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  • Diálogos Sul-Sul: Interdisciplinaridade, Saúde e Resiliência Social no Espaço Lusófono
    Vol. 6 Núm. Especial 4 (2026)

    O Brasil é um dos países lusófonos que mais desenvolve atividades de Cooperação Sul-Sul de forma sistemática e com resultados visíveis. No âmbito da pesquisa e da formação, o Brasil tem apoiado com muita frequência cursos superiores, experimentos e divulgação de saberes que visam apoiar países do Sul global. A concessão de vagas e/ou bolsas de estudos (para graduação e pós-graduação) para vários países africanos, da américa do sul e Ásia revela o compromisso que o Brasil tem perante do mundo. Mesmo países europeus que tiveram colônias na África, por exemplo, jamais apoiam a formação de recursos humanos como o Brasil. O Brasil é o único país do mundo que possui  universidades de integração internacional para África, Ásia e America Latina.

    Em discurso na 81ª Sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas ONU (22/09/2026), o Presidente da República, Luis Inácio Lula da Silva afirmou que "Mudar é avançar para um futuro de mais participação e mais conquistas. É criar e compartilhar soluções públicas efetivas para os desafios do desenvolvimento por meio de um Estado democrático, forte, eficiente e capaz.  É apostar no espírito de solidariedade e na cooperação com a África, a Ásia e a América Latina e Caribe. Iniciativas como a Aliança Global contra a Fome e a Pobreza e o Painel Internacional sobre Desigualdade nascem dessa vontade política. O Brasil tem pressa de se tornar uma nação desenvolvida e socialmente justa".- Disse.

    Mudar para o melhor é necessário e urgente, para que a pobreza e as guerras não prevaleçam na aldeia global. A solidariedade deveria ser o cajado para a redução das desigualdades de todo tipo incluindo o preconceito. A UNILAB (em especial a Revista Njinga & Sepé: Revista Internacional de Culturas, Línguas Africanas e Brasileiras (ISSN: 2764-1244) ) surge com intuito de promover a cooperação que apoia países lusófonos (e não só) na divulgação de trabalhos e estudos que ainda são desconhecidos além dos espaços territoriais desses países.

    A Revista Njinga & Sepé procura apoiar esses países dando-lhes o suporte possível para que estudos e pesquisas realizados nesses países não fiquem no anonimato. O Diálogo Sul-Sul refere-se à troca de conhecimentos, de tecnologias, de recursos e de experiências entre países em desenvolvimento, conhecidos coletivamente como o Sul Global. A cooperação Brasil-PALOP criou um campo amplo de cooperação em diferentes níveis, mas destaca-se mais na cooperação educacional através da formação  dos recursos  humanos. A criação da Universidade de Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (UNILAB) no Brasil (Bahia e Ceará) busca consolidar essa cooperação Sul-Sul que é de suma importância para o desenvolvimento dos países membros. A Revista Njinga & Sepé aproxima a África do Brasil e o Brasil da África por meio da troca e compartilhamento de saberes que visam um crescimento conjunto, de apoio e de aprofundamento de saberes.

    A presente publicação (Vol.6, nº Especial 4, 2026) foi organizado por três mestres da área da saúde, nomeadamente:  Ilídio Nhancale do Hospital Central de Nampula (HCN-Moçambique), France Riane da Universidade Lúrio (UNILÚRIO-Moçambique) e Florência Paulo Nhavenge-Timbane da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM-Brasil). A publicação é composta por desessete (17) artigos originais resultantes de pesquisas em vários países do Sul Global. Leiam-os com atenção e busquem diálogo permanente para que os saberes circulem com maior  intensidade nos países do Sul Global, esperando que os estudos promovam mudanças na vida em sociedade. 

    Boa leitura!

