mkono na nadharia ya msingi wa mwingiliano wa kijamii, unaopatanishwa na utofautishaji. Maprofesa kumi na sita, wanafunzi thelathini, wajumbe watatu wa bodi, mkuu wa idara na waratibu watatu wa kozi walishiriki katika utafiti, kupitia mahojiano ya nusu muundo na maswali ya wazi kwa lengo la kupata wahojiwa kujieleza na kujadili mada kwa uhuru na uchambuzi wa hati za kibinafsi. , ambayo ilikuwa ni kuona matukio papo hapo. Uchambuzi wa maudhui ulitumika kuchakata data. Matokeo makuu ya utafiti yanaonesha kuwa baadhi ya waliohojiwa wanafikiri kuwa lengo la mrejesho ni kumpa mwanafunzi alama za kufaulu au kufeli, kwa sababu hiyo, walimu huchambua kazi ya mwanafunzi, mduara, kuacha wazi na kumweka juu. alama za kuuliza bila maandishi ya maelezo kwa kile kisichojali. Hata hivyo, karibu wengi wao walithubutu kusisitiza kwa nguvu kwamba lengo la maoni ni kueleza kila kitu ambacho kinajumuisha mapungufu au ziada na kinachoondoa sayansi na ubora unaohitajika wa kazi ya mwanafunzi.</p> Manuel Sozinho, Mahomed Ibraimo Nazir, Louise Lima Copyright (c) 2022 NJINGA e SEPÉ: Revista Internacional de Culturas, Línguas Africanas e Brasileiras http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unilab.edu.br/index.php/njingaesape/article/view/1022 Mon, 03 Oct 2022 00:00:00 -0300 13.Educação à distância no ensino superior: a função docente e seu impacto no processo de ensino- aprendizagem https://revistas.unilab.edu.br/index.php/njingaesape/article/view/1026 <p>Na era do conhecimento, onde as informações se espalham rapidamente pelo mundo, os recursos de TIC estão sendo inovados a cada dia. Portanto, a EAD torna-se o modelo de ensino mais adequado na sociedade contemporânea, pois considera a formalização da educação por meio da prática reflexiva, da aprendizagem colaborativa e da construção autónoma razoes que fez o estudo titulado, Educação a distância no ensino superior: a função docente e seu impacto no processo de ensino- aprendizagem em EaD e objectiva-se em apresentar a função dos professores/tutores em um modelo remoto, enfatizando a reflexão de suas práticas docentes na formação académica, profissional e pessoal dos alunos. Para isso, baseou-se na abordagem qualitativa com enfoque bibliográfico de cunho descritivo respondendo a hipótese de que, a formação dos profissionais docentes deve atender às necessidades educacionais actuais, e os professores precisam reexaminem-se. Os resultados apontam que a prática e a adaptação dos métodos de educação formal vão além do modelo tradicional de ensino presencial, pois requer a interacção e mediação de informações, recursos das TIC e trabalho com equipes multidisciplinares para a elaboração dos cursos. Todavia, o maior desafio pedagógico na educação a distância é alinhar-se ao processo de interacção e mediação, por meio de abordagens criativas e abertas, desafiadoras e estimulantes, reflexivas e construtivas, em uma formação que expresse o “saber e fazer”, ou seja, a interacção reflexiva.</p> <p>***</p> <p><strong>Pfupiso </strong>(shona):Munguva yeruzivo, uko ruzivo rwunopararira nekukurumidza pasi rose, zviwanikwa zveICT zviri kuvandudzwa zuva rega rega. Naizvozvo, EAD inova ndiyo yakanyatso kudzidzisa modhi munharaunda yemazuva ano, sezvo ichifunga kugadzirwa kwedzidzo kuburikidza nekuratidzira, kudzidza pamwe chete uye kuzvimiririra kuvaka zvikonzero zvakaita kuti chidzidzo ichi chive nemusoro wekuti, Dzidzo Yekure muDzidzo yepamusoro: basa rekudzidzisa uye zvarinoita pa nzira yekudzidzisa-yekudzidza mudzidzo yedaro uye ine chinangwa chekupa basa revadzidzisi/vaperekedzi mumuenzaniso uri kure, ichisimbisa kuratidzwa kwemaitiro avo ekudzidzisa mudzidzo, hunyanzvi uye kudzidziswa kwevadzidzi. Nokuda kweizvi, zvaive zvichibva pamaitiro ehutano ane nzira inotsanangurwa yebhaibheri, kupindura kune pfungwa yokuti kudzidziswa kwevadzidzisi vekudzidzisa kunofanira kuzadzisa zvido zvedzidzo zvezvino, uye vadzidzisi vanofanira kuzviongorora zvakare. Mhedzisiro yacho inoratidza kuti maitiro uye kuchinjika kwemaitiro edzidzo nzira dzinopfuura nzira yechinyakare yekudzidzisa mukirasi, sezvo ichida kudyidzana nekuyananisa ruzivo, zviwanikwa zveICT uye kushanda nezvikwata zvakasiyana-siyana zvekuvandudza makosi. Nekudaro, dambudziko rakakura rekudzidzisa mudzidzo yedaro nderekuzvibatanidza nemaitiro ekudyidzana nekuyananisa, kuburikidza nekugadzira uye yakavhurika, inonetsa uye inosimudzira, inotarisisa uye inovaka maitiro, mukudzidziswa kunoratidza "kuziva nekuita", kana izvo, kupindirana kwereflexive.