NJINGA e SEPÉ: Revista Internacional de Culturas, Línguas Africanas e Brasileiras (ISSN: 2764-1244)
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<p>A <strong>Revista Científica Njinga & Sepé</strong> <strong>(ISSN: 2764-1244)</strong> foi criada em homenagem a Rainha africana Njinga Mbandi e ao guerreiro indígena brasileiro Sepé Tiarajú. A Revista respeita a Declaração Universal dos Direitos Linguísticos (1996), a Declaração Universal dos Direitos Humanos (1948), A Declaração Universal sobre a Diversidade Cultural (2002) e a Declaração das Nações Unidas sobre os Direitos dos Povos Indígenas (2006).</p> <p>A <strong>Revista Njinga & Sepé</strong> aceita e publica textos escritos em <strong>qualquer língua africana</strong> ou <strong>indígena brasileira</strong> e vídeos de línguas de sinais. Abre-se exceção especial para todas as línguas de Timor Leste por ser país parceiro da UNILAB. Os textos escritos em qualquer outra língua europeia (espanhol, francês, português ou inglês) deverão estar acompanhados de um resumo numa <strong>língua africana ou indígena brasileira</strong>. As línguas de sinais terão 2 resumos e um vídeo de 10 à 15 minutos. A Revista publicará um (1) volume por ano, com dois números (1º número em maio e 2º número em outubro) e ocasionalmente <strong>volumes especiais</strong> a depender da demanda dos autores e da Comissão Científica. Trata-se de uma <strong>Revista de Acesso gratuito (Open Journal System-OJS).</strong></p> <p><em>A</em><strong> Revista Njinga & Sepé </strong>é composta por sete (7) seções: <strong>Seção I</strong> - Artigos inéditos e traduções/interpretações; <strong>Seção II</strong> - Entrevistas, resenhas de livros; <strong>Seção III</strong> - Poesias e Letras de canções populares; <strong>Seção IV</strong> - Relatos de experiências, fotos, receitas de comidas tradicionais, ritos e festividades ; <strong>Seção V</strong> - Provérbios, tabus, mitos e outras;<strong> Seção VI</strong> - Línguas de sinais; <strong>Seção VII</strong> - Varia (Áreas afins). Cada autor escolherá uma seção. É importante que todos os autores estejam cadastrado porque os textos deverão ser submetidos pelo site da Revista. Bem hajam as culturas, tradições e línguas dos povos indígenas brasileiros, dos povos africanos e do povo de Timor Leste. </p> <p>Todos os textos recebidos são primeiramente submetidos a verificação da originalidade com o uso do software Turnitin Originality, da empresa Turnitin para a detecção de similaridade textual e integridade em textos acadêmicos (antiplágio): <a href="https://www.turnitin.com/products/originality">https://www.turnitin.com/products/originality</a>. Os textos aprovados nesta fase são submetidos a avaliação dos pares (às cegas) para a definição da aprovação ou não.</p> <p>O acesso aos trabalhos publicados <span style="font-size: 0.875rem;">é inteiramente GRATUITO</span><span style="font-size: 0.875rem;">. Os autores não pagam e nem recebem nenhum tributo financeiro pela contribuição e publicação. Os editores, avaliadores, tradutores, Comité Científico e outros colaboradores participam voluntariamente.</span></p> <p><strong>Princípios de Diversidade, Equidade, Inclusão e Acessibilidade</strong><strong> (DEIA)</strong></p> <p> A Revista Njinga & Sepé respeita e aceita das diversas línguas africanas e indígenas brasileiras contribuindo para o resgate e consolidação das línguas como bem imaterial da humanidade. A revista contribui na promoção mudanças na comunidade acadêmica especialmente ao acolher pesquisas de diversas áreas provenientes de países sem Revistas. A Revista Njinga & Sepé trabalhar sempre por representatividade ampla de autoria, editoria e avaliação, considerando a diversidade geográfica, institucional e sócio-econômica. A Revista Njinga & Sepé incentiva a comunidade surda a publicar seus artigos em línguas de sinais, por isso que há uma seção (Seção VI) que acolhe trabalhos deste público minorizado. A Revista Njinga & Sepé encoraja autores/as a usar linguagem respeitosa e inclusiva ao escrever seus manuscritos, incluindo a sua variedade. As variedades do português africano e timorense são acolhidas com muita satisfação e são encorajadas sem preconceito porque todas as variedades são úteis para as comunidade de fala. A Revista orienta editores/as, tradutores e avaliadores/as a se manifestarem imediatamente ao identificar linguagem que promova viés racista, etarista, sexista, ou qualquer tipo de viés que promova desrespeito, exclusão ou aversão a qualquer tipo de público ou população. A Revista Njinga & Sepé é democrática e é de acesso gratuito e os interessados conseguem baixar os artigos e ler onde quer que estejam, usando aaparelhos eletronicos disponíveis. A Revista Njinga & Sepé está conectada à base de dados internacionais e incentiva, apoia a coleta de dados que permitam desenvolvimento, mensuração, análise e gestão de indicadores de diversidade, igualdade, inclusão e acessibilidade. A Revista Njinga & Sepé fortalece a comunicação com a sociedade e com a comunidade científica promovendo Conferências, Palestras, Encontros, Seminários por meio do <a href="https://www.youtube.com/@revistanjingasepe5651">Canal Youtube da Revista Njinga & Sepé</a> , por meio das redes sociais, em páginas das instituições e outros espaços de divulgação do conhecimento. </p> <p> </p>Universidade de Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileirapt-BRNJINGA e SEPÉ: Revista Internacional de Culturas, Línguas Africanas e Brasileiras (ISSN: 2764-1244)2764-1244<div>Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:</div> <div> <p>1.Autores mantêm os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, sendo o trabalho simultaneamente licenciado sob a <strong>Creative Commons Attribution License</strong> o que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria do trabalho e publicação inicial nesta revista. A Revista usa a Licença <strong>CC BY </strong>que permite que outros distribuam, remixem, adaptem e criem a partir do seu trabalho, mesmo para fins comerciais, desde que lhe atribuam o devido crédito pela criação original. É a licença mais flexível de todas as licenças disponíveis. 