    Alexandre António Timbane (Editor-Chefe)

    * * * * * * * * * * * * * * 

    Conheça o Repositório da UNILAB. Lá tem muitos materiais para estudo e pesquisa, como por exemplo:

    *O cabo-verdiano e o português em convivência: descrição, ensino, literatura e cultura

    https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/3527

    *Estudos linguísticos, literários e culturais da Guiné-Bissau

    https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/7487

    *Descrição linguística, educação e cultura em contextos pós-coloniais

    https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/2966

    *Temas em debate: a Educação no Brasil

    https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/2317

    *Estudos linguísticos e literários sobre Moçambique

    https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/2604

     

  • Educação inclusiva e inovação pedagógica: desafios e competência para a educação do futuro
    Vol. 6 Núm. 4 (2026)

    Prezados leitores, Prezadas leitoras!

    Voltamos mais uma vez com uma produção científica. Trata-se do Vol.6, nº 4 (2026) composto por vinte artigos que somam 367 páginas. O interesse pela pesquisa e pela publicação é de salutar e faz parte da vida acadêmica e profissional.  Criamos  esta revista (Njinga & Sepé)  gratuita e de acesso livre para permitir a circulação do conhecimento de qualidade e proporcionar debates permanentes entre investigadores, docentes e estudantes. Pesquisar é examinar, é observar um fenomeno, um objeto a partir de uma prisma ou por uma perspectiva. Todas as perspectivas podem ser válidas a partir do ponto em que observamos e isso torna o conhecimento científico mais democrático. Nenhuma sociedade evoluiu sem apostar em estudos e pesquisas que  revelam novas reflexões, caminhos e descobertas. Por isso, a Njinga & Sepé: Revista Internacional de Culturas, Linguas Africanas de Brasileiras (ISSN: 2764-1244) aposta no compartilhamento de estudos e pesquisas redigidas por pesquisadores brasileiros e dos países africanos, europeus, asiáticos, americanos e australianos. Esta revista é a única no Brasil (talvez no mundo) que respeita as linguas dos povos minoritários (muitas dellas não oficiais) e aceita a publicação de materiais em línguas brasileiras, em línguas africanas (incluindo as  línguas de sinais).

    Esta publicação resulta de parcerias entre a Revista Njinga & Sepé (UNILAB) e as universidades africanas. Desta feita convidamos três docentes angolanos para organizar a publicação. Convidamos o Prof.  Leonardo Tuyenikumwe Pedro (FCSH – Universidade do Namibe), o Prof. Dinis Fernando da Costa (FCSH – Universidade do Namibe) e o Prof. Reginaldo Ngola dos Santos Brinco (ISCED-Huila). Eles aceitaram o desafio e nos proporcionam este momento rico de aprendizagem a quem agradecemos.

    Agora convidamos ao leitor e à leitora a percorrer a revista, compartilhando e lendo os trabalhos publicados. A democratização do conhecimento passa necessariamente por permitir que pesquisadores, docentes e estudantes de outros países (muitos deles sem revista na sua universidade) possam ter a oportunidade de divulgar seus trabalhos, estudos e pesquisas. Por isso caro e caro leitor aproveite o máximo nesta revista revista. No fim de cada artigo colocamos as possiveis formas de apresentar as referências em trabalhos acadêmico-científicos. Copie e cole as referências do seu artigo lido e citado. 

    Caso deseja organizar uma publicação entre em contato com o Editor-Chefe por meio do e-mail da revista. Agradecemos aos avaliadores, aos tradutores e aos organizadores pela dedicação na organização desta obra. O nosso muito obrigado, pois sem vocês seria impossivel. Esta publicação é uma das primeiras de tantas outras que serão publicadas ao longo do semestre.  Encontrem nesta publicação temáticas linguisticas, literárias, de educação, de Gestão, de Psicopedagogia,  entre várias. 

    Desejamos a todos uma boa leitura!