</p> Lucinda Oliveira Paulino, André Fernando Vahala Copyright (c) 2022 NJINGA e SEPÉ: Revista Internacional de Culturas, Línguas Africanas e Brasileiras http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unilab.edu.br/index.php/njingaesape/article/view/1026 Mon, 03 Oct 2022 00:00:00 -0300 14.A situação sociolinguística de Maquela do Zombo (Angola): perspectivas e desafios para o ensino de português em contexto triglossico https://revistas.unilab.edu.br/index.php/njingaesape/article/view/1016 <p>O presente artigo faz uma abordagem sobre a situação sociolinguística do Município de Maquela do Zombo situado no norte da Província do Uíge em Angola e pretender avaliar as dificuldades que os alunos, desta geografia, apresentam na aprendizagem de língua portuguesa, uma vez que as crianças desta região entram na escola com práticas discursivas de kikongo. A nossa inquietação centra-se, principalmente, no facto de o português ser o instrumento linguístico utilizado na aquisição de conhecimentos, a língua em que a maioria das matérias e dos meios de ensino se encontram codificados. Ora, o domínio e compreensão dessa língua em contexto escolar é ainda uma luta em curso e uma batalha por ganhar por parte de muitos alunos. A abordagem metodológica assenta nos pressupostos de pesquisa bibliográfica porque se baseia na leitura e discussão de diversos contributos teóricos. Como resultado de pesquisa verificou-se que o fenómeno de contacto linguístico, em Maquela do Zombo, nomeadamente do kikongo, lingala e português provocou uma convivência harmoniosa, contudo percebeu-se que decorre daí uma hierarquização entre as línguas, sendo que o algumas são mais prestigiadas na comunidade.</p> <p>***</p> <p><strong>I-athikili (isizulu):</strong> yamanje ikhuluma ngesimo se-sociolinguistic kuMasipala wase-Maquela do Zombo osenyakatho yeSifundazwe sase-Uíge e-Angola, ucwaningo luveza ubunzima abafundi balesi geography ababa khona ekufundweni kolimi lwesiPutukezi, kusukela izingane. kusuka kulesi sifunda ngena esikoleni ngemikhuba ye-Kikongo discursive. Ukukhathazeka kwethu kulesi sihloko kugxile kakhulu eqinisweni lokuthi isiPutukezi siyithuluzi lolimi elisetshenziswa ekuzuzweni kolwazi, ulimi lapho izifundo eziningi nezindlela zokufundisa zihlanganiswa khona. Nokho, siyaqaphela ukuthi ubuciko nokuqonda kwalolu limi esikoleni kusewumzabalazo oqhubekayo kanye nempi okufanele inqotshwe abafundi abaningi. Ucwaningo luqala ngale nkolelo-mbono elandelayo: Kunomehluko omkhulu enanini le-utilitarian yesiPutukezi, isiKikongo nesiLingala eMaquela do Zombo kwatholakala ukuthi ukwenzeka kokuthintana kwezilimi eMaquela do Zombo, okuyiKikongo, Lingala nesiPutukezi, kuholwa. ekusebenzisaneni okuvumelanayo, nokho, kulandela ukulandelana phakathi kwezilimi lapho ezinye zihlonishwa kakhulu emphakathini.</p> Eduardo David Ndombele, Evangelina Bonifácio Copyright (c) 2022 NJINGA e SEPÉ: Revista Internacional de Culturas, Línguas Africanas e Brasileiras http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unilab.edu.br/index.php/njingaesape/article/view/1016 Mon, 03 Oct 2022 00:00:00 -0300 15.Participação dos Pais e Encarregados de Educação no processo de Ensino-Aprendizagem na 6ᵃ classe: Caso da EPC Z da cidade de Nampula, 2021-2022 https://revistas.unilab.edu.br/index.php/njingaesape/article/view/1023 <p>Este artigo tem como tema participação dos pais e encarregados de educação no processo de ensino-aprendizagem na 6ᵃ classe da Escola Primária Completa Z da cidade de Nampula. O estudo foi realizado na Escola Primária Completa Z da cidade de Nampula e envolveu a Directora da Escola, o Director Adjunto Pedagógico, os professores e alunos da mesma instituição de ensino, bem assim os pais e encarregados de educação. Assim, a sua relevância está no facto de a colaboração entre escola e pais e/ou encarregados de educação, poder fazer com que os professores e os pais estejam fortemente envolvidos no desempenho das suas funções. O objectivo geral é analisar a participação dos pais e encarregados de educação no Processo de Ensino e Aprendizagem na 6ª classe, e, os objectivos específicos são : i) descrever o perfil dos pais e encarregados de educação; ii) identificar as formas de acompanhamento dos pais e encarregados de educação dos educandos; iii) descrever as estratégias da escola para o envolvimento dos pais e encarregados de educação no acompanhamento dos educandos; iv) verificar se os professores supervisionam o acompanhamento que os pais e encarregados de educação fazem aos educandos e, v) verificar a percepção dos educandos relativamente ao acompanhamento do processo de aprendizagem que os pais e encarregados de educação fazem. A questão de partida é: que contributo tem a participação dos pais e encarregados de educação no processo de ensino e aprendizagem na 6ª. Classe da EPC Z? A metodologia é qualitativa e paradigma interpretativo. Para colecta de dados, usamos a entrevista semiestruturada e a observação não participante como técnicas. A pesquisa conclui que, a família presente na escola tem os seus filhos com sucesso escolar. No entanto, há, hoje, especialistas que recomendam que o tempo de estudo e TPC seja feito em família, juntando mãe ou pai e irmãos, se os houver, todos centrados na aprendizagem. Os pais devem incentivar o filho a ser limpo e organizado nos livros, cadernos, apontamentos, para mais facilmente saber onde tem o material, onde procurar matéria, e perceber o que escrever.