NJINGA e SEPÉ: Revista Internacional de Culturas, Línguas Africanas e Brasileiras (ISSN: 2764-1244) https://revistas.unilab.edu.br/njingaesape <p>​A <strong>Revista Científica Njinga &amp; Sepé</strong> <strong>(ISSN: 2764-1244)</strong> foi criada em homenagem a Rainha africana Njinga Mbandi e ao guerreiro indígena brasileiro Sepé Tiarajú. A Revista respeita a Declaração Universal dos Direitos Linguísticos (1996), a Declaração Universal dos Direitos Humanos (1948), A Declaração Universal sobre a Diversidade Cultural (2002) e a Declaração das Nações Unidas sobre os Direitos dos Povos Indígenas (2006).</p> <p>A <strong>Revista Njinga &amp; Sepé</strong> aceita e publica textos escritos em <strong>qualquer língua africana</strong> ou <strong>indígena brasileira</strong> e vídeos de línguas de sinais. Abre-se exceção especial para todas as línguas de Timor Leste por ser país parceiro da UNILAB. Os textos escritos em qualquer outra língua europeia (espanhol, francês, português ou inglês) deverão estar acompanhados de um resumo numa <strong>língua africana ou indígena brasileira</strong>. As línguas de sinais terão 2 resumos e um vídeo de 10 à 15 minutos. A Revista publicará um (1) volume por ano, com dois números (1º número em maio e 2º número em outubro) e ocasionalmente <strong>volumes especiais</strong> a depender da demanda dos autores e da Comissão Científica. Trata-se de uma <strong>Revista de Acesso gratuito (Open Journal System-OJS).</strong></p> <p><em>A</em><strong> Revista Njinga &amp; Sepé </strong>é composta por sete (7) seções: <strong>Seção I</strong> - Artigos inéditos e traduções/interpretações; <strong>Seção II</strong> - Entrevistas, resenhas de livros; <strong>Seção III</strong> - Poesias e Letras de canções populares; <strong>Seção IV</strong> - Relatos de experiências, fotos, receitas de comidas tradicionais, ritos e festividades ; <strong>Seção V</strong> - Provérbios, tabus, mitos e outras;<strong> Seção VI</strong> - Línguas de sinais; <strong>Seção VII</strong> - Varia (Áreas afins). Cada autor escolherá uma seção. É importante que todos os autores estejam cadastrado porque os textos deverão ser submetidos pelo site da Revista. Bem hajam as culturas, tradições e línguas dos povos indígenas brasileiros, dos povos africanos e do povo de Timor Leste. </p> <p>Todos os textos recebidos são primeiramente submetidos a verificação da originalidade com o uso do software Turnitin Originality, da empresa Turnitin para a detecção de similaridade textual e integridade em textos acadêmicos (antiplágio): <a href="https://www.turnitin.com/products/originality">https://www.turnitin.com/products/originality</a>. Os textos aprovados nesta fase são submetidos a avaliação dos pares (às cegas) para a definição da aprovação ou não.</p> <p>O acesso aos trabalhos publicados <span style="font-size: 0.875rem;">é inteiramente GRATUITO</span><span style="font-size: 0.875rem;">. Os autores não pagam e nem recebem nenhum tributo financeiro pela contribuição e publicação. Os editores, avaliadores, tradutores, Comité Científico e outros colaboradores participam voluntariamente.</span></p> <p><strong>Princípios de Diversidade, Equidade, Inclusão e Acessibilidade</strong><strong> (DEIA)</strong></p> <p> A Revista Njinga &amp; Sepé respeita e aceita das diversas línguas africanas e indígenas brasileiras contribuindo para o resgate e consolidação das línguas como bem imaterial da humanidade. A revista contribui na promoção mudanças na comunidade acadêmica especialmente ao acolher pesquisas de diversas áreas provenientes de países sem Revistas. A Revista Njinga &amp; Sepé trabalhar sempre por representatividade ampla de autoria, editoria e avaliação, considerando a diversidade geográfica, institucional e sócio-econômica. A Revista Njinga &amp; Sepé incentiva a comunidade surda a publicar seus artigos em línguas de sinais, por isso que há uma seção (Seção VI) que acolhe trabalhos deste público minorizado. A Revista Njinga &amp; Sepé encoraja autores/as a usar linguagem respeitosa e inclusiva ao escrever seus manuscritos, incluindo a sua variedade. As variedades do português africano e timorense são acolhidas com muita satisfação e são encorajadas sem preconceito porque todas as variedades são úteis para as comunidade de fala. A Revista orienta editores/as, tradutores e avaliadores/as a se manifestarem imediatamente ao identificar linguagem que promova viés racista, etarista, sexista, ou qualquer tipo de viés que promova desrespeito, exclusão ou aversão a qualquer tipo de público ou população. A Revista Njinga &amp; Sepé é democrática e é de acesso gratuito e os interessados conseguem baixar os artigos e ler onde quer que estejam, usando aaparelhos eletronicos disponíveis. A Revista Njinga &amp; Sepé está conectada à base de dados internacionais e incentiva, apoia a coleta de dados que permitam desenvolvimento, mensuração, análise e gestão de indicadores de diversidade, igualdade, inclusão e acessibilidade. A Revista Njinga &amp; Sepé fortalece a comunicação com a sociedade e com a comunidade científica promovendo Conferências, Palestras, Encontros, Seminários por meio do <a href="https://www.youtube.com/@revistanjingasepe5651">Canal Youtube da Revista Njinga &amp; Sepé</a> , por meio das redes sociais, em páginas das instituições e outros espaços de divulgação do conhecimento. </p> <p> </p> pt-BR <div>Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:</div> <div> <p>1.Autores mantêm os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, sendo o trabalho simultaneamente licenciado sob a <strong>Creative Commons Attribution License</strong> o que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria do trabalho e publicação inicial nesta revista. 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A sua prática, analisada à luz do respeito pela dignidade humana e da controvérsia com o direito à vida, foi estudada na Cidade de Chimoio, com o intuito de abordar o nível de conhecimento da eutanásia e dos seus diferentes tipos e, no final, apresentar propostas pessoais para o aprofundamento da matéria relativa à violação do direito humano fundamental que é o direito à vida, consagrado na Constituição da República de Moçambique. Para alcançar os objectivos, recorreu-se à pesquisa bibliográfica e à pesquisa de campo, que abrangeu 42 participantes com idades entre 18 e 45 anos, recorrendo, consoante o grupo, a entrevistas semi-estruturadas, conversas informais e observação direta. Os resultados mostram que 83.3% têm conhecimento prévio do significado da eutanásia, mas, apesar de terem conhecimento do seu significado, não sabiam ao certo quais eram os tipos de prática da eutanásia, uma vez que 54.8% não conheciam a eutanásia activa e apenas 45.2% tinham conhecimento. Concluiu-se que a presente pesquisa não deve constituir um ponto final deste tipo de investigação, pois não esgota todas as opiniões divergentes, e recomenda-se a criação de uma lei que proíba ou penalize a sua prática.