    Alexandre António Timbane (Editor-Chefe)

    Conheça o Repositório institucional da UNILAB. Lá encontra muitos livros, anais, revistas e outras publicações que podem ser úteis para a sua pesquisa. Visite:

    1.A gramaticalização do português nas suas variedades e as políticas linguísticas para a autoestima e democracia linguística

    https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/7815

    2.Ensino-aprendizagem de línguas e estudos literários na perspectiva cultural no século XXI

    https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/7816

    3.As línguas africanas e o português na África lusófona: reflexões, descrições e políticas de ensino

    https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/4424

    4.A lexicografia, a lexicologia e a onomástica em português: a língua em constante evolução
    https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/7814

    5.O português de/em Angola: peculiaridades linguísticas

    https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/2305

    6.O cabo-verdiano e o português em convivência: descrição, ensino, literatura e cultura

    https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/3527

    7.Estudos linguísticos, literários e culturais da Guiné-Bissau

    https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/7487

    8.Descrição linguística, educação e cultura em contextos pós-coloniais

    https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/2966

     

  • Entre línguas, direitos e territórios: educação, sociedade e ambiente em Angola e Moçambique
    Vol. 6 Núm. 3 (2026)

    Caros autores,

    Caros leitores!

    Estudos e pesquisas na universidade funcionam como lanterna que ilumina o caminho do avanço do conhecimento científico. Já a publicação visa compartilhar com a comunidade científica os resultados em andamento ou concluídos para que se abra diálogo entre pensadores. Nesta edição, os trabalhos publicados buscam anunciar essa "boa nova" que é trazida para escrutínio de outros pensadores. A Revista Njinga & Sepé felicita aos autores pela coragem para realizar as pesquisas e pela partilha das reflexões e descobertas.  

    A Revista Njinga & Sepé está de "portas abertas" para receber colaboradores em diversas tarefas: avaliadores/pareceristas, organizadores de publicações (Guest-Editor), tradutores, autores incluindo leitores que são o foco da publicação. Visitem o site da Revista e cadastrem-se para receber notificações. Esta Revista aceita vídeos em Línguas de Sinais, pois é defensora dos Direitos Linguísticos e promove a inclusão e a valorização das línguas minorizadas. As línguas brasileiras e africanas são e serão sempre encorajadas. 

    A presente publicação (Vol.6, nº3, 2026) foi organizada pela Profa. Dra. Paula Isabel Marques Martins Baptista Querido, docente da Universidade de Vigo (Espanha) e da Escola Secundária José Falcão (Coimbra, Portugal). Formulamos o convite para a Profa. Paula Isabel que prontamente se colocou à disposição para organizar esta publicação. Endereçamos desde já os nossos AGRADECIMENTOS pelo apoio e colaboração que prestou para a Revista e para a nossa Universidade, a Universidade de Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira. Esta publicação homenageia o Pai da Profa. Paula Isabel que foi um especial "incentivador" durante a sua formação acadêmica e profissional. Tomo a liberdade de fazer a citação direta de um trecho que me emocionou num dos e-mails que troquei com a Profa. Paula Isabel: "...Houve, ainda, uma razão muito pessoal para o fazer desta forma. Quis que este trabalho fosse, de algum modo, uma “prenda completa” minha para o meu Pai, que faleceu no dia 10 de fevereiro e cuja perda me deixou num sofrimento muito profundo. Ele sempre acompanhou, com enorme orgulho, o meu percurso académico e profissional, e gosto de pensar que esta edição é também uma forma de lhe prestar homenagem e de continuar a partilhar com ele aquilo que vou conseguindo realizar. Tenho a certeza de que teria ficado muito orgulhoso ao vê-la publicada..."

    Sendo assim, agradecemos pela linda homenagem ao grande guerreiro que sempre viverá nos nossos corações. Agradecemos aos pareceristas pela avaliação e aos autores pela paciência e confiança. Esta publicação é composta por oito (8) artigos inéditos, dez (10) textos literários e duas (2) resenhas críticas.