</p> <p>***</p> <p><strong>Wuuluula</strong><strong>: </strong>Muupuwel’ola wookhalano muru aya ori Wiirela mpantta w’anatìthi ni anlela anamwane moosomani ni oxutta wa 6ᵃ Kalase: Mwaha wa EPC Z epooma ya Waamphula. Yoosoma yiiriwe Escola Primária Completa Z ya epooma ya Waamphula khwiirela mpantta Tiretoore a Exikola, Maranttela a Tiretoore, mapursoore ni asomi a exikola ene yeeyo vamosa n’anatiithi ni anlela anamwane. Mureerelo aya onkhuma okhala wiira okhaliheryana w’exikola ni anatiithi wala anlela anamwane, onnitthuniherya wiira mapursoore ni anatiithi yiireleke mpantta mmutekoni mwaya. Muupuwel’ola omphavela omwaleyasa enamuna anatiithi ni anlela anamwane anirelaaya mpantta moosomani ni oxutta wa 6ª Kalase, ni tho, vooluluwanyeya omphavela: i) osuweliha mukhalelo w’anatiithi n’anlela anamwane; ii) othoriha inamuna anatiithi n’anlela anamwane anaholelaaya asomi; iii) osuweliha enamuna exikola enwirelihaaya mpantta anatiithi n’anlela anamwane yaholelaka asomi; iv) woona vakhala wiira mapursoore anneettelela muteko w’anatiithi wakasoopa an’aya ni, v) woona enamuna asomi ansuwelaaya okasoopiwa n’anatiithi ni anlela anamwane. Yookoha yuulupale t’ila: mureerelo xeeni onkhuma ni wiirela mpantta w’anatiithi ni anlela anamwane moosomani ni oxutta wa 6ᵃ Kalase: Mwaha wa EPC Z? Muupuwel’ola ti wootaphulela ni onvaha moonelo. Wuuraanyiwa wa solempwa okhumme muhina mwa okohakoha ni owehaweha wohiirela mpantta ntoko ikaruma. Siiso, vahoonihereya wiira atthu arino an’aya oxikola annixutta saana. Nnya, aakhala, vano, asuweli antumererya wiira okathi woosoma ni ovara muteko woowaani wiiriweke vamosa ni anatiithi, yakhala vale, ootheene aya yiirelaka oxutta. Anatiithi emulipiheryeke mwan’aya okhalano eliivuri yootthokiheya ni yoohinanara, vamosa tho ni ikaterno ni mme munlep’aya, ekhweiheryaka osuwela mapuro muri soosoma, vakhanle voosoma ni osuwela etthu enreerela olepa.</p> João Nasseco, Mahomed Nazir Ibraimo Copyright (c) 2022 NJINGA e SEPÉ: Revista Internacional de Culturas, Línguas Africanas e Brasileiras http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unilab.edu.br/index.php/njingaesape/article/view/1023 Mon, 03 Oct 2022 00:00:00 -0300 16.Educação e Formação de Comunidades de Aprendizagem: análise de percepções no Colégio Pastoral da Igreja Presbiteriana de Moçambique https://revistas.unilab.edu.br/index.php/njingaesape/article/view/1029 <p>A história de Moçambique tem registos de intervenções da Igreja Presbiteriana de Moçambique (IPM), a antiga Missão Suíça, que têm sido deveras marcantes desde o longínquo ano de 1887. A sua educação integral, que tem resultado na formação de comunidades de aprendizagem, tem contribuído sobremaneira no processo de humanização do povo moçambicano. O presente artigo tem como objectivo analisar percepções no colégio pastoral sobre a qualidade da participação actual da Igreja Presbiteriana em Moçambique. Em termos metodológicos o presente artigo resulta de uma pesquisa qualitativa, cujas técnicas de recolha de dados foram a inquirição por entrevista, analise documental e observação participante. A conclusão do presente artigo é de que contrariamente à sua excelência organizacional do passado, nos dias que correm a participação social da IPM tem sido de pouca expressão. </p> <p>***</p> <p>Matimu ya Musambiki ma ni svikombiso sva vugingiriteki la Kereke ya Presbiteriana ya Maçambique, leyi yingahavuliwa Missão Suíça, leyi yitaka na yikombisa mintirho yinene kusukela lembeni la 1887. Jondzo ya yona leyi yitumbuluxeke mintlawa ya kujondza, yipfunetele svinene kuvumbiwa ka vumunhu exikarhi vana va tiko. Tsalwa leli i mihandzu ya kuxiyaxiya matwisisela ndzeni ka Mpfunano wa Vafundhisi mayelano ni lisima la ngingiriteko wa kereke leyi masikwana lawa. Ndlela leyitirhisiweke ya kukola svitiviwa i nxopaxopo wa miyanakanyu ya nkoka, laha kutirhisiweke svivutiso, kuxiyaxiya matsalwa ni kuxiyaxiya mahanyela ya Mpfunano wa Vafundhisi kota xirho xa ntlawa. Kuxopaxopeni loko kuvoniwe lesvaku hi kuhambana ni lisima la nkereke tolo ka wamasiku, masikwini lawa ntirho wa IPM wa kulwela nhluvuko utikomba kutsongo atikweni. Hilesvo-ke, svanga ndlela yonyika lisima 135 wa malembe ya kereke akutirheleni ka tiko, svalaveka lesvaku kujoyineliwa ntwanano, yili ndlela ya kupfurhetela vutlhari la huvu, kuvuyisiwa lisima la Mpfunano wa Vafundhisi, ntlawambilu ya kereke, yiva ndlela ya kukombisa vutlhari mafambiseleni ya kereke, ni ya kuhitekela kuyakiwa ka tiko.