</p> <p>******* </p> <p>Euthanasia is a compassionate and humanitarian practice aimed at ensuring a painless death for a seriously ill patient, in contrast with the constitutional precept set out in Article 40 concerning the right to life. Its practice, analysed in light of respect for human dignity and the controversy surrounding the right to life, was studied in the City of Chimoio, with the aim of assessing the level of knowledge about euthanasia and its different types and, ultimately, presenting personal proposals to deepen the discussion concerning the violation of the fundamental human right to life enshrined in the Constitution of the Republic of Mozambique. To achieve the objectives, bibliographical research and field research were used; the fieldwork involved 42 participants aged between 18 and 45 and combined, according to the participant group, semi-structured interviews, informal conversations and direct observation. The results show that 83.3% had prior knowledge of the meaning of euthanasia; however, despite knowing its meaning, they were not sure about the types of euthanasia practised, since 54.8% did not know about active euthanasia and only 45.2% did. It was concluded that this research should not be regarded as the final word on this type of study, as it does not exhaust all divergent opinions, and the creation of a law prohibiting or penalising the practice is recommended.</p> Zefanias Jone Magodo Copyright (c) 2026 NJINGA e SEPÉ: Revista Internacional de Culturas, Línguas Africanas e Brasileiras (ISSN: 2764-1244) http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unilab.edu.br/njingaesape/article/view/1988 Fri, 18 Sep 2026 00:00:00 -0300 A ética ambiental na era do desenvolvimento tecno-científico https://revistas.unilab.edu.br/njingaesape/article/view/1730 <p>O presente artigo, intitulado A ética ambiental na era do desenvolvimento tecno-científico, resulta de uma reflexão sobre os contornos da relação entre ética e desenvolvimento tecnológico, num momento em que a modernidade se justifica pela ciência e pela técnica, mas tende a negligenciar a sociedade e o meio ambiente. O artigo visa analisar o progresso das ciências tecnológicas à luz do desenvolvimento sustentável e da proteção ecológica, tendo como referência os pensamentos de Hans Jonas e Severino Ngoenha. Para tal, recorreu-se a autores que defendem o uso racional das tecnologias em benefício do ambiente e das gerações futuras. O método adotado foi o hermenêutico, baseado na interpretação de obras fundamentais e artigos secundários que dialogam com a problemática da ética ambiental, do desenvolvimento tecnológico e da justiça planetária, com especial atenção para África e para o pensamento dos dois filósofos centrais. A reflexão proposta não é de caráter técnico, mas moral e cultural, partindo do pressuposto de que a questão fundamental dos problemas ambientais reside na injustiça económica que atinge a maioria da humanidade. Ngoenha discorda do imperativo categórico jonasiano por considerá-lo desprovido de reciprocidade, propondo, em alternativa, uma ética de solidariedade sincrónica e diacrónica que articule justiça social e justiça planetária. Conclui-se que não há verdadeira justiça planetária nas respostas dadas ao problema ecológico, mas sim uma manipulação ideológica por parte do Ocidente, que provoca alterações climáticas que recaem sobre os países mais vulneráveis e, em nome da ajuda humanitária, os submete a mecanismos de endividamento e empobrecimento, nomeadamente através do FMI e do Banco Mundial. Recomenda-se, assim, que o maior desafio para África seja a desobediência crítica em relação ao Ocidente e a busca por soluções próprias de progresso.</p> <p>****** </p> <p>The present article, entitled Environmental Ethics in the Age of Techno-Scientific Development, results from a reflection on the relationship between ethics and technological development at a time when modernity is justified by science and technology but tends to neglect society and the environment. The article aims to analyze the progress of technological sciences in the light of sustainable development and ecological protection, with reference to the thought of Hans Jonas and Severino Ngoenha. To this end, it draws on authors who advocate the rational use of technologies for the benefit of the environment and future generations. The hermeneutic method was adopted, based on the interpretation of fundamental works and secondary articles that address environmental ethics, technological development, and planetary justice, with particular attention to Africa and the thought of the two central philosophers. The proposed reflection is not technical but moral and cultural, starting from the assumption that a fundamental issue underlying environmental problems lies in the economic injustice affecting most of humanity. Ngoenha disagrees with Jonas's categorical imperative because he considers it devoid of reciprocity, proposing instead an ethic of synchronic and diachronic solidarity that articulates social justice and planetary justice. The article concludes that there is no true planetary justice in the responses to the ecological problem, but rather ideological manipulation by the West, whose actions contribute to climate changes that disproportionately affect more vulnerable countries and which, in the name of humanitarian aid, subjects them to mechanisms of indebtedness and impoverishment, particularly through the IMF and the World Bank. It therefore recommends that Africa's greatest challenge be critical disobedience toward the West and the search for its own paths to progress.</p> Ezequiel Ernesto Lampião Copyright (c) 2026 NJINGA e SEPÉ: Revista Internacional de Culturas, Línguas Africanas e Brasileiras (ISSN: 2764-1244) http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unilab.edu.br/njingaesape/article/view/1730 Fri, 18 Sep 2026 00:00:00 -0300 Capa, Conselho científico, Sumário https://revistas.unilab.edu.br/njingaesape/article/view/3005 <p>1</p> Alexandre António Timbane (Editor-Chefe) Copyright (c) 2026 NJINGA e SEPÉ: Revista Internacional de Culturas, Línguas Africanas e Brasileiras (ISSN: 2764-1244) http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unilab.edu.br/njingaesape/article/view/3005 Fri, 18 Sep 2026 00:00:00 -0300 Editorial: Entre línguas, direitos e territórios: educação, sociedade e ambiente em Angola e Moçambique https://revistas.unilab.edu.br/njingaesape/article/view/3004 Paula Isabel Marques Martins Baptista Querido Copyright (c) 2026 NJINGA e SEPÉ: Revista Internacional de Culturas, Línguas Africanas e Brasileiras (ISSN: 2764-1244) http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unilab.edu.br/njingaesape/article/view/3004 Fri, 18 Sep 2026 00:00:00 -0300 Análise da qualidade do serviço de transporte público na comuna-sede do Município de Cabinda https://revistas.unilab.edu.br/njingaesape/article/view/2160 <p>O transporte público desempenha um papel importante na mobilidade das pessoas dentro de um território, permitindo deslocações por motivos de trabalho, saúde, formação ou lazer. O artigo, com o tema “Análise da qualidade do serviço de