    A organizadora da edição (Vol.6, nº3, 2026) manteve a escrita das diferentes variedades do português que os autores apresentaram. Para além disso, a organizadora teve o cuidado de fazer uma revisão minuciosa, sem influenciar o estilo e o viés linguístico da escrita dos autores. Desejamos a todos uma excelente leitura e fiquem à vontade para compartilhar com outros interessados.

    BOA LEITURA!

    Alexandre António Timbane (Editor-Chefe)

     

  • ÀWỌN AKỌNI ÁFÍRÍKÀ APÁ KEJÌ/ HEROIS E HEROÍNAS DA ÁFRICA PARTE II/ HEROES OF AFRICA PART II
    Vol. 6 Núm. Especial III (2026)

    Português

    Estamos diante de mais uma publicação resultante das parcerias entre a Revista Njinga & Sepé, da Universidade de Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira e o Professor Doutor Báyọ̀ Ọmọlọlá (Morgan State University). O professor Báyọ̀ Ọmọlọlá é um eximio colaborador que defende a divulgação de conhecimentos científicos e culturais por meio das línguas autóctones. Eis que nesta edição temos o prazer de publicar materiais escritos em diferentes línguas africanas abordando o tema "herois da África". É verdade que África, o berço da humanidade sempre teve herois que sempre resistiram tanto pela dominação colonial como na luta pelo bem estar do povo.

    A África conta com cinquenta e cinco países segundo a União Africana, mas as Nações Unidas apontam cinquenta e quatro, visto que não reconhecem a República Árabe Saaraui Democrática. Dentre todos esses países, dois — Etiópia e Libéria — são considerados pelos historiadores como nações que jamais caíram sob o domínio dos brancos, muito embora os italianos tenham tentado conquistar a Etiópia entre 1936 e 1941. Não existe lugar sem heróis, assim como não existe lugar onde não se prepare uma sopa; a diferença reside apenas no fato de que algumas sopas são mais saborosas do que outras.
    Ao ler as páginas desta publicação, você descobrirá o quão deliciosa é essa "sopa" — uma metáfora que encontrará nas palavras do autor. O segredo para encontrar a humildade reside em saber onde procurar. Sem mais delongas, abordaremos alguns dos textos que compõem a primeira parte desta publicação. Faremos isso de forma breve. A apresentação aqui feita é como uma reunião de negócios; não acumularemos informações em excesso. Revelaremos a essência — a "sopa" que se apresenta à vista — dessas histórias. Dezoito dos textos deste volume consistem em pesquisas aprofundadas sobre diversos heróis, enquanto dois são poemas criativos dedicados a heróis negros de suas respectivas comunidades, tribos e nações.

    Desejamos a todos uma boa leitura e incentivamos que continuem escrevendo nas vossas línguas que são o simbolo de identidade das culturas locais.
    Muito obrigado, professor Báyọ̀ Ọmọlọlá.

    English

    We present here another publication resulting from the partnership between Njinga & Sepé Journal —from the University for International Integration of the Afro-Brazilian Lusophone  (UNILAB)—and Professor Báyọ̀ Ọmọlọlá (Morgan State University). Professor Báyọ̀ Ọmọlọlá is an outstanding collaborator who advocates for the dissemination of scientific and cultural knowledge through indigenous languages. In this edition, we are pleased to publish materials written in various African languages ​​that address the theme of "African heroes." Indeed, Africa—the cradle of humanity—has always had heroes who resisted colonial domination and fought for the well-being of the people.

    According to the African Union, Africa comprises fifty-five countries, whereas the United Nations recognizes fifty-four, as it does not acknowledge the Sahrawi Arab Democratic Republic. Among these nations, two—Ethiopia and Liberia—are considered by historians never to have fallen under white rule, although the Italians did attempt to conquer Ethiopia between 1936 and 1941. There is no place without heroes, just as there is no place where soup is not prepared; the difference lies simply in the fact that some soups are tastier than others.
    As you read the pages of this publication, you will discover just how delicious this "soup" is—a metaphor you will encounter in the author's own words. The secret to finding humility lies in knowing where to look. Without further ado, we will discuss some of the texts that make up the first part of this publication. We will do so briefly. This presentation is akin to a business meeting; we will not overload you with excessive information. Instead, we will reveal the essence—the "soup" set before us—of these stories. Eighteen of the texts in this volume consist of in-depth research on various heroes, while two are creative poems dedicated to Black heroes from their respective communities, tribes, and nations.