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<p>Ìwé àpilẹ̀kọ́ yìí ṣe àgbéyẹ̀wò ipa àti akitiyan Ọ̀jọ̀gbọ́n Kọ́lá Owólabí gẹ́gẹ́ bí olùkọ́ ìmọ̀ ẹ̀dá aláìlẹ́gbẹ́, àti Balógun ajàjàgbara fún ìṣelọ́jọ̀, ìgbéga, ìpolongo àti ìgbélékè èdè àti àṣà Yorùbá. Ìdí abájọ fún àyẹ̀wò àwọn ipa tí wọ́n kó wọ̀nyìí ni láti mọ̀ bóyá wọ́n dáńgájíá tàbí gbé ìwọ̀n gẹ́gẹ́ bí akọni pẹ̀lú ìrànlọ́wọ́ tíọ́rì oníbejì tí í ṣe: adènà-lílo-èdè-àjòjì àti ìró-èdè abínibí-lágbára tí Fishman ṣe agbátẹrù rẹ̀, a ṣe àfihàn iṣẹ́ takuntakun tí Ọ̀jọ̀gbọ́n yìí ṣe bí: olùkọ́ tí ó tayọ nínú fífi ìjìnlẹ̀ ìmọ̀ ẹ̀dá èdè ṣe ìtúpalẹ̀ àwọn àdììtú nínú ìmọ̀ Yorùbá; jíjẹ́ Olùdarí àti Aláàkóso “Ilé Iṣẹ́ Èdè Yorùbá”; jíjẹ́ Olùdásílẹ̀ àti Gíwá “Ilé Iṣẹ́ fún Ìṣàmúlò Èdè Yorùbá”; jíjẹ́ agbátẹrù àpérò àti ìdánilẹ́kọ̀ọ́ àgbáyé lórí lílo àwọn ọ̀nà-ìkọ́ni ìgbàlódé fún kíkọ́ Yorùbá; ṣíṣe ìwádìí lórí àwọn okùnfà ikú èdè àti ọ̀nà láti dènà rẹ̀ fún èdè Yorùbá; jíjẹ́ aṣáájú nínú ogun ìṣàmúlò èdè níbi gbogbo àti nígbà gbogbo; jíjẹ́ atúmọ̀ òfin orílẹ̀ èdè Nàìjíríà àti ìwé ìrìnnà láti èdè Gẹ̀ẹ́sì sí Yorùbá; kíké gbàjarè fún ìṣàmúlò èdè Yorùbá ní ilé ìgbìmọ̀ aṣòfin, ní ibiṣẹ́ ọba abbl; lílo ìkànnì ìtàkùn àgbáyé fún ìlanilọ́yẹ àti ìkọ́ni ní ẹ̀kọ́ Yorùbá; ṣíṣe àmúlò ìmọ̀ ẹ̀rọ ìbánisọ̀rọ̀ fún ìpolongo Yorùbá. Ní àfikún, àwọn èèkan pàtàkì-pàtàkì ní àwùjọ, àwọn àjọ, aláṣẹ ilé iṣẹ́, ilé ìwé àti ilé iṣẹ́ ìròyìn ti gbé òṣùbà bàǹbà fún Ọ̀jọ̀gbọ́n yìí. Àwọn àbálọbábọ̀ wa fún gbogbo akitiyan wọ̀nyìí fi hàn pé Kọ́lá Owólabí jẹ́ akọni tí ó la ipa rere mánigbàgbé fún ìṣelọ́jọ̀, ìgbéga àti ìdàgbàsókè Yorùbá.</p> <p>****** </p> <p>Este artigo examina o papel e os esforços do Professor Kola Owolabi como um professor de ciências naturais de destaque e um defensor da promoção, disseminação e avanço da língua e da cultura iorubá. O objetivo de analisar essas contribuições é avaliar sua relevância e seu caráter heroico à luz de duas teorias propostas por Fishman: a barreira da língua estrangeira e a força da língua materna. Destacamos o trabalho árduo realizado por este professor, que inclui: atuação como professor excepcional, utilizando seu profundo conhecimento linguístico para analisar as nuances do saber iorubá; atuação como diretor e administrador do "Instituto da Língua Iorubá" (do qual também foi fundador); defesa global do uso de métodos modernos de ensino da língua iorubá; realização de pesquisas sobre as causas da extinção linguística e formas de preveni-la no contexto da língua iorubá; liderança na defesa do uso da língua em todos os âmbitos e momentos; tradução de leis e passaportes nigerianos do inglês para o iorubá; defesa do uso da língua iorubá no parlamento, em cortes reais, etc.; utilização da internet para a defesa e o ensino da língua iorubá; e uso de tecnologias de comunicação para a promoção do iorubá. Além disso, figuras de destaque da sociedade, organizações, líderes empresariais, escolas e a mídia prestaram homenagens ao professor. O reconhecimento de todos esses esforços demonstra que Kola Owolabi é uma figura heroica que causou um impacto positivo e inesquecível na sociedade, bem como na promoção e no desenvolvimento do povo iorubá.</p>Bọ́lá AKINỌLÁ Sunday ADÉJÙBẸ́Ẹ̀
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2026-08-272026-08-276Especial III3141Ọ̀pẹ Ìjàyè ló le ròyìn ogun Ògúnmọ́lá": Ààrẹ Kúrunmí àti ìjìjàdù rẹ̀ gẹ́gẹ́ bí akọni málegbàgbé
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<p>Òfin tí ó de ipò lọ́balọ́ba ní Ìpínlẹ̀ Ọ̀yọ́ kò to Oníjàyè ìlú Ìjàyè sí ipò Ọba Onípò Kìn-ín-ní gẹ́gẹ́ bí Olúbadàn, tí ó sì jẹ́ pé ipò pàtàkì ni ìpò yìí látijọ́ rí. Ohun tí èyí tọ́ka sí ni pé ojú yẹpẹrẹ ni àwọn ènìyàn àsìkò yìí fi wo àwọn alágbára tí ó jẹ́ pé ìlú wọn kò tóbi mọ́ ní òde-òní. Òtítọ́ ni pé ìlú Ìjàyé kò tóbi báyìí ṣùgbọ́n ìwádìí yìí fi múlẹ̀ pé ipò pàtàkì ni ipò Baálẹ̀ ìlú náà lásìkò Kúnrunmí Àjàdí Ìdẹ. Ìdí nìyí tí ìwádìí náà ṣe yàn láti walẹ̀jìn lórí bí ìṣòtítọ́ àti ìwà akínkanjú ṣe sọ Kúrunmí di akọni málegbàgbé ní ilẹ̀ Yorùbá. Láti inú àwọn ìwé ìtàn ilẹ̀ Yorùbá àti ìtàn ogun wọn ni olùwádìí ti ṣe àkójọ àwọn détà ìpílẹ̀ tí a túpalẹ̀ nínú ìwádìí yìí. A ṣe àmúlò ohùn tí a gbà sílẹ̀ náà fún àfikún. Orí tíọ́rì ìfojú-ìmọ̀-ìtàn-wò ni olùwádìí gbé àlàyé détà lé. Ìlànà agbàròkọ pọ́nńbélé sì ni a fi ṣe àlàyé àwọn détà náà. Àbọ̀ ìwádìí fi hàn pé olùgbèjà ìran àti àṣà Yorùbá ni Kúrunmí; ó jẹ́ olùgbèjà mẹ̀kúnnù; olódodo àti atẹ̀lénimáyà. Orí ìṣòdodo yìí ni ó sì kú lé gẹ́gẹ́ bí akọni málegbàgbé. Ìwádìí fi ìdí rẹ̀ múlẹ̀ pé ìtàn ìlú Ìbàdàn, ìtàn oyè Aláàfin àti ti ilẹ̀ Yorùbá kò tí ì pé láì mẹ́nu bá ìjìjàdù Kúrunmí Àjàdí Ìdẹ gẹ́gẹ́ bí Ààrẹ-ọ̀nà Kakaǹfò ilẹ̀ Yorùbá. Ìwádìí dábàá pé àmúlò ẹ̀rọ awalẹ̀pìtàn máa jẹ́ kí á ní ìdánilójú lórí àwọn ìtàn àtẹnudẹ́nu tí a ti dàkọ lóde-òní. </p> <p>****** </p> <p>A lei que estabeleceu o status das chefias tradicionais no Estado de Oyo não elevou o Onijaye de Ijaye ao status de Chefe Supremo, como o Olubadan — uma posição de grande importância no passado. Isso indica que, naquela época, as pessoas menosprezavam figuras poderosas locais porque a cidade já não era mais grande. Embora a cidade de Ijaye não seja grande atualmente, esta pesquisa confirma que o cargo de chefe da cidade era de grande importância durante a época de Kurunmi Ajadi Idde. Por isso, a pesquisa buscou aprofundar-se em como a lealdade e a bravura de Kurunmi o transformaram em um herói lendário nas terras iorubás. O pesquisador compilou os dados básicos analisados neste estudo a partir de livros históricos iorubás e relatos de suas guerras. Registros de relatos orais foram utilizados para obter informações adicionais. A análise dos dados baseou-se na teoria da observação histórica, utilizando-se o princípio da análise narrativa. A pesquisa revelou que Kurunmi foi um defensor da raça e da cultura iorubá, bem como dos pobres; era um homem justo e corajoso. Ele morreu por essa retidão, tornando-se um herói imortal. Ficou estabelecido que a história de Ibadan, a história do Alaafin e a história das terras iorubás estão incompletas se não mencionarem a luta de Kurunmi Ajadi Idde como o Kakañfo (comandante militar supremo) da região. A pesquisa sugere que o uso de tecnologias arqueológicas permitirá validar as histórias orais registradas atualmente.</p>Luqman Abísọ́lá KÍARÍBẸ̀Ẹ́
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2026-08-272026-08-276Especial III4255 Ìfìwàwẹ̀dá obìnrin gẹ́gẹ́ bí akọni nínú àṣàyàn eré-onítàn Yorùbá
