Acessibilidade linguística como fundamento da inclusão de surdos no Movimento Escoteiro Brasileiro
Wiwọle si ede gẹgẹbi ipilẹ fun ifisi awọn aditi sinu Ẹgbẹ Awọn ọmọ ẹgbẹ Brazil
Palavras-chave:
Movimento Escoteiro, Acessibilidade linguística, Libras, Práticas pedagógicas bilínguesResumo
PARA ASSISTIR O VIDEO-ARTIGO CLIQUE AQUI
Esta pesquisa tem como objetivo analisar a acessibilidade linguística para surdos no Movimento Escoteiro Brasileiro, destacando a Língua Brasileira de Sinais como elemento fundante da identidade da Comunidade Surda e condição para inclusão efetiva. A relevância do estudo reside na necessidade de ampliar práticas inclusivas em espaços educativos não formais, evidenciando o escotismo como ambiente formativo de cidadania para jovens surdos. A fundamentação teórica ancora-se nas produções de Quadros e Karnopp (2004), no que se refere à estrutura linguística da Libras, nas contribuições de Nascimento (2004) acerca do Movimento Escoteiro no Brasil, bem como em marcos legais, como a Lei nº 10.436/2002. Do ponto de vista metodológico, a pesquisa assume natureza qualitativa, baseada em levantamento bibliográfico e análise documental, voltada à compreensão histórica dos vínculos entre escotismo e inclusão de surdos. Os resultados evidenciam lacunas na consolidação de terminologias específicas e na implementação de práticas pedagógicas bilíngues no contexto escoteiro. Em decorrência desses achados, propomos a construção de uma linha do tempo que sistematiza avanços históricos e contribui para a desmistificação de concepções sobre a surdez. Concluímos que a acessibilidade linguística constitui alicerce para a promoção de direitos linguísticos no escotismo, o que demanda produção contínua de materiais educativos e acadêmicos.
*****
Ìwádìí yìí ní èrò láti ṣe àgbéyẹ̀wò bí àwọn adití ṣe lè rí èdè gbà nínú Ẹgbẹ́ Àwọn Aláwọ̀ Brazil, láti tẹnu mọ́ èdè Àwọn Aláwọ̀ Brazil gẹ́gẹ́ bí kókó pàtàkì nínú ìdámọ̀ Àwùjọ Àwọn Aláwọ̀ Brazil àti ipò fún ìfàmọ́ra tó múná dóko. Ìbámu ìwádìí náà wà nínú àìní láti fẹ̀ sí àwọn ìṣe ìfọwọ́sowọ́pọ̀ nínú àwọn ibi ẹ̀kọ́ tí kìí ṣe ti ìṣètò, láti tẹnu mọ́ ìfọwọ́sowọ́pọ̀ gẹ́gẹ́ bí àyíká ìṣẹ̀dá fún ọmọ ìlú fún àwọn ọ̀dọ́ adití. Ìpìlẹ̀ ìmọ̀-ẹ̀rọ náà dá lórí iṣẹ́ Quadros àti Karnopp (2004), nípa ìṣètò èdè ti Àwọn Aláwọ̀ Libra (Èdè Àwọn Aláwọ̀ Brazil), lórí àwọn àfikún ti Nascimento (2004) nípa Ẹgbẹ́ Àwọn Aláwọ̀ Scout ní Brazil, àti lórí àwọn ìlànà òfin, gẹ́gẹ́ bí Òfin Nọ́mbà 10.436/2002. Láti ojú ìwòye ọ̀nà, ìwádìí náà gbà pé ó jẹ́ ànímọ́ tó dára, tí ó dá lórí ìwádìí ìwé àti ìwádìí ìwé, tí ó dojúkọ òye ìtàn nípa àwọn ìsopọ̀ láàárín ìfọwọ́sowọ́pọ̀ àti ìfàmọ́ra àwọn adití. Àwọn àbájáde náà fi àwọn àlàfo hàn nínú ìṣọ̀kan àwọn ọ̀rọ̀ pàtó àti nínú ìmúṣẹ àwọn ìṣe ìkọ́ni èdè méjì nínú àyíká ìfọwọ́sowọ́pọ̀. Láti orí àwọn àwárí wọ̀nyí, a dámọ̀ràn ìgbékalẹ̀ àkókò kan tí yóò ṣètò àwọn ìlọsíwájú ìtàn àti láti mú kí àwọn èrò nípa àìgbọ́dọ̀máṣe hàn kedere. A parí èrò sí pé wíwọlé sí èdè jẹ́ ìpìlẹ̀ fún ìgbéga ẹ̀tọ́ èdè nínú wíwolé, èyí tí ó nílò ìṣiṣẹ́ àwọn ohun èlò ẹ̀kọ́ àti ẹ̀kọ́ nígbà gbogbo.
Downloads
Referências
PARENTE, Rangel Magno Feitosa; GODOI, Eliamar. Acessibilidade linguística como fundamento da inclusão de surdos no Movimento Escoteiro Brasileiro. Njinga & Sepé: Revista Internacional de Culturas, Línguas Africanas e Brasileiras. São Francisco do Conde (BA), vol.6, nº Especial I, s.p., jan./jun.2026.
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2026 NJINGA e SEPÉ: Revista Internacional de Culturas, Línguas Africanas e Brasileiras (ISSN: 2764-1244)

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International License.
1.Autores mantêm os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, sendo o trabalho simultaneamente licenciado sob a Creative Commons Attribution License o que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria do trabalho e publicação inicial nesta revista. A Revista usa a Licença CC BY que permite que outros distribuam, remixem, adaptem e criem a partir do seu trabalho, mesmo para fins comerciais, desde que lhe atribuam o devido crédito pela criação original. É a licença mais flexível de todas as licenças disponíveis. É recomendada para maximizar a disseminação e uso dos materiais licenciados.
2.Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório digital institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.
3.Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal, nas redes sociais) a qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado (Trata-se da política de Acesso Livre).