</p> Fernando Rafael Chongo Copyright (c) 2022 NJINGA e SEPÉ: Revista Internacional de Culturas, Línguas Africanas e Brasileiras http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unilab.edu.br/index.php/njingaesape/article/view/1029 Mon, 03 Oct 2022 00:00:00 -0300 17.Os temperamentos e sua caraterização no âmbito do processo de ensino-aprendizagem https://revistas.unilab.edu.br/index.php/njingaesape/article/view/1065 <p>A presente investigação, tem como objetivo caracterizar os principais temperamentos que intervêm no processo de ensino aprendizagem, com vista a valorizar as particularidades psico-pedagógicas do estudante, para a partir deste ponto desenvolver as dimensões cognitiva, motivacional-afetiva e a reflexiva-reguladora, que muitas vezes não têm sido atendidas de maneira harmoniosa e integral. Aos professores, pais e encarregados de educação, demais interessados, fica a sugestão do auxílio dos temperamentos em sala de aula, contribuindo com o conhecimento e compreensão das atitudes de cada estudante e desta surgem alternativas viáveis para contrapor as grandes dificuldades que os docentes têm vindo a atravessar, no âmbito do processo de ensino aprendizagem. A pesquisa foi realizada de forma qualitativa baseada pelo referencial bibliográfico, porém, usa as técnicas quantitativas na análise e tratamento dos dados, apresenta tabelas comparativas das características dos produtos. Os temperamentos são características individuais e genéticas dos seres humanos, existe no nosso código genético, nós não podemos mudá-los, mas melhorá-los e evoluir as qualidades, cada estudante pode possuir dois ou três temperamentos de forma percentual, sendo um dominante e uns fortes outros fracos. Eles possuem qualidades e defeitos e intervêm no processo de ensino aprendizagem. As características peculiares dos temperamentos são: extrovertidos (sanguíneos e coléricos) e introvertidos (melancólicos e fleumáticos). Os dois pontos importantes nos temperamentos são muito comunicativos e menos comunicativos, uns desenvolvem a extrospeção e outros a introspeção, este último são indivíduos que possuem uma personalidade muito reservada, pouca interação com o meio exterior. Por último o temperamento Colérico apresenta a característica: esteta, perfecionista, pratica, resoluta, forte, com a capacidade de interiorizar e expurgar o conhecimento apreendido.</p> <p>***</p> <p><strong>Isifinyezo</strong><strong>:</strong> Lolu phenyo lwamanje luhlose ukuveza isimo sengqondo esibalulekile esingenelela enqubweni yokufunda nokufundisa, ngenhloso yokwazisa imininingwane yomfundi ye-psycho-pedagogical, ukuthuthukisa izilinganiso zokulawula ingqondo, ugqozi kanye ne-reflexive-regulatory kusukela kulesi sikhathi kuqhubeke. izikhathi azikahanjelwanga ngendlela evumelanayo nebalulekile. Ucwaningo lwenziwa ngendlela esezingeni elisuselwa kunkomba yebhayibhiliyografi, nokho, kusetshenziswa izindlela zokulinganisa; ukuhlaziywa kwedatha kwenziwa kumathebula ngokuqhathanisa izici zemikhiqizo. Kothisha, abazali kanye nababheki, abanentshisekelo, siphakamisa usizo lwesimo sengqondo ekilasini, okunikela olwazini nasekuqondeni izimo zengqondo zomfundi ngamunye futhi kulokhu, kuvela ezinye izindlela ezisebenzayo zokubhekana nobunzima obukhulu othisha abebebhekene nabo. ukudlula, esimweni senqubo yokufundisa-yokufunda. Izimo zofuzo ziyizici zomuntu ngamunye kanye nezakhi zofuzo zabantu, zikhona kukhodi yethu yofuzo, asikwazi ukuzishintsha, kodwa sizithuthukise futhi ziguqule izimfanelo zabo, umfundi ngamunye angaba nezimo ezimbili noma ezintathu ngokwephesenti, eyodwa ebusayo futhi enye eqinile ibuthaka. Banamandla kanye nobuthakathaka futhi bayangenelela ohlelweni lokufunda nokufundisa. Izici ezingavamile ze-temperaments zi-extroverted for sanguine ne-choleric futhi zingeniswa ku-melancholic ne-phlegmatic. Amaphuzu amabili abalulekile kusimo somoya ayaxoxisana kakhulu futhi awakhulumisani kangako, amanye athuthukisa i-extrospection kanye namanye ama-introspection, laba abalandelayo abantu abanobuntu obugodliwe kakhulu, ukuxhumana okuncane nendawo yangaphandle. Okokugcina, siphakamisa isimo se-Choleric esingcono kakhulu sokufunda ngoba siveza i-esthete yesici, ukuthanda ukuphelela, ukuzijwayeza, ukuqina, ukuqina, nekhono lokufaka ngaphakathi kanye nokuhlanza ulwazi olufundiwe.</p> Fernando Cassinda Quissanga , Justino Cangue , André Artur Dalama Tchipaco Copyright (c) 2022 NJINGA e SEPÉ: Revista Internacional de Culturas, Línguas Africanas e Brasileiras http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unilab.edu.br/index.php/njingaesape/article/view/1065 Mon, 03 Oct 2022 00:00:00 -0300 18.O conselho de escola como um órgão de participação da comunidade educativa na gestão da escola https://revistas.unilab.edu.br/index.php/njingaesape/article/view/1036 <p>A presente pesquisa enquadra-se no âmbito da minha tese de doutoramento em Inovação Educativa em curso na Universidade Católica de Moçambique. Tem como objectivo geral reflectir sobre o funcionamento do conselho de escola como um órgão de gestão democrática da comunidade educativa. Selecionou-se o paradigma interpretativo e uma abordagem de