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<p>Iṣẹ́ ìwádìí yìí ṣe àgbéyẹ̀wò ipa obìnrin gẹ́gẹ́ bí akọni nínú àwọn àṣàyàn ìwé eré-onítàn Yorùbá. Ó ṣe àfàyọ ipa tí àwọn obìnrin kó àti ipò tí wọ́n wà, èyí tí ó fi wọ́n hàn gẹ́gẹ́ bí akọni bí ó ṣe jẹ yọ nínú àwọn ìwé eré-onítàn tí a ṣà yàn fún iṣẹ́ yìí. Èrèdí ṣiṣe èyí láti ṣe àgbéyẹ̀wò irúfẹ́ àwọn ipò tí ó jẹ́ ipò akọni tí àwọn òǹkọ̀wé eré-onítàn Yorùbá to àwọn ẹ̀dá-ìtàn tí wọ́n jẹ́ obìnrin sí nínú àwọn àṣàyàn iṣẹ́ wọn. Àwọn ìwé eré-onítàn tí iṣẹ́ yìí ṣe àmúlò jẹ́ mẹ́fà, àwọn ìwé eré-onítàn náà sì ni Mọrèmi, Ẹfúnṣetán Aníwúrà, Olú Ọmọ, Baṣọ̀run Gáà, àti Orí Mẹ̀kúnnù. Ìtupalẹ̀ iṣẹ́ yìí gbára lé ìlànà tíọ́rì ìṣẹ̀tọ́fábo. Iṣẹ́ yìí jẹ́ kí ó hàn pé àwọn òǹkọ̀wé eré-onítàn Yorùbá gbé àwọn obìnrin kalẹ̀ gẹ́gẹ́ bí akọni láàrin àwùjọ nínú aáyan ogun jíjà àti ètò ìṣèlú àwùjọ, èyí jẹ yọ nínú ipa tí àwọn òǹkọ̀wé jẹ́ kí àwọn ẹ̀dá-ìtàn tí wọ́n jẹ́ obìnrin kó nínú àwọn ìwé eré-onítàn náà. Àwọn kókó-ọ̀rọ̀ tí ó fojú hàn nípa obìnrin ní ipò akọni ni obìnrin gẹ́gẹ́ bí akọni jagunjagun, obìnrin gẹ́gẹ́ bí akọni olóògùn, obìnrin gẹ́gẹ́ bí akọni ajìjàgbara, obìnrin gẹ́gẹ́ bí akọni-dòrìṣà àti obìnrin gẹ́gẹ́ bí akọni nípa ìlò agbára ẹ̀mí àìrí. Iṣẹ́ yìí fi ìdí rẹ̀ múlẹ̀ pé fífi àwọn obìnrin hàn gẹ́gẹ́ bí akọni nínú àwọn ìwé eré-onítàn Yorùbá jẹ́ ọnà láti fa ògo ìjobìnrin yọ, ó sì jẹ́ àfihàn àwòràn bí àwọn obinrin ṣe rí gan-an nínú àwùjọ Yorùbá.</p> <p>******* </p> <p>This study examines women’s roles as heroines in selected Yorùbá plays. It identified the women roles and their postions as potray in the selected plays for this study with a view to examining the various heronic positions that the Yorùbá playwrights give to female characters in their works. The study examines six Yorùbá plays, which are: Mọrèmi, Ẹfúnṣetán Aníwúrà, Olú Ọmọ, Baṣọ̀run Gáà and Orí Mẹ̀kúnnù and it employed the theory of womanism for the analysis. Findings of the study revealed that Yorùbá playwrights potray women as heroines in war organisation and social politics, as it is evident in the roles that women play in the selected Yorùbá plays. The themes identified were women as heroine in war fighting, charm casting, activism, legendary and the use of spiritual power. This study affirms that potraying women as heroines in Yorùbá plays exhumes women glory and depicts their true picture in Yorùbá society.</p>Edinrin Olúwatóyìn BỌ́LÁRÌNWÁ
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2026-08-272026-08-276Especial III5669 Ìlò òwe akọni D.O. Fágúnwà nínú ìwé ìtàn àròsọ ògbójú ọdẹ nínú igbó irúnmọlẹ̀
https://revistas.unilab.edu.br/njingaesape/article/view/2944
<p>Ohun tí iṣẹ́ àpilẹ̀kọ yìí dá lé lórí ni àwọn òwe inú ìwé ìtàn àròsọ <em>Ògbójú Ọdẹ Nínú Igbó Irúnmalẹ̀</em> (<em>Ògbójú</em>, láti ìsisìyìí lọ) tí akọni òǹkọ̀wé Daniel Ọlọ́runfẹ́mi Fágúnwà kọ. Ohun tó sì jẹ wá lógún ni ṣíṣe àfihàn pàtàkì àti ìlò wọn gẹ́gẹ́ bí ohun èlò ajẹmọ́ èdè, àṣà àti ọ̀nà ìgbàsọ̀tàn nínú ìwé <em>Ògbójú</em>. Gẹ́gẹ́ bí a ṣe mọ̀, ní àwùjọ Yorùbá àti ilẹ̀ Adúláwọ̀ lápapọ̀, òwe ni kókó nínú ìbáraẹnisọ̀rọ̀, ojú àmúwayé àti àmúlò fún ìsọ ajẹmọ́ ọgbọ́n, ìmọ̀ ìjìnlẹ̀ àti ìwà-ẹ̀tọ́ láàrin àwùjọ. Nínú <em>Ògbójú</em>, àwọn òwe wọ̀nyí jẹ́ ohun èlò pàtàkì tó mú kí ó jẹ́ gbajúgbajà òǹkọ̀wé ìtàn-àròsọ. Ìṣọwọ́lò àwọn òwe wọ̀nyí ló sì mú kí Fágúnwà di akọni òǹkọ̀wé Yorùbá láwùjọ àwọn akẹgbẹ́ rẹ̀. Tíọ́rì àmúlò fún ìtúpalẹ̀ iṣẹ́ yìí jẹ́ ti ọlọ́pọ̀ ìmọ̀. Àkọ́kọ́ ni tíọ́rì tó jẹ́ ẹ̀kọ́ nípa ìrísí, ìtumọ̀, orísun, ìpínsísọ̀rí, ìhun àti ìwúlò wọn. Èkejì ni tíọ́rì ajẹmọ́ àṣà alohùn tó níí ṣe pẹ̀lú àmúlò àwọn òwe nípa ìlànà àtẹnudẹ́nu dípò àkọsílẹ̀. Tíọ́rì kẹta ni èyí tó ń ṣàlàyé ohun gan-an tí òwe ń ṣe nínú ìsọ yàtọ̀ sí ìtumọ̀ rẹ̀ lérèfé. Èyí fún wa ní òye nípa ìgbéayé ènìyàn, àyànmọ́, ìgboyà, ìwà-ẹ̀tọ́, ipò àwọn àgbà láwùjọ, ìkìlọ̀, ìmọ̀ràn àti bẹ́ẹ̀ bẹ́ẹ̀ lọ. Ọgbọ́n ìwádìí tí a mú lò fún iṣẹ́ yìí ni ṣíṣe àkójọ àwọn òwe inú <em>Ògbójú</em>. A óò ṣe àlàyé nípa bí D.O. Fágúnwà ti ṣe àmúlò wọn, èyí tí ó mú kí ìwé náà jẹ́ gbajúgbajà láàrin àwọn ìwé ìtàn àròsọ D.O. Fágúnwà àti àwọn ìwé ìtàn àròsọ mìíràn ní ilẹ̀ Adúláwọ̀. A óò wo iṣẹ́ àtinúdá nípa àmúlò òwe tí Fágúnwà ṣe tó mú kí ó jẹ́ akọni òǹkọ̀wé lágbàáyé. A kò ṣàìní wá àwọn ìwé ìtàn àròsọ mìíràn àti átíkù tó dá lórí òwe àti ìwúlò wọn láwùjọ. Wọn yóò ràn wá lọ́wọ́ láti lè ṣe àtúpalẹ̀ iṣẹ́ àpilẹ̀kọ yìí tẹ́rùn. Àbájáde iṣẹ́ yìí jẹ́ ká ní ìmọ̀ nípa oríṣìíríṣìí òwe Yorùbá tó wà nínú <em>Ògbójú</em> àti ìwúlò wọn, èyí tó mú kí ìwé <em>Ògbójú</em> ó gbayì. Ó tún túbọ̀ fikún ìmọ̀ wa nípa òwe Yorùbá bí ó ti ṣe kan, ìrísí, oríṣìí, ìhun àti ìlò wọn nípa àṣà, ìṣe àti ìgbàgbọ́ àwọn Yorùbá.</p> <p>*******</p> <p>O tema deste artigo são os provérbios presentes na obra *Ogbojou Odê nínú Igbó Irúnmale* (doravante denominada *Ogbojou*), escrita por Daniel Olorunfemi Fágúnwa. Nosso objetivo é destacar a importância e o emprego desses provérbios como recursos linguísticos, culturais e retóricos na obra. Como é sabido, na sociedade iorubá e no continente africano em geral, os provérbios constituem a base da comunicação, servindo como meio de expressão e veículo para transmitir sabedoria, conhecimento e valores morais à comunidade. Em *Ogbojou*, tais provérbios são um elemento fundamental que contribuiu para a popularidade do autor. O uso dessas expressões consagrou Fágúnwa como uma figura de destaque na literatura iorubá entre seus pares. A abordagem teórica adotada para esta análise é multifacetada. A primeira vertente teórica concentra-se no estudo da forma, significado, origem, distribuição, conteúdo e uso dos provérbios. A segunda aborda a tradição oral, analisando como os provérbios são empregados oralmente, em contraposição à forma escrita. A terceira teoria explica a função do provérbio no discurso para além de seu sentido literal, proporcionando uma compreensão sobre a vida humana, o destino, a coragem, a moralidade, o papel dos anciãos na sociedade, bem como sobre advertências, conselhos, entre outros aspectos. A metodologia de pesquisa consiste em compilar os provérbios presentes em *Ogbojou*. Examinaremos a maneira como D.O. Fágúnwa os utilizou — fator que conferiu grande popularidade à obra, tanto em relação aos demais livros do autor quanto no contexto literário do continente africano — e analisaremos a criatividade de Fágúnwa no emprego desses provérbios, o que o projetou como um escritor de renome mundial. Também analisaremos outras obras e artigos que abordam provérbios e seu uso social, subsidiando assim a análise proposta neste artigo. Os resultados deste trabalho permitem ampliar o conhecimento sobre os diversos provérbios iorubás presentes em *Ogbojou* e suas funções, elementos que contribuíram para o sucesso da obra. Além disso, o estudo aprofunda a compreensão dos provérbios iorubás no que tange à sua forma, variedade, conteúdo e aplicação, relacionando-os à cultura, às práticas e às crenças do povo iorubá.</p>Raphael Ayodeji ADESUYAN
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2026-08-272026-08-276Especial III7079Àfihàn Akitiyan Akọnibìnrin Mọrèmi Àjàṣorò Nínú Ìwé Eré-Onítàn Mọrèmi tí Dúró Ládipọ̀ Kọ àti Ìdàgbàsókè Àwọn Obìnrin ní Àwùjọ Áfíríkà
https://revistas.unilab.edu.br/njingaesape/article/view/2945