transporte público na comuna-sede do Município de Cabinda”, definiu como objetivo analisar a qualidade do serviço de transporte público na comuna-sede do município de Cabinda. Para o efeito, delimitou a análise à problemática do transporte público coletivo urbano por autocarros. Adotaram-se os métodos dedutivo e estatístico e, como técnicas de recolha de dados, utilizaram-se o questionário semi-fechado, a entrevista semi-estruturada, a observação participante e a análise documental. O diagnóstico revela que 79% dos passageiros consideraram a acessibilidade péssima, devido à dificuldade que encontram em aceder às paragens; a frequência de atendimento também foi avaliada como péssima por 86% dos inquiridos, tendo em conta o tempo excessivo entre a passagem de dois autocarros; e o tempo de viagem foi avaliado como mediano por 70% dos passageiros. Em relação ao sistema de informação, 92% dos inquiridos classificaram-no como péssimo, por não existirem quaisquer informações nas paragens sobre as rotas, as operadoras e os horários. Quanto às características dos locais de paragem, cerca de 95% dos inquiridos avaliaram-nas como péssimas, por não haver sinalização adequada, assentos nem coberturas nas paragens que os protejam da chuva e do sol. Relativamente à confiabilidade, 86,9% dos passageiros avaliaram-na como péssima, por não se ter noção do horário de circulação dos autocarros. Por fim, a lotação apresentou um resultado mediano, uma vez que, fora dos horários de pico, os passageiros conseguem viajar de forma relativamente cómoda. Assim, concluiu-se, de forma geral, que a qualidade do transporte público coletivo por autocarros na comuna-sede do Município de Cabinda é considerada má.</p> <p>******* </p> <p>Public transport plays an important role in people’s mobility within a territory, enabling travel for work, healthcare, education, or leisure. This article, entitled “Analysis of the Quality of Public Transport Service in the Main Town of Cabinda Municipality,” sought to assess the quality of public transport services in the municipal seat. The analysis focused on urban collective transport by bus. Deductive and statistical methods were adopted, and the data collection techniques included a semi-closed questionnaire, a semi-structured interview, participant observation, and document analysis. The findings reveal that 79% of passengers rated accessibility as very poor because of difficulties in reaching bus stops; 86% rated service frequency as very poor because of the excessive interval between buses; and 70% rated travel time as average. Regarding the information system, 92% rated it as very poor because no information on routes, operators, or schedules was available at bus stops. As for stop characteristics, around 95% rated them as very poor because of the lack of adequate signage, seating, and shelters. Reliability was rated as very poor by 86.9% of passengers because bus circulation schedules were unknown. Finally, passenger load was rated as average, since passengers were able to travel relatively comfortably outside peak hours. Overall, the quality of urban public bus transport in Cabinda’s municipal seat was considered poor.</p> Estevão Ngoma Custódio Mango, José Baptista Fernando do Rosário Copyright (c) 2026 NJINGA e SEPÉ: Revista Internacional de Culturas, Línguas Africanas e Brasileiras (ISSN: 2764-1244) http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unilab.edu.br/njingaesape/article/view/2160 Fri, 18 Sep 2026 00:00:00 -0300 A efectividade dos Mecanismos de Fiscalização no Combate à Caça Furtiva no Parque Nacional de Mágoè em Tete, Moçambique https://revistas.unilab.edu.br/njingaesape/article/view/1965 <p>Este estudo examina a efetividade das medidas de controlo no combate à caça ilegal no Parque Nacional de Mágoè, empregando uma abordagem de pesquisa concomitante, qualitativa e quantitativa. O propósito central da pesquisa é examinar a visão dos gestores acerca dos instrumentos empregues no combate à caça ilegal e avaliar a efetividade dessas ações. O estudo é classificado como exploratório, possibilitando um entendimento mais profundo do problema e a formulação de suposições acerca dos mecanismos usados na fiscalização dos recursos naturais. A recolha de dados ocorreu em duas etapas: uma revisão bibliográfica, que deu suporte teórico ao estudo, e uma pesquisa de campo, que envolveu observação sistemática e diálogos informais com quatro gestores do parque, permitindo uma análise minuciosa. O Microsoft Excel 2010 foi utilizado para processar e analisar os dados, facilitando a elaboração de gráficos e a análise estatística descritiva. Os resultados revelam que os principais mecanismos de fiscalização para o combate à caça ilegal são as patrulhas regulares, com o envolvimento ativo das comunidades locais, a sua educação e sensibilização, bem como a presença constante de agentes de proteção ambiental e a cooperação com Organizações Não Governamentais. Contudo, o estudo também aponta obstáculos que prejudicam a efetividade dessas ações, tais como a falta de fundos, a corrupção, a ausência de capacitação apropriada dos agentes e os conflitos entre as práticas tradicionais das comunidades e as normas de conservação. Conclui-se que, apesar dos esforços consideráveis para combater a caça ilegal no Parque Nacional de Mágoè, é crucial intensificar a colaboração entre as autoridades e as comunidades, assegurando financiamento apropriado e formação contínua dos intervenientes. Sugere-se, ainda, a implementação de um planeamento estratégico integrado e sustentável para a conservação da biodiversidade da região, que considere as dinâmicas sociais e económicas locais.</p> <p>****** </p> <p>This study examines the effectiveness of control measures in combating illegal hunting in Mágoè National Park, employing a concurrent qualitative and quantitative research approach. The main purpose of the research is to examine managers' views on the instruments used to combat illegal hunting and to assess the effectiveness of these actions. The study is classified as exploratory, enabling a deeper understanding of the problem and the formulation of assumptions about the mechanisms used to monitor natural resources. Data collection occurred in two stages: a literature review, which provided theoretical support for the study, and field research, which involved systematic observation and informal dialogues with four park managers, allowing for a thorough analysis. Microsoft Excel 2010 was used to process and analyse the data, facilitating the production of graphs and descriptive statistical analysis. The results reveal that the main enforcement mechanisms for combating illegal hunting are regular patrols, with the active involvement of local communities, their education and awareness, as well as the constant presence of environmental protection agents and cooperation with non-governmental organizations. However, the study also identifies obstacles that hinder the effectiveness of these actions, such as lack of funds, corruption, insufficient training of agents, and