natureza qualitativa. Como técnicas e instrumento de recolha de dados utilizamos a entrevista semiestruturada e a análise documental. Os participantes deste estudo são os membros do conselho de escola num total de sete (7). Depois da análise dos resultados da pesquisa, concluiu-se que a escola possui um conselho de escola operativo, embora alguns critérios de selecção dos membros não tenham obedecido o prescrito no manual de apoio do conselho de escola. Concluiu-se igualmente que dentro do conselho são discutidos diversos assuntos que vão de acordo com o preconizado no manual de apoio às escolas primárias e as decisões tomadas ocorrem de forma conjunta e em casos de divergências de opiniões, a votação tem sido uma das estratégias usadas. Assim sendo, este órgão cria espaço para que os membros possam participar activamente na discussão dos assuntos e expor as suas opiniões livremente.</p> <p>***</p> <p><strong>Isishwankathelo </strong>(icixhosa)<strong>: </strong>Olu phando luyinxalenye yethisisi yam yobugqirha kwi-Educational Innovation eqhubekayo kwiYunivesithi yamaKatolika yaseMozambique. Injongo yayo ngokubanzi kukubonakalisa ukusebenza kwebhunga lesikolo njengesebe lolawulo lwedemokhrasi kuluntu lwezemfundo. Kukhethwe ipharadaym yokutolika kunye nendlela yomgangatho. Njengobuchule kunye nesixhobo sokuqokelelwa kwedatha, sisebenzise udliwano-ndlebe olunesiqingatha kunye nohlalutyo lwamaxwebhu. Abathathi-nxaxheba kolu phando ngamalungu ebhunga lesikolo bebonke abasixhenxe (7). Emva kokuhlalutya iziphumo zesaveyi, kwafikelelwa kwisigqibo sokuba isikolo sinebhunga lesikolo esisebenzayo, nangona ezinye iikhrayitheriya zokukhetha amalungu zingahambelani namagatya encwadana yenkxaso yebhunga lesikolo. Kwagqitywa kwelokuba kwibhunga imiba eyahlukahlukeneyo ixoxwa ngokungqinelana noko kucetyiswayo kwincwadana yemigaqo yenkxaso yezikolo zaseprayimari yaye izigqibo ezithatyathiweyo zenziwa ngokubambisana yaye kwiimeko zokwahluka kwezimvo, ukuvota kube yenye yeendlela ezisetyenziswayo. Ngoko ke, lo mbutho udala indawo yokuba amalungu athathe inxaxheba ngokusebenzayo kwingxoxo yemiba kwaye aveze izimvo zabo ngokukhululekileyo.</p> Baltazar Nhangumbe, Mahomed Nazir Ibraimo Copyright (c) 2022 NJINGA e SEPÉ: Revista Internacional de Culturas, Línguas Africanas e Brasileiras http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unilab.edu.br/index.php/njingaesape/article/view/1036 Mon, 03 Oct 2022 00:00:00 -0300 19.A educação sexual da mulher rural na região Sul de Moçambique e o direito à saúde https://revistas.unilab.edu.br/index.php/njingaesape/article/view/1066 <p>Moçambique é um país africano que ocupa 181º no Índice de desenvolvimento Humano (2019). A maioria das mulheres ainda é analfabeta e segue a cultura machista fundamentada pela cultura. Daí se questiona como a mulher recebe a educação sexual no contexto das tradições? Sendo assim, a mulher ainda está ‘amarrada’ à cultura e à religião que perpetua a superioridade do homem; a mulher rural, por estar longe da televisão, das tecnologias não consegue despertar para as práticas inovadoras da liberdade sexual; a mulher moçambicana ainda é educada na tradição patrilinearista e não consegue singrar a liberdade à saúde sexual desejada. Os objetivos da pesquisa são explicar as interferências da cultura da saúde da mulher; debater os direitos à saúde da mulher moçambicana em especial na região sul de Moçambique. Trata-se de uma pesquisa bibliográfica e documental que busca compreender e analisar o estado de arte olhando para a realidade da região Sul de Moçambique. Essa busca e análise permite compreender que a mulher rural precisa de apoio da sociedade e do Estado moçambicano na busca da sua afirmação e cidadania. A educação sexual deve iniciar na família, primeiro combatendo o tabu sobre o sexo para depois mostrar que a mulher deve ser independente e dona do seu corpo. A sexualidade da mulher deve ser respeitada e inserida na cultura moderna.</p> <p>***</p> <p><strong>Xitlhokovetselo</strong>: Mozambique i tiko ra Afrika leri nga eka xiyimo xa 181 eka Human Development Index (2019). Vavasati vo tala va ha swi koti ku hlaya na ku tsala naswona va landzelela ndhavuko wa rimbewu lowu sekeriweke eka ndhavuko. Hikwalaho, xivutiso hi leswaku xana vavasati va yi kuma njhani dyondzo ya rimbewu eka xiyimo xa mindhavuko? Xisweswo, wansati wa ha ‘boheleriwe’ eka ndhavuko ni vukhongeri lebyi kondletelaka ku tlakuka ka vavanuna; vavasati va le makaya, tanihi leswi va nga ekule ni thelevhixini, thekinoloji, a va nge pfuki eka maendlelo lamantshwa ya ntshunxeko wa rimbewu; wansati wa le Mozambique wa ha dyondzekile eka ndhavuko wa patrilinealist naswona a nga swi koti ku fikelela ntshunxeko wa rihanyo ra rimbewu leri lavekaka. Swikongomelo swa ndzavisiso i ku hlamusela ku nghenelela ka ndhavuko wa rihanyo ra vavasati; burisana hi timfanelo ta rihanyo ta vavasati va le Mozambique, ngopfungopfu exifundzheni xa le dzongeni wa Mozambique.Leyi i ndzavisiso wa bibliyografiki na matsalwa lowu lavaka ku twisisa no xopaxopa xiyimo xa vutshila hi ku languta ntiyiso wa xifundzha xa le dzongeni wa Mozambique. Ku lavisisa loku na nxopaxopo swi hi pfumelela ku twisisa leswaku vavasati va le makaya va lava nseketelo ku suka eka vaaki na Mfumo wa Mozambique eku laveni ka ku tiyisisiwa ka vona na ku va vaakatiko. Dyondzo ya swa masangu yifanele kusungula endyangwini, kusungula ku lwisana na taboo ya masangu kutani kukombisa leswaku vavasati vafanele ku tiyimela naku va vafumi eka mimiri ya vona. Vuxavisi bya rimbewu bya vavasati byi fanele ku xiximiwa no nghenisiwa eka ndhavuko wa manguva lawa.