<p>Ipa mánigbàgbé tí akọnibìnrin Mọrèmi kó nínú àwùjọ rẹ̀, Ilé-Ifẹ̀, Nàìjíríà àti bí àwọn ipa tí ó ti kó wọ̀nyí ti ṣe ń fara hàn nínú irú ipa tí àwọn obinrin ní ilẹ̀ Áfíríkà náà ń kó ní àwùjọ wọn lóde òní, ni àfojúsùn iṣẹ́ yìí. Iṣẹ́ ìwádìí yìí wo ìtumọ̀ akọni ní àwùjọ Yorùbá. Iṣẹ́ yìí ṣe ìtúpalẹ̀ ìtàn akọnibìnrin Mọrèmi, ipa ribiribi tí ó kó nínú ètò ọrọ̀-ajé, ètò ìṣèlú àti ètò amúlùúdùn ní àwùjọ Ilé-Ifẹ̀. Bákan náà, iṣẹ́ yìí tún ṣàlàyé kíkún nípa ète àti agbára tí akinbìnrin Mọrèmi lò láti gba àwọn ènìyàn Ilé-Ìfẹ́ sílẹ̀ kúrò nínú ìgbèkùn tí àwọn Ìgbò/Ùgbò ti fi wọ́n sí fún ọ̀pọ̀lọpọ̀ ọdún, kí àlàáfíà tó padà jọba láwùjọ Ilé-Ifẹ̀. Iṣẹ́ yìí tún ṣe àfihàn èrò àwùjọ nípa obìnrin àti bí ìwà akíkanjú Mọrèmi ti ṣe jẹ́ àwòkọ́ṣe rere ńlá fún àwọn obìnrin ilẹ̀ Áfíríkà láti lè kópa mánigbàgbé nínú ìdàgbàsókè àwùjọ wọn. Ọgbọ́n ìṣèwádìí mẹ́ta ni a lò láti ṣe àṣeyọrí iṣẹ́ ìwádìí yìí. Ní àkọ́kọ́, a ka ìwé eré-onítàn <em>Mọrèmi</em> dáadáa láti lè fa àwọn kòmóòkun inú eré-onítàn náà yọ. Ní ẹ̀kejì, a ṣe àgbékalẹ̀ ìtàn Mọrèmi gẹ́gẹ́ bí ó ti ṣe hàn nínú ìwé eré-onítàn <em>Mọrèmi</em>. Ní ẹ̀kẹta, a fi ọ̀rọ̀ wá àwọn òpìtàn mẹ́rin lẹ́nu wò; ẹnìkan ní Ilé-Ifẹ̀ (ìpínlẹ̀ Ọ̀ṣun), ẹnìkan ní Ọ̀fà (ìpínlẹ̀ Kwara), ẹnìkan ní ilẹ̀ Ìgbò ( Ùde-Ùgbò) àti ẹnìkan ní Odòde/Òde Ìdànrè (ìpínlẹ̀ Oǹdó) láti lè ní òye nípa ìtàn ìwáṣẹ̀ tí ó ṣọ nípa rẹ̀. Àwọn àkójọ-èdè-fáyẹ̀wò wọ̀nyí ni a ṣe ìtúpalẹ̀ wọn ní ìlànà Tíọ́rì Karl Marx tí ó sọ̀rọ̀ nípa ètò ọrọ̀ ajé, tíọ́rì ìṣègbèfábo/ìṣẹ̀tọ́fábo tí ó sọ nípa ìjìjàgbara àwọn obìnrin àti ipa wọn láwùjọ. Àgbálọgbábọ̀ iṣẹ́ ìwádìí yìí fi ìdí rẹ̀ múlẹ̀ pé bí àwọn òǹkọ̀wé eré-onítàn Yorùbá ti ṣe ń fi ìwà akin àwọn obìnrin hàn nínú lítíréṣọ̀ bẹ́ẹ̀ náà ni ó ń fi ara hàn ní ojú ayé. Èyí fi hàn pé ipò àwọn obìnrin àti ipa tí wọ́n ń kó láàrin àwùjọ kò ṣé fọwọ́ rọ́ sẹ́yìn rárá. Iṣẹ́ yìí dá a lábàá pé kí àwọn obìnrin Áfíríkà wo àwòkọ́ṣe Mọrèmi kí wọ́n sì máa mú un lò fún ìdàgbàsókè àwùjọ wọn.</p> <p>******* </p> <p>O foco deste estudo é o papel inesquecível desempenhado pela heroína Moremi em sua comunidade, Ile-Ife (Nigéria), e como essas ações se refletem no papel que as mulheres africanas desempenham em suas comunidades atualmente. A pesquisa examina o significado da figura da heroína na sociedade iorubá, analisando a história de Moremi e o papel fundamental que ela desempenhou nos sistemas econômico, político e social de Ile-Ife. Além disso, o estudo detalha o propósito e o poder empregados por Moremi para libertar o povo de Ile-Ife do cativeiro imposto pelos Igbo/Ugbo por muitos anos, até o retorno da paz à sociedade local. O trabalho também revela a percepção social sobre as mulheres e como a bravura de Moremi serve de exemplo para que as mulheres africanas contribuam significativamente para o desenvolvimento de suas sociedades. Três métodos de pesquisa foram utilizados: primeiramente, realizou-se uma leitura atenta da obra literária sobre Moremi para extrair seus elementos essenciais; em seguida, apresentou-se a história de Moremi conforme retratada na referida obra; por fim, entrevistaram-se quatro historiadores — localizados em Ile-Ife (Estado de Osun), Ofa (Estado de Kwara), Igbo (Úde-Úgbho) e Odode/Óde Idanre (Estado de Ondo) — para compreender a história da luta associada a ela. Esses estudos de caso foram analisados à luz da Teoria Econômica de Karl Marx e da Teoria do Feminismo/Etnicidade, que aborda a luta das mulheres e seu papel na sociedade. Os resultados confirmam que a natureza heroica das mulheres, retratada por dramaturgos iorubás na literatura, também se manifesta no mundo real. Isso demonstra que o status da mulher e seu papel na sociedade não foram negligenciados. O trabalho sugere que as mulheres africanas devem considerar o modelo de Moremi e utilizá-lo em prol do desenvolvimento de suas sociedades.</p>Mercy Ayọ̀ FASEHUNÌlúfóyè Fáwọlé ÒJÓ
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2026-08-272026-08-276Especial III80100Onyeka Onwenu Dị ka Dike Nwaanyị n'Egwu: Mkwuwenye Okwu, Mgba Udo na Ebumnobi Omenala Igbo
https://revistas.unilab.edu.br/njingaesape/article/view/2946
<p>Ọmụmụ a nyochara Onyeka Onwenu dị ka Dike Nwaanyị n'Egwu, site n'ịtụle etu o si jiri egwu bụrụ ụzọ e si echekwa omenala Igbo, kwalite udo, ma wulite ezi mmekọrịta mmadụ. Ọmụmụ a gbadoro ụkwụ n'ịtụle egwu Ekwe (1984), Iyogogo (1984), One Love (1986) na Mu na Gị Ga-ebi, bụ́ ndị a họpụtara n'ihi na ha na-egosipụta n'ụzọ doro anya echiche banyere ncheta omenala, njirimara ndị Igbo, ịhụnanya, ịdị n'otu na mgbake mmekọrịta mmadụ. Ebumnobi ọmụmụ a bụ ịkọwa etu Onyeka Onwenu si jiri asụsụ, akara ngosi omenala na echiche ndị dị n'egwu ya wee bụrụ onye ncheta omenala na onye na-akwalite udo n'ime ọha mmadụ. A gbasoro usoro nnyocha nkọwa ederede, nke gụnyere ịgụ, ịtụle na ịkọwa ọdịnaya egwu ndị ahụ n'ọnọdụ akụkọ ihe mere eme, omenala na mmekọrịta ọha ha si pụta. A chịkọtara ma nyochaa isiokwu ndị metụtara ncheta omenala, mgbagha okwu, ịhụnanya, ịdị n'otu na mgbanwe mmekọrịta mmadụ. Ntụle ahụ gosiri na Onyeka Onwenu ejighị egwu ya mee naanị ihe ntụrụndụ, kama o jiri ya bụrụ ụzọ e si echekwa asụsụ na omenala Igbo, kpalite mmata banyere njirimara omenala, kwalite mkparịta ụka, ma gbaa ndị mmadụ ume ịnakwere ịhụnanya, imekọ ihe ọnụ na nkwanye ùgwù dịka ntọala udo na mmepe obodo. Ọmụmụ a kwubiri na Onyeka Onwenu bụ Dike Nwaanyị n'Egwu, n'ihi na ọrụ ya gafere ịbụ onye na-abụ abụ wee bụrụ nke onye ncheta omenala, onye na-ewulite udo na onye ndu echiche n'ime ọha mmadụ. Ọmụmụ a na-atụnyekwa aro na egwu Afrịka kwesị ịtụle dịka isi mmalite dị mkpa n'ọmụmụ akụkọ ihe mere eme, omenala na mmekọrịta mmadụ.</p> <p>******* </p> <p>Este estudo analisa Onyeka Onwenu como uma *Dike Nwaanyi n'Egwu* (uma mulher heroica na música), examinando como ela utilizou a música como meio para preservar a cultura Igbo, promover a paz e construir bons relacionamentos. O estudo concentra-se na análise das canções *Ekwe* (1984), *Iyogogo* (1984), *One Love* (1986) e *Mu na Gí Ga-ibi*, selecionadas por expressarem claramente ideias sobre memória cultural, identidade Igbo, amor, unidade e recuperação social. O objetivo deste estudo é explicar como Onyeka Onwenu empregou a linguagem, símbolos culturais e as ideias presentes em suas canções para atuar como uma figura de memória cultural e promotora da paz na sociedade. Adotou-se um método de análise textual descritiva, envolvendo a leitura, análise e interpretação do conteúdo das músicas em seus contextos histórico, cultural e social. Foram levantados e analisados temas relacionados à memória cultural, retórica, amor, unidade e mudança social. A análise demonstrou que Onyeka Onwenu não utilizava sua música meramente para entretenimento, mas sim como um meio de preservar a língua e a cultura Igbo, despertar a consciência sobre a identidade cultural, promover o diálogo e incentivar as pessoas a adotarem o amor, a cooperação e o respeito como fundamentos da paz e do desenvolvimento comunitário. O estudo concluiu que Onyeka Onwenu foi uma *Dike Nwaanyi n'Egwu*, pois seu papel transcendeu o de cantora, abrangendo as funções de guardiã da memória cultural, construtora da paz e líder de pensamento na sociedade. O estudo sugere ainda que a música africana deve ser considerada uma fonte importante para o estudo da história, da cultura e das relações humanas.</p>Adaora Irene OBI