conflicts between traditional community practices and conservation standards. It is concluded that, despite considerable efforts to combat illegal hunting in Mágoè National Park, it is crucial to intensify collaboration between authorities and communities, ensuring appropriate funding and continuous training for those involved. It is also suggested that emphasis be placed on implementing integrated and sustainable strategic planning for the conservation of the region's biodiversity, taking local social and economic dynamics into account</p> Gessica da Cecilia Mendes, Zefanias Jone Magodo Copyright (c) 2026 NJINGA e SEPÉ: Revista Internacional de Culturas, Línguas Africanas e Brasileiras (ISSN: 2764-1244) http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unilab.edu.br/njingaesape/article/view/1965 Fri, 18 Sep 2026 00:00:00 -0300 Caracterização morfométrica da rede hidrográfica do Rio Caculuvar, no Município do Lubango, Angola https://revistas.unilab.edu.br/njingaesape/article/view/2436 <p>A pesquisa visou estudar as características morfométricas da rede hidrográfica do rio Caculuvar, no município do Lubango, Angola, tendo assumido um carácter descritivo, com abordagem quali-quantitativa. Para a recolha de dados, foram aplicados os métodos de revisão bibliográfica, dedutivo, observacional e cartográfico. No levantamento de campo, foram utilizados o GPS, a fita métrica para medições do leito transversal, a régua linimétrica para medir o volume, a máquina fotográfica, o bloco de notas e o lápis de carvão. A fundamentação teórica permitiu compreender que o estudo da rede hidrográfica é fundamental e pode levar à compreensão de numerosos fenómenos hidrodinâmicos e geológicos na bacia do rio Caculuvar, uma vez que constitui um dos processos morfogenéticos mais activos na modificação da paisagem terrestre. As características da rede e da bacia hidrográfica do rio Caculuvar variam sobretudo com a natureza do solo e, entre elas, destacam-se o padrão dendrítico, a hierarquia de 5.ª ordem, a baixa frequência dos rios, a baixa densidade de drenagem e o factor de forma, associado a uma menor possibilidade de ocorrência de cheias e inundações.</p> <p>******* </p> <p>Esta investigación tuvo como objetivo estudiar las características morfométricas de la red hidrográfica del río Caculuvar, en el municipio de Lubango, Angola. Se trató de un estudio descriptivo con un enfoque mixto (cualitativo y cuantitativo). Para la recogida de datos se aplicaron los métodos de revisión bibliográfica, deductivo, observacional y cartográfico. En el trabajo de campo se utilizaron GPS, una cinta métrica para realizar mediciones transversales del cauce, una regla lineal para medir el volumen, una cámara fotográfica, un bloc de notas y un lápiz de carbón. El marco teórico permitió comprender que el estudio de la red hidrográfica es fundamental y puede contribuir a la comprensión de numerosos fenómenos hidrodinámicos y geológicos en la cuenca del río Caculuvar, ya que constituye uno de los procesos morfogenéticos más activos en la transformación del paisaje terrestre. Las características de la red y de la cuenca hidrográfica del río Caculuvar varían principalmente en función de la naturaleza del suelo y, entre ellas, destacan el patrón dendrítico, la jerarquía de quinto orden, la baja frecuencia fluvial, la baja densidad de drenaje y el factor de forma, asociado a una menor probabilidad de que se produzcan crecidas e inundaciones.</p> <p> </p> Ectiandro Stélio Benjamim Lino Copyright (c) 2026 NJINGA e SEPÉ: Revista Internacional de Culturas, Línguas Africanas e Brasileiras (ISSN: 2764-1244) http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unilab.edu.br/njingaesape/article/view/2436 Fri, 18 Sep 2026 00:00:00 -0300 O ensino bilíngue como fator de inclusão: o uso das línguas nacionais no sistema de ensino em Angola https://revistas.unilab.edu.br/njingaesape/article/view/3003 <p style="margin-bottom: .0001pt; text-align: justify;"><span style="font-family: 'DejaVu Sans',sans-serif;">A formação de qualidade é uma preocupação de todas as sociedades. A sociedade angolana é composta por povos falantes de diversas línguas. Embora a Constituição da República de Angola estabeleça o português como língua oficial e determine que o Estado valorize e promova o estudo, o ensino e a utilização das demais línguas de Angola, o sistema educativo permanece predominantemente organizado em português. A legislação educacional estabelece o português como língua de ensino, mas prevê a promoção e a utilização das demais línguas de Angola como complemento e instrumento de aprendizagem. A presença das línguas africanas nas escolas angolanas constitui, por isso, um desafio marcado por condicionantes históricas, institucionais e sociais. O presente trabalho analisa o ensino bilíngue como fator de inclusão social no sistema educativo de Angola, com ênfase no reconhecimento e na valorização das línguas nacionais. Busca compreender as contribuições e os desafios para a promoção da equidade na educação, diante de um contexto marcado pela predominância do português e pela marginalização das línguas locais. Por conseguinte, procura compreender como a implementação do ensino bilíngue pode promover a inclusão social, reduzir desigualdades e valorizar as identidades culturais e linguísticas angolanas. O estudo tem como objetivos identificar políticas públicas e práticas associadas à introdução das línguas nacionais no ensino, descrever estratégias para sua valorização e analisar os desafios enfrentados. Examina-se a situação sociolinguística do país, a organização do sistema educativo e os princípios estabelecidos na Constituição da República que orientam o uso das línguas nacionais no ensino. A pesquisa foi desenvolvida com base em uma abordagem mista, utilizando questionários como instrumentos de coleta de dados, aplicados via Google Formulários a nove (9) pais e encarregados de educação e dez (10) professores de uma única escola. Os resultados descrevem as percepções desses participantes sobre o valor das línguas nacionais, o ensino bilíngue e os obstáculos à sua implementação, destacando a insuficiência de materiais didáticos, a falta de formação específica para docentes e a resistência cultural ao bilinguismo. Conclui-se que, no contexto estudado, a implementação do ensino bilíngue é percebida como uma possibilidade de contribuir para a qualidade educativa, para a valorização das línguas nacionais de origem africana e para a construção de uma sociedade mais plural e socialmente inclusiva.