</p> Florência Paulo Nhavenge-Timbane Copyright (c) 2022 NJINGA e SEPÉ: Revista Internacional de Culturas, Línguas Africanas e Brasileiras http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unilab.edu.br/index.php/njingaesape/article/view/1066 Mon, 03 Oct 2022 00:00:00 -0300 20.Nativos e Imigrantes Digitais, um olhar às Tecnologias de Informação e Comunicação: estudo de caso do Instituto Superior Politécnico de Manica, em Moçambique https://revistas.unilab.edu.br/index.php/njingaesape/article/view/1067 <p>O presente artigo visa abordar a respeito dos nativos e imigrantes digitais, um olhar às Tecnologias de Informação e comunicação, um estudo de caso que envolve os estudantes do Instituto Superior Politécnico de Manica, em Moçambique. É uma pesquisa exploratória com abordagem quali-quantitativa sustentada pela pesquisa bibliográfica, que se baseou no inquérito por questionário para a recolha de dados que depois foram quantificados e interpretados a partir do método de análise de conteúdos. Fizeram parte do estudo 20 estudantes de diferentes cursos, sendo 10 nativos e 10 imigrantes digitais, distribuídos em 5 homens e 5 mulheres, para cada grupo. São considerados de nativos, sujeitos com idade inferior a 42 anos e imigrantes os que partem de 42 anos para cima. Através da análise dos questionários, ficou evidente que, embora haja dificuldades no uso das TIC no processo de ensino e aprendizagem, os nativos encontram-se avançados e atualizados a respeito do uso de recursos tecnológicos (computadores e celulares android) como meios que auxiliam a aprendizagem. Ficou claro que os nativos dominam e navegam pela internet em busca de saberes, ao passo que imigrantes digitais ficam apegados aos métodos tradicionais de aprendizagem, ficando desconfortáveis em ambientes digitais.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;</strong></p> <p><strong>***</strong></p> <p><strong>Chigwagwa (cimanyica)</strong>: Ichi chinyorwa chine chinangwa chekutaura nezve vazvarwi no vabvakure vedhijitari, kutarisira kwe michini dzeRuzivo uye nokuziisa chidzidzo chinosanganisira vadzidzi veInstituto Superior Politécnico de Manica, kuMozambique. Itsvagiridzo yekuongorora zvekutsanangura masoko anotsigirwa netsvakiridzo yemabhuku iyo yaive yakavakirwa pabvunzo yemibvunzo yekuunganidza masoko idzo dzakazoverengwa nekududzirwa pachishandiswa nzira yekuongorora zvinyorwa. Vadzidzi makumi maviri kubva kumakosi akasiyana vakatora chikamu muchidzidzo ichi, vari zvizvarwa gumi uye gumi vanobva kune dzimwe nyika, vakakamurwa kuita varume vashanu nevakadzi vashanu, kuboka rega-rega. Vanhu vari pasi pemakore makumi mana nemaviri ekuberekwa uye vanobva kune dzimwe nyika vanoonekwa sevakaberekerwa, avo vane makore 42 zvichikwira. Kuburikidza nekuongorora kwemibvunzo, zvakaonekwa kuti, kunyange zvazvo paine matambudziko mukushandiswa kweTIC mukudzidzisa nekudzidza.&nbsp; vagari venzvimbo iyi vane ruzivo rwepamusoro uye rwechizvino-zvino maererano nekushandiswa kwezviwanikwa zvehunyanzvi (makomputa nemafoni eandroid) senzira dzinobatsira kudzidza. Zvakava pachena kuti zvizvarwa zvemo zvinotonga uye kuongorora internet mukutsvaga ruzivo, nepo vabvakure vedhijitari vakanamira kunzira dzechinyakare dzekudzidza, vachitadza kugadzikana munzvimbo dzedhijitari.</p> <p>&nbsp;</p> Amosse Jorge Gelo, Elizabeth Mariana Alfredo Capathia Nahia, José Luís Dias Copyright (c) 2022 NJINGA e SEPÉ: Revista Internacional de Culturas, Línguas Africanas e Brasileiras http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unilab.edu.br/index.php/njingaesape/article/view/1067 Mon, 03 Oct 2022 00:00:00 -0300 21.As implicações da desistência escolar da rapariga a partir dos valores educativos dos ritos de iniciação: caso escola primária, distrito de Gurué https://revistas.unilab.edu.br/index.php/njingaesape/article/view/1019 <p>A problemática da desistência da rapariga na rede escolar relacionada com a prática dos ritos de iniciação constitui um grande desafio e, por conseguinte, suscita novas perspectivas na gestão do processo educativo por parte do Ministério de Educação e Desenvolvimento Humano, no geral, e particularmente nos Serviços Distritais