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2026-08-272026-08-276Especial III101115Ọ̀rọ̀ jẹ́ńdà àti ìjákọní nínú ewì Ọláńrewájú Adépọ̀jù
https://revistas.unilab.edu.br/njingaesape/article/view/2947
<p>Àwọn ẹ̀dá ènìyàn tí ó bá kó ipa tí ó ta yọ láàrin àwùjọ ni àwọn Yorùbá ń pè ní akọni. Lọ́pọ̀ ìgbà, àwọn ọkùnrin ni àwùjọ máa ń fojú sùn nígbà tí wọ́n bá ń sọ̀rọ̀ nípa ìjákọni nítorí ìgbàgbọ́ wọn nípa pé agbára ti ọkùnrin ju ti obìnrin lọ. Àwọn afọ̀ ẹnú Yorùbá fi hàn ìjákọni ọkùnrin àti obìnrin nípa wíwo ipa wọn nínú àwùjọ. Ọ̀kan nínú àwọn akéwì tí ó ṣe àgbéjáde irúfẹ́ afọ̀ yìí ni Ọláńrewájú Adépọ̀jù tí ó jẹ́ gbajúgbajà ní orílẹ̀-èdè Nàìjíríà ni Ọláńrewájú Adépọ̀jù. Nípa fífi èdè Yorùbá ké ewì fún àwọn olùgbọ́ rẹ̀, ọ̀rọ̀ nípa jẹ́ńdà àti ìjákọni máa ń jẹ yọ ewì rẹ̀. Ìlepá ìṣẹ́ yìí ni láti wo ìjẹyọ akọnìyàn àti abonìyàn gẹ́gẹ́ bí akọnikùnrin àti akọnibìnrin nínú ewì Ọláńrewájú Adépọ̀jù. Iṣẹ́ yìí ṣe àmúlò àwọn àṣàyàn ewì Ọláńrewájú Adépọ̀jù, ó sì ṣe ìtúpalẹ̀ wọn ní ìlànà tíọ́rì Jẹ́ńdà Ajẹmọ́-Ojúṣe ti Judith Butler (Judith Butler’s Gender Performativity Theory). Iṣẹ́ yìí jẹ́ kí ó hàn pé a lè tọ́ka sí akọnikùnrin àti akọnibìnrin nípa ṣíṣe àkíyèsí àbùdá wọn láàrin àwùjọ. Lára àwọn àbùdá bẹ́ẹ̀ tí iṣẹ́ yìí ṣe àfàyọ gẹ́gẹ́ bí ó ṣe hàn nínú ewì Ọláńrewájú Adépọ̀jù ni ogun, ìjà jíjà, àyà níní, owó níní, òògùn níní, ipò nínú ìṣèlú, ipò nínú ẹ̀sìn àti bẹ́ẹ̀ bẹ́ẹ̀ lọ.</p> <p>******* </p> <p>Os iorubás chamam de heróis as pessoas que desempenham um papel de destaque na sociedade. Frequentemente, a sociedade concentra-se nos homens ao falar de poder, devido à crença de que eles são mais poderosos do que as mulheres. Os poetas iorubás retratam o poder de homens e mulheres ao observar seus papéis na sociedade. Um dos poetas que aborda essa temática de poder é Olanrewaju Adépoju, um poeta popular na Nigéria. Ao utilizar a língua iorubá para recitar poesia ao seu público, ele frequentemente destaca em sua obra a questão de gênero e poder. O objetivo deste estudo é examinar a representação de heróis e heroínas como tais na poesia de Olanrewaju Adépoju. O estudo utiliza poemas selecionados de Olanrewaju Adépoju e os analisa à luz da Teoria da Performatividade de Gênero de Judith Butler. A pesquisa demonstra que heróis e heroínas podem ser identificados pela observação de suas características na sociedade. Entre essas características destacadas na poesia de Olanrewaju Adépoju, encontram-se a guerra, o combate, a coragem, a posse de recursos financeiros, o domínio de conhecimentos medicinais ou mágicos (medicina tradicional), o status político, o status religioso, entre outras.</p>Adewale Lukman ADEMUYIWA
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2026-08-272026-08-276Especial III116133Oríkì Gẹ́gẹ́ bí Ìwògbè Aṣàfihàn Iṣẹ́ Akọni: Ìtúpalẹ̀ Ìgbòkègbodò Akinlúùsẹ̀ ní Ìsẹ̀-Èkìtì
https://revistas.unilab.edu.br/njingaesape/article/view/2948
<p>Iṣẹ́ rẹpẹtẹ ni àwọn onímọ̀ lítíréṣọ̀ Yorùbá ti ṣe lórí oríkì Yorùbá tí í ṣe àká aṣàfihàn àṣà àti ìṣe Yorùbá tí ó tóbi, tí ó sì ṣe pàtàkì jù lọ láàárín àwọn ewì alohùn Yorùbá. Àwọn iṣẹ́ wọ̀nyí ṣe àgbéyẹ̀wò orírun onírúurú ẹ̀yà ìran Yorùbá nínú oríkì-orílẹ̀ wọn. Ọ̀pọ̀ iṣẹ́ ló ṣe ìtúpalẹ̀ èrò àti ìgbàgbọ́ Yorùbá nínú oríkì. Kódà, ìwádìí ti jinlẹ̀ nípa ipa mánigbàgbé tí ọ̀kan-ò-jọ̀kan akọnikùnrin àti akọnibìnrin kó ní agbègbè ọ̀kọ̀ọ̀kan wọn àti ilẹ̀ Yorùbá lápapọ̀. Bí ìwádìí ṣe gbòòrò tó nípa oríkì, a kò tí ì ṣe àkíyèsí iṣẹ́ tí ó ṣe ìtúpalẹ̀ tí ó jinlẹ̀ nípa ipa ribiribi tí akọnidòrìṣà kan tí orúkọ rẹ̀ ń jẹ́ Akinlúùsẹ̀, tí a tún mọ̀ sí Akinlúàdusẹ̀ kó ní Ìsẹ̀-Èkìtì. Ìwọ̀-oòrùn Gúsù orílẹ̀-èdè Nàìjíríà ní ilẹ̀ Yorùbá ni Ìsẹ̀-Èkìtì wà. Iṣẹ́ yìí ṣe ìtúpalẹ̀ oríkì Akinlúùsẹ̀ láti ṣe àfihán agbára akọni yìí, ìhùwàsí ojú-ni-alákàn-fi-ń-ṣọ́rí rẹ̀, oore tí ó ṣe fún àwọn ènìyàn ìlú Ìsẹ̀ àti bí ó ṣe fi ọdún Ọ̀pá lọ́lẹ̀ ní ìlú náà láti lè mú kí ipa rere tí ó kó ní àwùjọ náà di mánigbàgbé àti láti gbin ìgboyà àti ìṣe akin sí gbogbo ọmọ bíbí Ìsẹ̀ lọ́kàn láti ìran kan dé èkejì. Ìlànà ìfọ̀rọ̀wánilẹ́nuwò ni a gùn lé làti ṣe àkójọ èdè fáyẹ̀wò. A fọ̀rọ̀ wá àwọn àgbàlagbà àti àwọn ọ̀dọ́ tí wọ́n jẹ́ agbátẹrù àṣà lẹ́nu wò ní ìlú Ìsẹ̀ àti ìlú Osí. Àbájáde ìwádìí yìí fi ìdí rẹ̀ múlẹ̀ pé oríkì jẹ́ oríṣìí ewì tí ìran Yorùbá ṣe gbogbo nǹkan tó rọ̀ mọ́ ìgbé ayé àti ìgbòkègbodò akọni lọ́jọ̀ sí. Ìlànà ìtúpalẹ̀ afọ̀ ni a mú lò láti ṣe ìtúpalẹ̀ détà. Orí èrò tí iṣẹ́ yìí gúnlẹ̀ sí ni pé oríkì Yorùbá jẹ́ ìwògbè tó ń ṣe àfihàn ìdánimọ̀ akọni àti ìgbòkègbodò rẹ̀ pẹ̀lú ẹwà èdè àti onírúurú ọ̀rọ̀ ayàwòrán.</p> <p>******** </p> <p>Estudiosos da literatura iorubá têm realizado um trabalho significativo sobre a poesia iorubá — uma grande expressão da cultura e da tradição desse povo e a mais importante entre suas obras poéticas. Tais obras examinam as origens dos diversos grupos étnicos iorubás por meio de sua poesia nacional e analisam o pensamento e as crenças iorubás nela contidos. De fato, pesquisas têm sido conduzidas sobre o papel memorável desempenhado por heróis e heroínas em suas respectivas regiões e em todo o território iorubá. Apesar da extensa pesquisa sobre o tema, não houve, até o momento, nenhum trabalho que analisasse em profundidade a grande influência de um herói chamado Akinluusse — também conhecido como Akinluadusse — na localidade de Isse-Ekiti. Isse-Ekiti situa-se no sudoeste da Nigéria, em território iorubá. Este trabalho analisa a poesia de Akinluusse para destacar o poder desse herói, seus feitos heroicos, a benevolência demonstrada para com o povo de Isse e a forma como celebrou o "Ano do Rato" na cidade, tornando seu impacto positivo na comunidade inesquecível e incutindo coragem e bravura em todos os filhos de Isse, de uma geração para a outra. O método de entrevista foi utilizado para coletar a amostra linguística; entrevistaram-se adultos e jovens que são portadores da cultura nas cidades de Isse e Osi. Os resultados do estudo confirmaram que a poesia iorubá é um gênero utilizado pelo povo para expressar tudo o que se relaciona à vida e às atividades do herói na sociedade. Utilizou-se um método analítico para o tratamento dos dados. A ideia central deste trabalho é que a poesia iorubá expressa a identidade do herói e suas atividades por meio da beleza da linguagem e de diversos recursos de linguagem figurada.</p>Taiwo Ọpẹyẹmi AKINDUTI