</span></p> <p style="margin-bottom: .0001pt; text-align: justify;"><span style="font-family: 'DejaVu Sans',sans-serif;">********&nbsp;</span></p> <p>Quality education is a concern for all societies. Angolan society comprises peoples who speak various languages. Although the Constitution of the Republic of Angola establishes Portuguese as the official language and requires the State to value and promote the study, teaching and use of the other languages of Angola, the education system remains predominantly organized in Portuguese. Education legislation establishes Portuguese as the language of instruction while also providing for the promotion and use of other Angolan languages as complementary tools for learning. The presence of African languages in Angolan schools therefore remains a challenge shaped by historical, institutional and social constraints. This study analyzes bilingual education as a factor of social inclusion in Angola's education system, emphasizing the recognition and appreciation of national languages. It seeks to understand the contributions and challenges involved in promoting educational equity in a context marked by the predominance of Portuguese and the marginalization of local languages. Accordingly, it examines how the implementation of bilingual education may promote social inclusion, reduce inequalities, and value Angolan cultural and linguistic identities. The study aims to identify public policies and practices associated with introducing national languages into education, describe strategies for their appreciation, and analyze the challenges faced. It examines the country's sociolinguistic situation, the organization of the education system, and the constitutional principles concerning the use of national languages in education. The research adopted a mixed-methods approach and used questionnaires administered via Google Forms to nine (9) parents and guardians and ten (10) teachers from a single school. The results describe these participants' perceptions of the value of national languages, bilingual education, and the obstacles to its implementation, particularly insufficient teaching materials, a lack of specific teacher training, and cultural resistance to bilingualism. It is concluded that, in the context studied, bilingual education is perceived as a possible contribution to educational quality, the appreciation of national languages of African origin, and the construction of a more plural and socially inclusive society.</p> João Cristóvão Da Silva Mussoque , Alexandre António Timbane Copyright (c) 2026 NJINGA e SEPÉ: Revista Internacional de Culturas, Línguas Africanas e Brasileiras (ISSN: 2764-1244) http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unilab.edu.br/njingaesape/article/view/3003 Fri, 18 Sep 2026 00:00:00 -0300 Água, recurso finito: uma sequência didáctica sobre o uso racional da água explorando recursos tecnológicos no ensino pré-escolar https://revistas.unilab.edu.br/njingaesape/article/view/2561 <p>O artigo em causa tem como objetivo refletir sobre uma sequência didática acerca do uso racional da água, explorando recursos tecnológicos no ensino pré-escolar, uma vez que as crianças, nessa fase do seu desenvolvimento, devem ser estimuladas com atividades lúdicas que envolvam tecnologias e promovam o desenvolvimento da capacidade criadora, da imaginação, da expressão motora, do pensamento crítico e da consciencialização sobre o uso racional da água. O artigo reflete os objetivos de aprendizagem da sequência didática e as estratégias previstas na sequência didática, entre as quais se destacam a chuva de ideias, o trabalho colaborativo, as atividades práticas e o diálogo. Não obstante, aborda a importância da água para a vida no planeta e a utilização de recursos tecnológicos para a preservação da água, considerando que o corpo humano é constituído por 70% de água. Face a isso, propõem-se como estratégias didáticas a chuva de ideias, o diálogo, o trabalho colaborativo e os jogos didáticos. Quanto à metodologia, recorreu-se à revisão da literatura e a uma visita de campo com as crianças ao Centro de Produção, Tratamento e Distribuição de Água do Lubango. As visitas de estudo realizadas pelos educadores e pelas crianças fora da instituição tornam a componente lúdica mais evidente e, para além de constituírem uma situação de aprendizagem que favorece a aquisição de conhecimentos, proporcionam também o desenvolvimento de técnicas de trabalho e facilitam a socialização das crianças.</p> <p>****** </p> <p>The aim of this article is to reflect on a didactic sequence about the rational use of water, exploring technological resources in preschool education. Children at this stage of development should be stimulated through playful activities involving technologies that promote creativity, imagination, motor expression, critical thinking, and awareness of the rational use of water. The article presents the learning objectives of the didactic sequence and the strategies planned for the didactic sequence, including brainstorming, collaborative work, practical activities, and dialogue. It also addresses the importance of water for life on the planet and the use of technological resources for water conservation, considering that the human body is composed of 70% water. The proposed didactic strategies include brainstorming, dialogue, collaborative work, and didactic games. The methodology consisted of a literature review and a field visit with the children to the Water Production, Treatment and Distribution Center in Lubango. Study visits carried out by educators and children outside the institution make the playful component more evident and, in addition to constituting a learning situation that favors knowledge acquisition, also promote the development of working techniques and facilitate children's socialization.</p> Viega Cassamuca Muandumba Copyright (c) 2026 NJINGA e SEPÉ: Revista Internacional de Culturas, Línguas Africanas e Brasileiras (ISSN: 2764-1244) http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unilab.edu.br/njingaesape/article/view/2561 Fri, 18 Sep 2026 00:00:00 -0300 Winela emwali: análise dos valores transmitidos às raparigas nos ritos de iniciação e a sua relação com a tolerância à violência doméstica https://revistas.unilab.edu.br/njingaesape/article/view/1696 <p>Os ritos de iniciação constituem uma instituição de estabelecimento de relações sociais nas sociedades tradicionais, com particularidade na zona norte do país. Em Moçambique, os ritos de iniciação femininos têm sido associados por alguns estudos aos casamentos prematuros, às gravidezes na adolescência e à evasão escolar, colocando-se também a questão da sua relação com a tolerância à violência doméstica. A presente pesquisa objetiva compreender a relação entre determinados valores transmitidos às raparigas nos ritos de iniciação e a tolerância à violência doméstica na Ilha de Moçambique. O estudo adoptou uma abordagem qualitativa, com pesquisa bibliográfica, estudo de caso e entrevistas semiestruturadas a interlocutores religiosos, tradicionais, comunitários e institucionais ligados ao tema. Segundo o depoimento recolhido junto do Gabinete de Combate à Violência Doméstica, a maioria das vítimas que aí apresenta denúncia situa-se entre os 18 e os 25 anos, verificando-se também desistências de denúncias e reduzida comunicação de casos às autoridades, atribuídas, entre outros aspectos, a factores familiares, religiosos, culturais, sociais e económicos. Os depoimentos recolhidos sugerem que determinados ensinamentos relacionados com submissão, paciência e deveres conjugais podem estar associados à tolerância de situações de violência. Conclui-se, assim, que os dados qualitativos apontam para uma relação percebida entre certos valores transmitidos nos ritos e a tolerância à violência doméstica no contexto estudado, sem permitirem estabelecer uma relação causal generalizável a outras comunidades ou regiões.