de Educação Juventude e Tecnologia, espalhados um pouco por todos os distritos de Moçambique. Contudo, os ritos são regras de conduta que prescrevem como o homem deve comportar-se com as coisas sagradas. Neste contexto, o presente artigo, intitulado: “As implicações da desistência escolar da rapariga, a partir dos valores educativos dos ritos de iniciação: caso Escola Primária de Gurué”, visa responder à seguinte questão: Quais são as implicações da desistência da rapariga a partir dos valores educativos dos ritos de iniciação da Escola Primária Y? o artigo tem como objectivo principal mencionar as implicações dos ritos de iniciação associadas à desistência da rapariga da Escola Primária Y. Para operacionalizaçao do objetivo em referência, a investigação foi desenvolvida recorrendo a uma metodologia do tipo qualitativo, de caráter descritivo, orientando-se no paradigma interpretativo, baseado na modalidade de estudo de caso. Não obstante, usamos a seguinte técnica de recolha de dados: entrevista semiestruturada. Concluímos que, em relação às implicações dos ritos de iniciação associadas à desistência da rapariga na Escola Primária Y, registrou-se o casamento prematuro, gravidez indesejada resultando em complicações no parto devido à precocidade de idade e culminando com lacerações do canal vaginal, fístula, cesariana e, em casos grave, morte materna. Fato que constitui uma perda irreparável para a família, sociedade e a escola visto que agrava a desistência das raparigas nas escolas.</p> <p>***</p> <p> </p> <p><strong>N’lakihero: (Elomwe) </strong>Mwaha wa assinahano anahiya ohussera n’nthowa na olakiwa echu enakachamiha vatokovene, onaphwanela n’nto wupuweleliwa phama nassitokwene a nikhuru n’ntokwene namahussero, shasha makhuru ohussera a ipoma imohamoha sa elapo ya Moçambique. N’nto olakiwa, ikano somakholoni inamuhussiha muchu makhalelo awechela mokhalani mwawe. N’nthowa nayeyo muhussero ola nichan’nahu “Makachamiho anam’mphachuwela nahano onahiya ohussera n’nthowa na ikano onahusseraiye alakiwaka: Eneneryo ya vascola primária Y yawana Gurué”, okhwelaka wakhula yokoha ela: Tiheni enam’mphachuwela nahano onahiya ohussera n’nthowa na ikano onahusseraiye alakiwaka vascola primaria Y? Muhussero ola onakhwela woneiha makachamiho olakiwa olikanhihiwaka ni mwaha wassinahano ohiya ohussera vascola Primária Y. Wi ophulihiwe muhussero ola, weriwe mukohakoho, otaphuleliwa yele yoniwe echarihiwaka mahussero matokwene. N’nlikanyihaka mwaha wolakiwa ni ohiya ohussera wa assinahano vascola Primária Y, niphwan’nyevo wi, akhala assinahano atheliwe eyen’nve, erupala ehichun’ne, emalela nimakachamiho woyarani, ananyoko aya yahuwa, nari echuphuwa ekumanela nin’nthumu, ethaliwa irukulu eyaraka, m’mpaka okhwa. Echu enayeleliha amossi, n’nloko niscola wacheraka mwaha wassinahano anachawa muscola. </p> Inácia Helena Langacitela Mungomane, Adérito Gomes Barbosa Copyright (c) 2022 NJINGA e SEPÉ: Revista Internacional de Culturas, Línguas Africanas e Brasileiras http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unilab.edu.br/index.php/njingaesape/article/view/1019 Mon, 03 Oct 2022 00:00:00 -0300 22.Avaliação da eficácia das estratégias usadas no combate aos casamentos prematuros nas escolas: Caso no distrito de Mecubúri-Sede 2019-2021 https://revistas.unilab.edu.br/index.php/njingaesape/article/view/1068 <p>O presente trabalho tem por objectivo fazer um exercício de Avaliação da eficácia das estratégias usadas no combate aos casamentos prematuros no distrito de Mecuburi-sede.&nbsp; O casamento prematuro é uma das piores formas de violência contra meninas moçambicanas. Com objectivo de Analisar as Estratégias usadas no combate aos casamentos prematuros provou-se que as estratégias doravante usadas no combate aos casamentos prematuros ainda são fracas, oque implica ainda prevalece o fenómeno de aumento de casamentos prematuros, embora seu impacto nas crianças do ensino primário tem sido negativo, onde diversos hábitos e costumes podem proporcionar a perpetuação de várias formas de violência contra crianças e adolescentes. Estudo que foi realizado quanto ao tipo trata-se de um estudo qualitativo, para a sua elaboração foi usado o método de observação direita, seguido de uma entrevista e questionário com vista a apurar os resultados, por final foi usado o método de saturação, e a escola é o lugar por excelência para conter a propagação dos casamentos prematuros. A escola ora em estudo provocou nas nossas variáveis, que uma das formas de combater o fenómeno e como ainda envolver os líderes comunitários no plano de Direcção de escola no combate os casamentos prematuros, isso fica como alternativa para o combate aos casamentos prematuros.