    We wish everyone a pleasant read and encourage you to continue writing in your own languages, which are symbols of the identity of local cultures.
    Thank you very much, Professor Báyọ̀ Ọmọlọlá.

  • ÀWỌN AKỌNI ÁFÍRÍKÀ APÁ KÌÍNÍ/ HEROIS E HEROÍNAS DA ÁFRICA PARTE I/ HEROES OF AFRICA PART I
    Vol. 6 Núm. Especial II (2026)

    Português

    Estamos diante de mais uma publicação resultante das parcerias entre a Revista Njinga & Sepé, da Universidade de Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira e o Professor Doutor Báyọ̀ Ọmọlọlá (Morgan State University). O professor Báyọ̀ Ọmọlọlá é um eximio colaborador que defende a divulgação de conhecimentos científicos e culturais por meio das línguas autóctones. Eis que nesta edição temos o prazer de publicar materiais escritos em diferentes línguas africanas abordando o tema "herois da África". É verdade que África, o berço da humanidade sempre teve herois que sempre resistiram tanto pela dominação colonial como na luta pelo bem estar do povo.

    A África conta com cinquenta e cinco países segundo a União Africana, mas as Nações Unidas apontam cinquenta e quatro, visto que não reconhecem a República Árabe Saaraui Democrática. Dentre todos esses países, dois — Etiópia e Libéria — são considerados pelos historiadores como nações que jamais caíram sob o domínio dos brancos, muito embora os italianos tenham tentado conquistar a Etiópia entre 1936 e 1941. Não existe lugar sem heróis, assim como não existe lugar onde não se prepare uma sopa; a diferença reside apenas no fato de que algumas sopas são mais saborosas do que outras.
    Ao ler as páginas desta publicação, você descobrirá o quão deliciosa é essa "sopa" — uma metáfora que encontrará nas palavras do autor. O segredo para encontrar a humildade reside em saber onde procurar. Sem mais delongas, abordaremos alguns dos textos que compõem a primeira parte desta publicação. Faremos isso de forma breve. A apresentação aqui feita é como uma reunião de negócios; não acumularemos informações em excesso. Revelaremos a essência — a "sopa" que se apresenta à vista — dessas histórias. Dezoito dos textos deste volume consistem em pesquisas aprofundadas sobre diversos heróis, enquanto dois são poemas criativos dedicados a heróis negros de suas respectivas comunidades, tribos e nações.

    Desejamos a todos uma boa leitura e incentivamos que continuem escrevendo nas vossas línguas que são o simbolo de identidade das culturas locais.
    Muito obrigado, professor Báyọ̀ Ọmọlọlá.

    English

    We present here another publication resulting from the partnership between Njinga & Sepé Journal —from the University for International Integration of the Afro-Brazilian Lusophone  (UNILAB)—and Professor Báyọ̀ Ọmọlọlá (Morgan State University). Professor Báyọ̀ Ọmọlọlá is an outstanding collaborator who advocates for the dissemination of scientific and cultural knowledge through indigenous languages. In this edition, we are pleased to publish materials written in various African languages ​​that address the theme of "African heroes." Indeed, Africa—the cradle of humanity—has always had heroes who resisted colonial domination and fought for the well-being of the people.