</p> <p>******</p> <p>Initiation rites constitute an institution for establishing social relationships in traditional societies, particularly in the north of the country. In Mozambique, some studies have associated female initiation rites with early marriage, teenage pregnancy and school dropout, while also raising the question of their relationship with tolerance of domestic violence. This research aims to understand the relationship between certain values transmitted to girls during initiation rites and tolerance of domestic violence on the Island of Mozambique. The study adopted a qualitative approach, combining bibliographic research, a case study and semi-structured interviews with religious, traditional, community and institutional interlocutors connected with the topic. According to the testimony collected from the Office for Combating Domestic Violence, most victims who report cases there are aged between 18 and 25; withdrawals of complaints and limited reporting to the authorities were also described and attributed, among other aspects, to family, religious, cultural, social and economic factors. The testimonies collected suggest that certain teachings related to submission, patience and marital duties may be associated with tolerance of situations of violence. The study therefore concludes that the qualitative data indicate a perceived relationship between certain values transmitted during the rites and tolerance of domestic violence in the context studied, without establishing a causal relationship that can be generalized to other communities or regions.</p> Rafael Armando Benzane Copyright (c) 2026 NJINGA e SEPÉ: Revista Internacional de Culturas, Línguas Africanas e Brasileiras (ISSN: 2764-1244) http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unilab.edu.br/njingaesape/article/view/1696 Fri, 18 Sep 2026 00:00:00 -0300 CHAMADA https://revistas.unilab.edu.br/njingaesape/article/view/1417 <p>Poema</p> José D'Assunção Barros Copyright (c) 2026 NJINGA e SEPÉ: Revista Internacional de Culturas, Línguas Africanas e Brasileiras (ISSN: 2764-1244) http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unilab.edu.br/njingaesape/article/view/1417 Fri, 18 Sep 2026 00:00:00 -0300 ENTRE ENCHENTES E CHAMAS: A HIPOCRISIA EM EBULIÇÃO https://revistas.unilab.edu.br/njingaesape/article/view/1658 <p>"Submersão em Chamas: Quando a Hipocrisia se Encontra com a Falsidade" é um conjunto de poemas que exploram as complexidades da vida moderna, destacando as consequências de viver em um mundo onde as aparências muitas vezes obscurecem a verdadeira essência. O primeiro poema, "Submersa Tragédia", retrata a devastação causada pelas enchentes, utilizando uma linguagem poética para expressar a dor e a urgência de agir diante do descaso e da injustiça. Já o segundo poema, "Aparências em Chamas", utiliza a metáfora do incêndio para descrever como a falsidade e a hipocrisia consomem as relações humanas, incentivando uma reflexão sobre a busca pela autenticidade e pela honestidade. Ambos os poemas compartilham uma temática central de enfrentamento das adversidades e da necessidade de discernir entre o que é real e o que é ilusório em um mundo marcado pela superficialidade e pela dissimulação.</p> Marcelo Calderari Miguel Copyright (c) 2026 NJINGA e SEPÉ: Revista Internacional de Culturas, Línguas Africanas e Brasileiras (ISSN: 2764-1244) http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unilab.edu.br/njingaesape/article/view/1658 Fri, 18 Sep 2026 00:00:00 -0300 DÓI-ME TANTO https://revistas.unilab.edu.br/njingaesape/article/view/1694 <p>O presente poema retrata temáticas de angústia, dor e amargura, com as quais o sujeito poético expressa e direciona a sua amada. &nbsp;Neste poema, a angústia do sujeito poético manifesta-se e intensifica-se ao saber que outra pessoa, e não ele, prepara o café da manhã e que não pode mais declamar seus poemas de amor para ela. A saudade e o desejo continuam fortes, mas ele sofre ao saber que o atual parceiro da amada a maltrata, apesar de professar amor por ela. Portanto, a dor é exacerbada pela consciência de que ela não é feliz sem ele, tanto em corpo quanto em alma.</p> Bonete Júlio João Chaha Copyright (c) 2026 NJINGA e SEPÉ: Revista Internacional de Culturas, Línguas Africanas e Brasileiras (ISSN: 2764-1244) http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unilab.edu.br/njingaesape/article/view/1694 Fri, 18 Sep 2026 00:00:00 -0300 YAMEN-HITEP https://revistas.unilab.edu.br/njingaesape/article/view/1643 <p><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, serif;"><span style="font-size: small;">O presente texto é uma experiência (uma tentativa preliminar e embrionária) de hieroglifização, através da poesia, das línguas kandianas (africanas) modernas, em particular o Bekwel, a língua bantu A85b da África Central, com base nos resultados da linguística comparativa entre o egípcio antigo e as línguas kandianas modernas fornecidos pela Egiptologia africana (DIOP, 1977; OBENGA, 1993; MBOLI, 2010; BILOLO, 2011; IMHOTEP, 2020; 2023).</span></span></span> <span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR">Visto</span></span></span></span> <span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, serif;"><span style="font-size: small;">que a maioria das línguas kandianas ainda não tem uma escrita (funcional), o nosso objetivo, através deste projeto literário (uma série de publicações), é dar-lhes a </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, serif;"><span style="font-size: small;"><em>littera</em></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, serif;"><span style="font-size: small;"> (letra) para que tenham uma </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, serif;"><span style="font-size: small;"><em>litera</em></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, serif;"><span style="font-size: small;">-tura (ficcional e não ficcional). Decidimos dar-lhes a </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, serif;"><span style="font-size: small;"><em>littera</em></span></span></span> <span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, serif;"><span style="font-size: small;"><em>hieroglyphica</em></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, serif;"><span style="font-size: small;"> (letra hieroglífica), por </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR">necessidade </span></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, serif;"><span style="font-size: small;">de endogeneidade gráfica (que marca uma descolonização gráfica e escritural), sendo o egípcio antigo uma língua geneticamente relacionada com as línguas bantu (OBENGA, 1993; MBOLI, 2010; BILOLO, 2011; IMHOTEP, 2020). A </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, serif;"><span style="font-size: small;"><em>littera latina</em></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, serif;"><span style="font-size: small;"> (letra latina) será </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR">u</span></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR">s</span></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR">ada</span></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, serif;"><span style="font-size: small;"> como sistema de escrita para a transliteração (divulgação, popularização), à semelhança do </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, serif;"><span style="font-size: small;"><em>romaji</em></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, serif;"><span style="font-size: small;"> (</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, serif;"><span style="font-size: small;"><em>littera Romae</em></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, serif;"><span style="font-size: small;">, escrita romana) japonês. A ideia é promover a emergência ou o renascimento da</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR">s </span></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR"><em>Letras</em></span></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, serif;"><span style="font-size: small;"><em> kandiana</em></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR"><em>s</em></span></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, serif;"><span style="font-size: small;"> (</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, serif;"><span style="font-size: small;"><em>Makanda ma Kanda</em></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, serif;"><span style="font-size: small;">), ou </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR"><em>L</em></span></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, serif;"><span style="font-size: small;"><em>iteratura kandiana</em></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, serif;"><span style="font-size: small;"> (SY, 2014), </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR">u</span></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR">s</span></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR">ando</span></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, serif;"><span style="font-size: small;"> um sistema gráfico ancestral e endógeno: o</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR">s</span></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, serif;"><span style="font-size: small;"> <img src="file:///C:/Users/Obam/AppData/Local/Temp/lu75046itwf.tmp/lu75046j1lq_tmp_973bf09c1667d5ed.gif" width="55" height="17" name="Figura3" align="bottom" border="0"> /mdw-nṯr/ *[mɑ-dɑw n-ʧor] (Paroles de </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR">Deus),</span></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, serif;"><span style="font-size: small;"> chamados </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, serif;"><span style="font-size: small;"><em>hieróglifos</em></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, serif;"><span style="font-size: small;"> pelos gregos. Os versos do poema desta publicação falam do faraó Amenhotep II</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR">I</span></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, serif;"><span style="font-size: small;">, da sua filiação divina, a mesma que</span></span></span> <span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR">a de</span></span></span></span> <span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, serif;"><span style="font-size: small;">cada kandiano (africano), que é seu irmão. Humanidade e divindade são as características inseparáveis do sujeito kandiano (negro-africano); Deus é homem e o homem é Deus, tal é o grande mistério da filosofia kandiana.&nbsp;</span></span></span></p> Peresch Aubham Edouhou Copyright (c) 2026 NJINGA e SEPÉ: Revista Internacional de Culturas, Línguas Africanas e Brasileiras (ISSN: 2764-1244) http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unilab.edu.br/njingaesape/article/view/1643 Fri, 18 Sep 2026 00:00:00 -0300 MWANA A MBOKA https://revistas.unilab.edu.br/njingaesape/article/view/1731 <p align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, serif;"><span style="font-size: small;"><em>Mwana a Mboka</em></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, serif;"><span style="font-size: small;"> (A criança/filho da aldeia/cidade) é uma forma de arte visual que se baseia nos resultados de pesquisas sobre linguística histórica e comparativa entre as línguas kandiana</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR">s</span></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, serif;"><span style="font-size: small;"> (africana</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR">s</span></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, serif;"><span style="font-size: small;">) e ntoica</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR">s</span></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, serif;"><span style="font-size: small;"> (bantu), em particular, e o egípcio antigo (a língua kemiana) (Bilolo, 2011; Diop, 1977; Imhotep, 2020; Mboli, 2010, 2024; Obenga, 1993), para propor a </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, serif;"><span style="font-size: small;"><em>hieroglifização</em></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, serif;"><span style="font-size: small;"> e revi</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR">talizar</span></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, serif;"><span style="font-size: small;"> a arte hieroglífica de Kem</span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, serif;"><span style="font-size: small;"><span lang="pt-BR">a</span></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, serif;"><span style="font-size: small;">. Essa arte faz parte do que chamamos de poesia </span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, serif;"><span style="font-size: small;"><em>medo-ntórica</em></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Arial, serif;"><span style="font-size: small;"> (hieroglífica). Ela consiste na edição e montagem de hieróglifos.</span></span></span></p> Peresch Aubham Edouhou Copyright (c) 2026 NJINGA e SEPÉ: Revista Internacional de Culturas, Línguas Africanas e Brasileiras (ISSN: 2764-1244) http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unilab.edu.br/njingaesape/article/view/1731 Fri, 18 Sep 2026 00:00:00 -0300 A CATANA NA MÃO https://revistas.unilab.edu.br/njingaesape/article/view/2262 <p>O Meu Banzelo 3 resulta de uma coletânea de poemas pensados e escritos por um grupo de estudantes do Liceu nº 42 “4 de Janeiro”, fruto de poemas feitos para serem declamados na 1ª Edição do Festiva Inter-escolar de Literatura (FIL), 2025, que decorreu no Gabinete Provincial da Educação de Malanje, no dia 9 de Junho de 2025. O conjunto comporta quatro lindos poemas: A Catana na Mão (de José da Silva), Eu Nasci Aqui (de Deolinda Bingue), Eu Sou a <br />Literatura (de Manuel Mayce) e Olhos de Traição (de Poeta Triufante). Com esses poemas, os autores, respectivamente, tornam manifesto aquilo que viabilizou a liberdade e a paz em ao angolanos, o orgulho de se nascer nas terras das Quedas de Kalandua, o valor da leitura e da escrita e os sentimentos fervorosos que dominam os jovens apaixonados. Tudo isso, é claro, está sendo dito na ótica de quem esteve com os autores, acompanhando-os no processo da construção dos textos. Mas em se tratando de poemas, tudo é muito subjectivo, e é aí onde <br />reside a beleza da coisa.