</p> <p>***</p> <p><strong>&nbsp;</strong>Mutekola ola vá ohana onlipiheriwa wopaka muteko wophela othokiha ni n'roromelo sa mithenkeso sinvariwa wira omananihiwe omaliha othela wa anamwane wa odistrito ya orapale-ovila. Masomelo apakinwe ni muthinto wotareya, othela wa anamwane eri epanthe yotepa ottakhala ni oyokumihai ihaki aximwase omoçambique ni muruku wophela owehaweha mithenkeso sovara omaliha othelana wa anamwane wopwanyaneya wira muthenkeso worela othara wo omalamaliha wa othelana wa anamwane nlelo tisohilipalipa enhinya wira nlelio enitipele ehasara yo waxerya othelana wa anamwane, onamwi otakala n'no wahaxaka anamwane ale ansoma ixikola sopaserya sinkhala sotepa evolola, ntoko ilimalelo saya ni nkethelo saya tisopiyerya onyanyerya makhalelo aya wa ipanthe sintxene sohononela ihaki sa anamwane ni amiravo ni eximola nri nipuro nothithimineya wira nilalerye omaliha othelana wa anamwane. Exikola mokithi ninsomahu yotanyerya mwamiaini mwamihini kwahu mithenkeso wi n'mosa wamukhalelo womalamaliha ehasara ela ori wahela muhina mamwene mithekoni ya tiresão ya exikola wira nimalamalihe ohithelana wa anamwene, ela enhala ontoko ephiro wira nimanamanihe othelana wa anamwent.</p> Marchal Manufredo Chilimile Copyright (c) 2022 NJINGA e SEPÉ: Revista Internacional de Culturas, Línguas Africanas e Brasileiras http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unilab.edu.br/index.php/njingaesape/article/view/1068 Mon, 03 Oct 2022 00:00:00 -0300 23.Contributo do currículo local na promoção de valores e saberes locais da comunidade https://revistas.unilab.edu.br/index.php/njingaesape/article/view/1021 <p>O presente trabalho de pesquisa com o tema: contributo do currículo local na promoção de valores e saberes da comunidade tem como objectivo geral compreender o contributo do currículo local na promoção de valores e saberes da comunidade e como objectivos específicos: discutir o conceito do currículo local, descrever a forma como se elabora e implementa e por fim explicar o contributo do mesmo na promoção de valores e saberes locais. A pesquisa tem a seguinte pergunta de partida: De que forma o currículo local contribui para a promoção de valores e saberes da comunidade? A mesma é de natureza bibliográfica e consistiu na análise de obras de Basílio (2006/12) Castiano (2005) Mweze (2019) Semali (1999), Mangue (2019), Ogunniyi (2008) Laita (2013) Ibraimo e Cabral (2015) entre outros. Sob o ponto de vista de exactidão da pesquisa é qualitativa. Quanto aos objectivos é explicativa. Com o levantamento teórico havido constatou-se que, o currículo local tem contribuído para a promoção de valores e saberes da comunidade recolhendo e colocando os valores e saberes locais na escola para coexistirem com os modernos onde se expõem, discutem e argumentam; contribui ainda permitindo que grupos antes excluídos tributem com saberes no conhecimento universal, complementando o currículo oficial definido centralmente incorporando matérias diversas da vida da comunidade nas disciplinas contempladas no plano de estudo por forma a desenvolver nos alunos saberes locais, dotando lhes de conhecimentos, habilidades, valores e atitudes que lhes permita uma participação plena no conhecimento social, cultural e económico da comunidade.</p> <p>***</p> <p><strong>Muhtasari: </strong>Kazi ya sasa ya utafiti yenye mada: mchango wa mtaala wa ndani katika kukuza maadili na maarifa ya jamii ina lengo la jumla la kuelewa mchango wa mtaala wa ndani katika kukuza maadili na maarifa ya jamii na. kama malengo mahususi: kujadili dhana ya mtaala wa ndani, kuelezea jinsi inavyofafanuliwa na kutekelezwa na hatimaye kuelezea mchango wake katika kukuza maadili na maarifa ya mahali hapo. Utafiti una swali la kuanzia lifuatalo: Je, mtaala wa ndani unachangia vipi katika kukuza maadili na maarifa ya jamii? Ni ya kibiblia katika asili na ilijumuisha uchanganuzi wa kazi za Basílio (2006/12); Castiano (2005); Mweze (2019); Semali (1999); Mangue (2019); Ogunniyi (2008); Laita (2013); Ibraimo na Cabral (2015) kati ya wengine. Kwa mtazamo wa usahihi, utafiti ni wa ubora. Kuhusu malengo ni maelezo. Kwa uchunguzi wa kinadharia, ilibainika kuwa mtaala wa mtaani umechangia katika kukuza maadili na maarifa ya jamii, kukusanya na kuweka maadili na maarifa shuleni ili kuendana na yale ya kisasa pale yanapofichuliwa; kujadiliwa na kujadiliwa; Pia huchangia kwa kuruhusu vikundi vilivyotengwa hapo awali kuchangia maarifa katika maarifa ya ulimwengu wote, inayosaidia mtaala rasmi ulioainishwa na serikali kuu unaojumuisha masomo mbalimbali kutoka kwa maisha ya jamii katika masomo yaliyojumuishwa katika mpango wa somo ili kukuza maarifa ya ndani kwa wanafunzi, kuwapa maarifa, ustadi, maadili na mitazamo inayowaruhusu kushiriki kikamilifu katika maarifa ya kijamii, kitamaduni na kiuchumi ya jamii.</p> Américo Gabriel Copyright (c) 2022 NJINGA e SEPÉ: Revista Internacional de Culturas, Línguas Africanas e Brasileiras http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unilab.edu.br/index.php/njingaesape/article/view/1021 Mon, 03 Oct 2022 00:00:00 -0300