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2026-08-272026-08-276Especial III134148Ṣíṣí aṣọ lójú eégún àdììtú ẹ̀dá Ọjọmu ńlá (Jọmọn ílá): ìrìnàjò akọni ní ìlú Oǹdó
https://revistas.unilab.edu.br/njingaesape/article/view/2949
<p>Ọjọmu Ńlá jẹ́ ògbóǹtarìgì, àdììtú akọni tí ó ní ipa pàtàkì nínú àṣà àti ìṣe ìlú Oǹdó. Iṣẹ́ yìí ṣe àfihàn iṣẹ́ ribiribi tí akọni yìí ṣe àti ipa mánigbàgbé tí ó kó ní ìlú Oǹdó ní ìgbà ayé rẹ̀. Onírúurú ìtàn ni a gbọ́ nípa Ọjọmu Ńlá gẹ́gẹ́ bí akínkanjú ọkùnrin. Gbogbo ẹ̀bùn tí Ẹlẹ́dàá fi jogún fún un yìí kò fi gbọ́ ti ara rẹ̀ nìkan, ṣùgbọ́n ó lò ó láti gba Oǹdó là lọ́wọ́ gbogbo àwọn tí ó gbógun tì í ní àkókò kan. Ìdí tí iṣẹ́ yìí fi ṣe pàtàkì ni pé a ti máa ń gbọ́ nípa àwọn akọni ilẹ̀ Yorùbá lọ́kan-ò-jọ̀kan bẹ́ẹ̀ ni a sì ti ń kà nípa wọn ṣùgbọ́n a ri wí pé Ọjọmu Ńlá kò gbajúmọ̀ láàrin àwọn akọni ilẹ̀ Yorùbá bí ó ti yẹ. Ipò pàtàkì ni ó yẹ kí Ọjọmu Ńlá wà láàrin àwọn akọni ilẹ̀ Yorùbá ṣùgbọ́n kò rí bẹ́ẹ̀ nítorí pé kò sí àkọsílẹ̀ púpọ̀ nípa rẹ̀ èyí tí kò fún àwọn alákadá láyè láti ṣe iṣẹ́ nípa rẹ̀ kí ó ba lè di ìlúmọ̀ká àti gbajúgbajà akọni ní ilẹ̀ Yorùbá. Àlàfo tí ó ṣí sílẹ̀ yìí ni iṣẹ́ yìí fẹ́ dí. Tíọ́rì ìrìnàjò akọnikùnrin (Mono-myth theory) tí Joseph Campbell ṣe agbátẹrù rẹ̀ ni a fi ṣe àtẹ̀gùn, a ṣe àtúpalẹ̀ tí ó lóòrìn lórí oríkì Ọjọmu Ńlá, àṣà àti ìṣe ìlú Oǹdó tí ó ní í ṣe pẹ̀lú rẹ̀. Ìtàn àtẹnudẹ́nu, ìrànlọ́wọ́ àwọn abẹ́nà ìmọ̀ láti ìdílé Ọjọmu ní ìlú Oǹdó àti àwọn àkọsílẹ̀ tí ó wà ní àrọ́wọ́tó nípa akọni yìí, a sì fa kòmóòkun Ọjọmu Ńlá bí akọni ní ìlú Oǹdó yọ. A tún ṣe ìfọ̀rọ̀wánilẹ́nuwò fún àwọn òpìtàn ìlú Oǹdó láti mọ̀ nípa akíkanjú Ọjọmu Ńlá. Iṣẹ́ yìí ṣe àfikún lórí àwàjinlẹ̀ ìmọ̀ nípa pàtàkì àwọn akọni nínú ìṣe àti ìdánimọ̀ àwùjọ kan. Bákan náà, ó ṣe àfihàn pàtàkì ìdáàbòbò àṣà àtẹnudẹ́nu àti ìtàn àdáyébá wa tí ó jẹ́ àmù ìmọ̀ àdáyébá. Lákòótán, iṣẹ́ yìí yóò fi kún ìjìnlẹ̀ òye àti ìmọ̀ nípa àwọn ará ìlú Oǹdó, ìwúlò àwọn akọni ìgbàanì àti ìwúlò àwọn ìtàn àtijọ́ ní òde-òní.</p> <p>******* </p> <p>Ọjọmu Ńlá, a legendary and mystical figure in Oǹdó Kingdom, embodies the mystique of heroism and significance. This paper explores his heroic deeds, bravery, wisdom and selflessness, embodying the values highly esteemed in Oǹdó culture. His exploits, as recorded in folklore, is a testament to his exceptional strength and courage, reflecting the cultural ideal that underpins Oǹdó society. Ọjọmu Ńlá faced trials, fought wars, achieved decisive victory, returned transformed and brought peace to the Oǹdó community. However, works on Ọjọmu Ńlá as a hero in Yorùbá studies has not been explored like that of other popular heroes and heroine in Yorùbáland. It is only limited to the Oǹdó history and traditions. Ọjọmu Ńlá is popular majorly among the Oǹdó people. This makes it a virgin land in the study of Yorùbá history and heroes, which should not be so considering his heroic deeds in Oǹdó Kingdom. It is important that he is placed properly among his equals and that exactly is one of the thrusts of this paper. Using monomyth theory proposed by Joseph Campbell for a critical analysis of oral traditions, cultural practices, historical accounts, and Literature, this research examines the significance of Ọjọmu Ńlá heroism in the Oǹdó Kingdom’s heritage. Primary data were elicited from five key informants (two local historians, one title holder, one priest and a son from Ọjọmu dynasty). Relevant archival materials were also consulted. This study contributes to a deeper understanding of the cultural significance of mythical heroes in shaping a community’s identity and values. It highlights the importance of preserving oral traditions and folklore, which serve as a repository of cultural knowledge and values. The study also provides insights into the Oǹdó Kingdom’s rich cultural heritage and the enduring legacy of its mythical heroes, demonstrating the relevance of folklore in contemporary times.</p>Morónmúbọ̀ Martina AKINSELI Mercy Ayọ̀ FASEHUN
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2026-08-272026-08-276Especial III149164Ọba Adéṣòkejì Adérèlé, Tewogboye kejì àti Ọba Ìbídàpọ̀ Adésànóyè Ósùngbẹ̀dẹ̀lọ́lá kejì Gẹ́gẹ́ bí Akọni Nínú Ìtàn Àwọn Òṣemàwé Ìlú Oǹdó
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<p>Ọ̀pọ̀ ìtàn ló ti ń parun nínú àká-ìtàn (archives) nítorí pé kò fi bẹ́ẹ̀ sí àwọn tí wọ́n fi ìlànà ìwádìí ṣe àkójọpọ̀ wọn sí ojú kan. Ìtàn nípa àṣà àti ìṣe àwọn ènìyàn tí wọ́n ti làmì-laaka, tí ó jẹ́ pé nípaṣẹ̀ agbára wọn àti ìfarajìn wọn ti tan ipa wọn ká orílẹ̀-àgbáyé ṣe pàtàkì gidi. Nítorí náà, àkósílẹ̀ ìtàn tí a ṣe lọ́jọ̀ lórí àwọn ìṣèlẹ̀ ṣe pàtàkì, kì í ṣé fún títọ́jú ìwúlò àti pàtàkì wọn nìkan ṣùgbọ́n láti jẹ́ ẹ̀kọ́ fún àwọn ìran tí wọ́n ṣẹ́ kú àti àwọn tí a kò tíì bí. Àwọn àkókò Ọ̀ba Adéṣòkejì Adérèlé àti Ìbídàpọ̀ Adésànóyè, gẹ́gẹ́ bí akọni Ọ̀ba Òṣemàwé ní Oǹdó ṣe pàtàkì, wọ́n sì yẹ́ fún ìrántí. Àwọn ọba méjèèjì náà ṣe ìranlọ́wọ́ púpọ̀ sí ìdàgbàsókè ìlú Oǹdó. Ọ̀ba Adéṣòkejì Adérèlé ló pẹ́ jù lọ lórí àpèré Òṣemàwé láti ìgbà tí wọ́n ti dá oyè ọba jíjẹ sílẹ̀ ní ọdún 1516AD, nígbà tí Ọ̀ba Adésànóyè pa ọ̀pọ̀ àwọn èèwọ̀ rẹ́ láì fi ọ̀tá pè lójúnà láti mú kí ìlú náà o túbọ̀ gbòòrò si. Ìwádìí yìí ṣe àmúlò ọgbọ́n ìṣèwádìí méjì, àkọ́kọ́ ni ṣíṣe àkójọpọ̀ ìtàn àtẹnudẹ́nu láti ọ̀dọ̀ àwọn abẹ́nà-ìmọ̀ ní ìlú Oǹdó. Èkejì ni ṣíṣe àmúlọ̀ àwọn ìwé tí ó wúlò fún iṣẹ́ yìí. Àwọn ìwé bíi; ìwé ìrántí, àwọn àkójọ ìwé-ìròyìn, ìwé ní orí ìtàkùn ayélujára (Internet) àti àwọn àkọ́sílẹ̀ inú àká-itan. Àwọn àkójọ-èdè fáyẹ̀wò yìí ni a fi ọgbọ́n ajẹmọ́-ìtúpalẹ̀ yẹ̀ wò, tíọ́rì àwọn akọni nlá àti ti ìtọ́sọ́nà olórí àtúnse la lò láti fi ṣòdiwọ̀n fún àtúpalẹ̀. Àbájáde iwadi si fi ye wa wi pe, awon akoni wonyii ṣe gudugudu méje àti yààyàà mẹ́fà lójúnà áti ṣe ìdàgbàsókè fun ilu Ondo lọ́na tí ó gbónje f’ẹ́gbẹ́ tó si tun gba àwo bọ̀. Iṣẹ́ yìí dábàá pé kí àwùjọ ó fi àwọn akọni wa sì aye pàtàkì kí iṣẹ́ àwọn akọni wa tí wọ́n ti kọjá má bàá lọ ní àsán.