</p> <p> </p> Milton Gaspar Domingos Copyright (c) 2026 NJINGA e SEPÉ: Revista Internacional de Culturas, Línguas Africanas e Brasileiras (ISSN: 2764-1244) http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unilab.edu.br/njingaesape/article/view/2262 Fri, 18 Sep 2026 00:00:00 -0300 A CONFISSÃO https://revistas.unilab.edu.br/njingaesape/article/view/2598 <p> Os textos compilados nestas páginas são carregados de várias temáticas que assolam, não apenas Moçambique, mas todo o mundo. Referem-se os dilemas sociais, políticos, económicos, ambientais, educacionais, etc. Como destaque, desde a década vinte do século vinte e um, os sérios problemas mencionados têm aumentado por causa da evolução tenológica, o exemplo concreto é o descarte dos estudos na fase juvenil, casamentos prematuros, consumo de bebidas alcoólicas de forma exagerada aos jovens, fuga à paternidade, prostituição.</p> Sousa Horácio Bartolomeu Copyright (c) 2026 NJINGA e SEPÉ: Revista Internacional de Culturas, Línguas Africanas e Brasileiras (ISSN: 2764-1244) http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unilab.edu.br/njingaesape/article/view/2598 Fri, 18 Sep 2026 00:00:00 -0300 AUTORIA DE MIM, ELIÁCA OQUETE INDI MAIS CHAMADO POR: POETA EL CODE https://revistas.unilab.edu.br/njingaesape/article/view/2424 <p>poema</p> Eliáca Oquete Indi Copyright (c) 2026 NJINGA e SEPÉ: Revista Internacional de Culturas, Línguas Africanas e Brasileiras (ISSN: 2764-1244) http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unilab.edu.br/njingaesape/article/view/2424 Fri, 18 Sep 2026 00:00:00 -0300 FILOSOFIA POÉTICA I: TODO POEMA É FILOSÓFICO, MAS NEM TODA FILOSOFIA É POÉTICA https://revistas.unilab.edu.br/njingaesape/article/view/1720 <p>Filosofia poética I é parte de uma coletânea de poemas escritos por José Ngola Carlos. Desta coletânea constam os poemas escritos durante o período de 2014 a 2018 em Luanda, Angola. Os poemas compilados, em cada um dos volumes da coletânea, são apresentados de acordo com a ordem progressiva de produção pelo autor, obedecendo como o único critério, o ano em que os poemas foram escritos. Este primeiro compilado compõe-se de cinco poemas escritos em 2014 e trazem uma abordagem filosófico poética sobre os seguintes assuntos: a presunção, a espontaneidade da vida incerta, o agora, o viver e a sabedoria. A coletânea foi produzida com o objetivo de preservar as obras poéticas que o autor já escreveu. Este objetivo do autor, de nenhum modo restringe a utilização dos poemas para o entretenimento e estudos de qualquer sorte por quaisquer que sejam os estudiosos. A atribuição do nome que identifica o compilado, deu-se pelo fato de que, o escritor entende que a Filosofia pode ser expressa de forma poética. Todo poema carrega em si uma filosofia, uma maneira de ver o mundo, senti-lo, encará-lo e concebê-lo, porém, nem toda filosofia é poética. Enquanto toda poesia é filosófica, nem toda filosofia é estética. É sob este prima, que o autor se propõe a explorar a estética em combinação com a filosofia, ao produzir a presente coletânea poética.</p> José Ngola Carlos Copyright (c) 2026 NJINGA e SEPÉ: Revista Internacional de Culturas, Línguas Africanas e Brasileiras (ISSN: 2764-1244) http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unilab.edu.br/njingaesape/article/view/1720 Fri, 18 Sep 2026 00:00:00 -0300 O HORIZONTE GRITA https://revistas.unilab.edu.br/njingaesape/article/view/2054 <p><strong>"O Horizonte Grita"</strong> é um poema que transporta o leitor para um cenário de beleza e força, onde a natureza dialoga com as dores e esperanças humanas. O movimento das ondas e o sussurrar do vento revelam segredos e feridas invisíveis, enquanto o sol e o mar refletem tanto a majestade quanto o desamparo. O texto mescla lirismo e crítica social, denunciando promessas vazias e uma paz disfarçada de hipocrisia. Em contrapartida, exalta valores como altruísmo e justiça, convidando o leitor a acolher os marginalizados e romper barreiras. As metáforas poderosas pedem ações concretas: pintar unhas de luta, traçar novos caminhos e iluminar sombras com luz renascida. O poema é um grito silencioso que exige coragem e convida à transformação. Ao final, ele lembra que o amor deve ressoar vasto e eterno, como o horizonte que se expande, infinito e carregado de possibilidades.</p> Marcelo Calderari Miguel Copyright (c) 2026 NJINGA e SEPÉ: Revista Internacional de Culturas, Línguas Africanas e Brasileiras (ISSN: 2764-1244) http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unilab.edu.br/njingaesape/article/view/2054 Fri, 18 Sep 2026 00:00:00 -0300 RESENHA: “O BEBEDOR DE HORIZONTES”: O EXÍLIO E O RESSURGIR DE UM HERÓI NACIONAL https://revistas.unilab.edu.br/njingaesape/article/view/1616 <p>RESENHA </p> António N'Runca Copyright (c) 2026 NJINGA e SEPÉ: Revista Internacional de Culturas, Línguas Africanas e Brasileiras (ISSN: 2764-1244) http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unilab.edu.br/njingaesape/article/view/1616 Fri, 18 Sep 2026 00:00:00 -0300 RESENHA: O FUTURO DAS LÍNGUAS ÁGRAFAS: UM OLHAR CRÍTICO À LUZ DO ARTIGO “POLÍTICAS DA UNESCO PARA LÍNGUAS AMEAÇADAS” DA LARISSA DA SILVA LISBOA SOUZA https://revistas.unilab.edu.br/njingaesape/article/view/2266 <p>A presente resenha visa analisar e descrever o gloticídio das línguas indígenas devido à falta de política de planejamento linguístico. Uma análise crítica voltada à valorização das línguas em colaboração com a UNESCO a partir do artigo da pesquisadora Larissa da Silva Lisboa Souza, doutora em Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa pela Universidade de São Paulo (USP). Neste artigo, percebe-se que muitas línguas se encontram em extinção, o que nos deixa preocupados enquanto estudiosos da área. A língua sendo um instrumento que carrega a identidade cultural e social, deve ser conservada e promovida pela comunidade linguística, criando meios necessários para a sua documentação tanto nas matérias didáticas como também no seu estatuto face aos desafios de órgãos de comunicação social, sob pena de estar em perigo de extinção, como descreve o artigo em análise da pesquisadora acima referenciada.</p> Pedro Djedjo Copyright (c) 2026 NJINGA e SEPÉ: Revista Internacional de Culturas, Línguas Africanas e Brasileiras (ISSN: 2764-1244) http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistas.unilab.edu.br/njingaesape/article/view/2266 Fri, 18 Sep 2026 00:00:00 -0300