</p> <p>****** </p> <p>Muita história está se perdendo nos arquivos devido à escassez de pessoas que a tenham reunido em um único local utilizando métodos de pesquisa. A história dos costumes e práticas de pessoas que viveram e morreram — cuja força e dedicação disseminaram sua influência pelo mundo — é de grande importância. Portanto, o registro histórico de eventos é fundamental, não apenas para preservar sua utilidade e relevância, mas também para servir de lição tanto para as gerações passadas quanto para as que ainda virão. As épocas do Rei Adesokeji Aderele e da Confederação Adesanoyce, bem como a do heroico Rei Oshemawwe em Ondo, são importantes e dignas de memória. Ambos os reis contribuíram significativamente para o desenvolvimento de Ondo. O Rei Adesokeji Aderele foi o governante que mais tempo permaneceu no poder na dinastia Oshemawwe desde a instituição do título de rei em 1516 d.C. — época em que o Rei Adesanoyce aboliu diversas proibições, permitindo a expansão da cidade sem atrair inimigos. Este estudo empregou dois métodos de pesquisa: o primeiro consistiu na coleta de histórias orais junto a estudiosos de Ondo; o segundo, no levantamento de documentos relevantes, tais como memórias, artigos de jornal, livros disponíveis na internet e registros históricos. Esse material foi analisado por meio de um método analítico, utilizando a teoria dos grandes heróis e os princípios norteadores do editor-chefe como critérios de avaliação. Os resultados revelaram que esses heróis realizaram sete e seis grandes avanços, respectivamente, na trajetória de desenvolvimento e progresso de Ondo, de maneira benéfica e gratificante. O trabalho sugere que a sociedade dedique atenção especial a esses heróis, para que o legado daqueles que nos precederam não seja em vão.</p>Ajíṣọlá ỌMOJẸ́JẸ́
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2026-08-272026-08-276Especial III165183Kushandiswa Muuviri Hunopikisana kweNhoroondo yeGambakadzi Nehanda muKuvaka Zimbabwe kubva kuma1960 kusvika Nhasi Uno
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<p>Basa reatikoro ino kumutsa zvematongerwo enyika nemweya zvine chokuita nerunganombiri rwaNehanda kutanga kumakore ekuma1960 apo hondo yekurwisa rusununguko rwenyika yeZimbabwe yakaputika munyika yaimbova Rhodesia. Yakanangana nekuratidza huchokwadi hwepfungwa inoti magamba haafi kunyangwe paine vamwe vanenge vachiedza kuasvibisa nekudzima zvimiro zvawo sezvakaitwa kugambakadzi Nehanda munguva yeupambevhu. Yakatsamirana nenyaya yehurumende yeupambevhu yekudzima gambakadzi iri kubva mukupambwa kwakaita nyika yeZimbabwe kusvika yasununguka muna1980, atikoro ino inoongorora matanho evatungamiri vekurwira rusununguko pamwe nemhomho yevanhu vose yekumutsiridza nekuraramisa kasingapere gambakadzi muhwaro rwekurwira rusununguko, kupemberera rusununguko, urongwa hwekutora ivhu uye nemunguva yeHurumende yeChipiri. Mongo wedambudziko retsvagurudzo yeatikoro ino kubvunzisisa nezvemamiriro ekuvaka kana kurongonyora uye nekutora nomazvo kana zvisizvo kwegambakadzi Nehanda uye nezvazvakakonzera munyika yeZimbabwe. Chinyorwa chino chinoshandisa nzira yetsvagurudzo ine chokuita nemafungiro evanhu, unhu hwavo nezvanosangana nazvo munhoroondo dzavo nemagariro avo. Urongwa hwetsvagurudzo hwakashandiswa hunosanganisira mibvunzo kumasangano ezvematongerwo enyika nezvitendero pamwe neveruzhinji rwevanhu. Izvi zvakaitirwa kuziva ruzivo rwavo maringe nezvaNehanda uyezve nekukosha kwake nekurudziro yake kuvanhu muZimbabwe zvekare nemaonero avanomuita. Zvinyorwa zvetsvagurudzo zvakaongororwa zvinosanganisira maraibhurari nezvepadandemutande zviri mumhando dzemaatikoro, mabhuku nemapepanhau zviri maringe negambakadzi remukurumbira iri. Ichitungamirirwa nePfungwa yeHwaro yeMaonero eVobwo iyo inokoshesa nzira dzekuziva dzevobwo uye nemasiyanirano adzo nenzira dzekuziva dzemadokero, atikoro ino inopopota ichiti kushandiswa kwerunganombiri rwaNehanda kwaita zvikonzero zvine uviri hunopikisana muZimbabwe. Nerimwe divi mhikisano iyi inokonzera kukamurana kwevanhu mune zvematongerwo enyika nekuoma kwezvinhu mumagariro neupfumi hwawo, nerimwe divi zvekare ichiunza rufaro rwerusununguko rwenyika nekutorwa kweminda. </p> <p>******** </p> <p>This article is pre-occupied with the politico-religious resuscitation of the legend of Nehanda since the 1960s when the armed struggle for Zimbabwe’s independence broke out in then Rhodesia. It is concerned with affirming the hypothesis that legends never die despite attempts by others to demonize and suppress them as done to the legend during the colonial period. Against the backdrop of the colonial government to suppress it since the colonization of Zimbabwe to its independence in 1980, the article evaluates the deliberate efforts by both the nationalists and ordinary indigenous people to revive and immortalize the legend in the context of the liberation struggle, independence celebration, the land reclamation exercise and in the current context of the Second Republic. The core of the article’s research problem is the interrogation of the nature of the (de)construction and (mis)appropriation of the legend and the effect that has had on Zimbabwean society. Employing a qualitative research approach, the research design consists of interviews with religious and political organizations and ordinary Zimbabweans to establish their knowledge of Nehanda and its significance and influence in Zimbabwe and their attitude towards it. Written sources studied included archival, library and online material in the form of articles, books and newspapers. Informed by the Indigenous Standpoint Theory’s indigenous ways of knowing and their distinction from their western counterparts, the article argues that the appropriation of the Nehanda has had ambivalent repercussions in Zimbabwe causing political polarisation and socio-economic hardships on one hand and independence and land acquisition on the other.</p>Mickias MUSIYIWA
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2026-08-272026-08-276Especial III184209Linkumbulo nenzila kaWinnie Madikizela-Mandela njengegorhakazi lomzabalazo kumbongo kaTA Simayile othi “Ufudukile umama wesizwe”
https://revistas.unilab.edu.br/njingaesape/article/view/2952
<p>Eli nqaku liphonononga iinkumbulo zegqala negorhakazi lomzabalazo kumbongo kaSimayile (2018) othi, <em>“Ufudukile umama wesizwe,”</em> onguWinnie Madikizela-Mandela. Eli nqaku lidandalazisa ubuqhawe nemfundiso eshiywe kuluntu ngumama wesizwe. Ngokusekelwe kwimbali yomzabalazo wenkululeko yoMzantsi Afrika, uphando luphonononga indlela lo mbongo ohlanganisa ngayo intlungu yongcungcutheko ngelixa ukwaphuhlisa ubugorha bukaWinnie Madikizela-Mandela. Ngokusebenzisa ingcingane yohlalutyo lombongo, olu phononongo lujolise kwizixhobo zesihobe ezinjengophindaphindo, uvakalelo, umbuzo buciko, imifanekiso-ntelekelelo, isimboli nolwimi oluncomayo. Iziphumo zophando zityhila ukuba lo mbongo uvuselela iinkumbulo nentlungu kuluntu ngokushiywa ligorhakazi, ngokusebenzisa ubuchule bombongo obubonisa umothuko, ukungakholelwa noxinzelelo lweemvakalelo. Ngaxeshanye, olu phando luphuhlisa uWinnie Madikizela-Mandela njengomntu okwaziyo ukumelana neenzima zengcinezelo, ukungcungcuthekiswa nokunyamezela ukubandezeleka ngenxa yokulwela inkululeko yabemi abantsundu baseMzantsi Afrika ababenyhashelwe amalungelo abo. Uphando lubonisa ukufa kwakhe njengelahleko kwinkcubeko, ngokulwela amalungelo oluntu nezopolitiko. Uphando lukwaveza intlungu yokushiywa ngumyeni aye kuvalelwa kwisiqithi seentini <em>(Robben Island)</em>, ngelixa emshiya ngasemva neemveku. Olu phando luqukumbela ngelithi lo mbongo unguvimba wenkcubeko obonisa indlela yombongo oyigcina ngayo indima eyadlalwa ngamaqhawe esizwe kwixesha lengcinezelo.</p> <p>******** </p> <p>Este artigo examina as memórias de Winnie Madikizela-Mandela — veterana e heroína da luta retratada no poema "Ufudukile umama wesizwe", de Simayile (2018). O texto explora o heroísmo e os ensinamentos deixados pela "mãe da nação". Com base na história da luta de libertação da África do Sul, a pesquisa analisa como o poema encapsula a dor do sofrimento ao mesmo tempo em que desenvolve a imagem heroica de Winnie Madikizela-Mandela. Utilizando a teoria da análise poética, o estudo concentra-se em recursos poéticos como repetição, emoção, pergunta retórica, imagens, simbolismo e linguagem laudatória. Os resultados revelam que o poema evoca memórias e dor na comunidade pela perda da heroína, empregando técnicas poéticas que expressam choque, descrença e sofrimento emocional. Simultaneamente, a pesquisa apresenta Winnie Madikizela-Mandela como alguém capaz de resistir às adversidades da opressão e da tortura, suportando o sofrimento em prol da liberdade dos sul-africanos negros, cujos direitos haviam sido violados. O estudo retrata sua morte como uma perda para a cultura e para a luta por direitos civis e políticos. A pesquisa também aborda a dor do abandono por parte de seu marido — então encarcerado na Ilha Robben —, que a deixou sozinha com os filhos. Conclui-se que o poema constitui um arquivo cultural, demonstrando como a poesia preserva o papel desempenhado por heróis nacionais durante a era do apartheid.</p>Thulani SIMAYILE
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2026-08-272026-08-276Especial III210222Mfantse ↄkorsa no
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<p><strong>Patience OBENG</strong></p>Patience OBENG
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2026-08-272026-08-276Especial III223232Kuci Etsu Nupe Umaru Sanda Ndayako
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<p><strong>Adamu Idris MANARAKIS </strong></p>Adamu Idris MANARAKIS
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2026-08-272026-08-276Especial III233239Guddinaa Tumsa: Goota Sabaa Oromoo
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<p><strong>Hambisa BELINA</strong></p>Hambisa BELINA
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2026-08-272026-08-276Especial III240242Àwẹ̀lé àti Ojúọlápé : Obìnrin tó Yakin
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<p><strong>Olúwakémí Olúwájúẹ̀dálọ̀ SÒMỌ̀RÍN</strong></p>Olúwakémí Olúwájúẹ̀dálọ̀ SÒMỌ̀RÍN
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2026-08-272026-08-276Especial III243246Èrò nípa Akọni Gbére Ajẹmóṣèlú nínú Orin Ìdárò Yorùbá
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<p>Ìlépa iṣẹ́ yìí ni láti ṣe àwárí àwọn àṣàyàn akọni inú ètò ìṣèlú tí ọ̀rọ̀ nípa wọn jáde nínú orin Yorùbá lẹ́yìn ìgbà tí wọ́n kú tán, kí a ṣe àfàyọ ohun tí ó sọ wọ́n di akọni, kí á ṣe àfihàn èrò ọ̀kọrin nípa wọn. Iṣẹ́ yìí ṣe àṣàyàn àwọn ọ̀kọrin ìgbàlódé ní àwùjọ Yorùbá, ó sì ṣe àfàyọ àwọn ipa akọni tí ó ti kú gẹ́gẹ́ bí ó ṣe hàn nínú orin ìdárò tí wọ́n kọ fún wọn. Ìdí tí ó fi jẹ́ pé àwon ọkọ̀rin ìgbàlóde ni a ṣà yàn ní pé àwọn akọni ìgbàlódé nínú ètò ìṣèlú náà ni ó jẹ iṣẹ́ yìí lógún. Ìtúpalẹ̀ iṣẹ́ yìí wáyé ní ìlànà tíọ́rì Ìmọ̀-Ìtàn. Ọ̀nà mẹ́ta ni a lè pín àwọn akọni gbére ìdí ìṣèlú tí wọ́n ti kú wọ̀nyí sí nípa wíwo irúfẹ́ ètò ìṣèjọba tí wọ́n ṣe – akọni ètò ìṣèlú ìbílẹ̀, nínú ètò ìṣèlú àwaarawa àti akọni ètò ìṣèlú ìjọba ológun. Lára àwọn kókó-èrò tí ó jẹ mọ́ akọni gbére tí iṣẹ́ yìí ṣe àfàyọ ni ìdárò ikú akọni, ìtọ́kasí irúfẹ́ ikú tí ó pa wọ́n, ìtọkásí ẹni tí ó kú gẹ́gẹ́ bí ènìyàn ńlá, ipò tí òkú dì mú nígbà tí ó wà láyé àti bẹbẹ tí ó gbé ṣe lórí ipò náà. Iṣẹ́ yìí fi ìdí rẹ̀ múlẹ̀ pé bí ènìyàn bá ṣe rere gẹ́gẹ́ bí akínkanjú tàbí fi ìfẹ́, àìmọtara-ẹni-nìkan àti ìgboyà jà fita-fita láti yọ́ ìlú àti àwọn ìran rẹ̀ kúrò nínú ìsìnrú àti làásìgbò nígbà tí ó wà láyé, bí irú onítọ̀hún bá kú tán, ayé ó sì máa polongo rẹ̀ gẹ́gẹ́ bí akọni, ìpolongo wọn yìí yóò máa jẹ yọ nínú orin tí àwọn ọ̀kọrin bá ń kọ àti ìhà tí àwùjọ bá kọ sí wọn. Èyí ni yóó sì jẹ́ kí a lè tọ́ka sí irúfẹ́ àwọn akọni bẹ́ẹ̀ gẹ́gẹ́ bí akọni gbére.</p> <p>****** </p> <p>O objetivo deste trabalho é identificar determinados heróis políticos mencionados em canções iorubás após suas mortes, identificar o que os tornou heróis e revelar as reflexões dos poetas a respeito deles. O estudo selecionou poetas contemporâneos da sociedade iorubá e identificou os papéis desempenhados pelos heróis falecidos, conforme retratados nas elegias a eles dedicadas. A escolha de poetas contemporâneos justifica-se pelo interesse deste trabalho nos heróis do sistema político atual. A análise baseia-se nos princípios da Teoria Histórica. Esses heróis políticos falecidos podem ser classificados em três categorias, de acordo com o tipo de governo que serviram: heróis do sistema político tradicional, heróis do sistema político militar e heróis do governo militar. Entre os temas relacionados aos heróis do passado explorados neste trabalho, destacam-se o lamento pela morte do herói, a referência às circunstâncias de seu falecimento, a exaltação da grandeza da pessoa falecida, o cargo que ocupava em vida e suas ações nesse posto. O trabalho estabelece que, quando um indivíduo pratica o bem como herói ou luta — com amor, altruísmo e coragem — para libertar seu país e seus descendentes da escravidão e da pobreza durante sua vida, o mundo o reconhece como herói após sua morte; esse reconhecimento reflete-se tanto nas canções entoadas pelos cantores quanto na atitude do público em relação a eles. Isso nos permite classificar tais figuras como heróis exemplares.</p>Paul Akíntúndé AKÍNWÙMÍ
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2026-08-272026-08-276Especial III247263Capa, conselho científico, avaliadores
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Alexandre António Timbane (Editor-Chefe)
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2026-08-272026-08-276Especial III0311Primeiras palavras, homenagem e editorial
https://revistas.unilab.edu.br/njingaesape/article/view/2958
Alexandre António Timbane (Editor-Chefe)Báyọ̀ Ọmọlọlá (Guest Editor)
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2026-08-272026-08-276Especial III1230