    According to the African Union, Africa comprises fifty-five countries, whereas the United Nations recognizes fifty-four, as it does not acknowledge the Sahrawi Arab Democratic Republic. Among these nations, two—Ethiopia and Liberia—are considered by historians never to have fallen under white rule, although the Italians did attempt to conquer Ethiopia between 1936 and 1941. There is no place without heroes, just as there is no place where soup is not prepared; the difference lies simply in the fact that some soups are tastier than others.
    As you read the pages of this publication, you will discover just how delicious this "soup" is—a metaphor you will encounter in the author's own words. The secret to finding humility lies in knowing where to look. Without further ado, we will discuss some of the texts that make up the first part of this publication. We will do so briefly. This presentation is akin to a business meeting; we will not overload you with excessive information. Instead, we will reveal the essence—the "soup" set before us—of these stories. Eighteen of the texts in this volume consist of in-depth research on various heroes, while two are creative poems dedicated to Black heroes from their respective communities, tribes, and nations.

    We wish everyone a pleasant read and encourage you to continue writing in your own languages, which are symbols of the identity of local cultures.
    Thank you very much, Professor Báyọ̀ Ọmọlọlá.

  • Lenguas, culturas y expresiones visuales en diálogo: Libras (lengua de signos brasileña), educación y expresión artística.
    Vol. 6 Núm. Especial I (2026)

    PRESENTACIÓN

    Ninguna práctica educativa existe al margen del lenguaje. Es a través del lenguaje que circula el conocimiento, que se constituyen las relaciones pedagógicas y que cada sociedad define las formas en que enseña, aprende y proyecta su futuro. Los cambios que marcan el presente desplazan estas relaciones, reconfiguran las formas de producir y compartir conocimiento y desafían a investigadores y docentes a replantearse las concepciones consolidadas sobre la enseñanza, la formación y la alfabetización. En este contexto, la reflexión sobre el lenguaje exige analizar las condiciones que posibilitan una educación capaz de responder a las demandas de una realidad cada vez más diversa, interconectada y socialmente compleja.

    Es en este horizonte donde se sitúa este dossier, dedicado a la convergencia de investigaciones desarrolladas en Brasil y en países africanos que exploran las interfaces entre los Estudios Lingüísticos y la Educación. Los trabajos aquí reunidos abordan experiencias construidas en espacios educativos formales y no formales, en diferentes niveles y modalidades de escolarización, incluyendo la docencia universitaria. Aunque abordan objetos distintos, comparten el interés por comprender cómo las prácticas lingüísticas responden a los desafíos que plantean las tecnologías impresas y digitales, las múltiples alfabetizaciones y las demandas contemporáneas de la educación.

    La conexión entre estos contextos trasciende la convergencia temática y crea un espacio de diálogo entre diferentes experiencias históricas, culturales y educativas. En todas ellas, el lenguaje adquiere una dimensión estructurante en la formación humana y en la organización de prácticas educativas comprometidas con la pluralidad lingüística, cultural y social. En este sentido, la investigación aquí reunida reafirma que la enseñanza de lenguas presupone considerar las condiciones de producción discursiva, la diversidad de sujetos y los efectos que toda práctica educativa produce en las formas de participación social.

    Esperamos que este trabajo inspire nuevas investigaciones y contribuya a consolidar una concepción de la educación en la que la diferencia lingüística constituya un principio que amplíe las posibilidades de producir conocimiento, formar sujetos y construir formas de convivencia más plurales.

    Agradecemos a Otaviano por la grabación y a Farisse Alexandre Timbane (UFBA) por la edición y organización de los videoartículos publicados en esta edición especial.

    Organizadores de la publicación: Prof. Dra. Letícia de Sousa Leite, Prof. Dr. Eliamar Godoi y Prof. Dra. Carine Gurunga de Matos

    Língua Brasileira de Sinais

  • Teias culturais e linguísticas: política, educação, religiosidade e dinâmicas sociais
    Vol. 6 Núm. 1 (2026)

    Todas as sociedades humanas possuem uma ou várias culturas que marcam identidades próprias e de pertencimentos. Sob o ponto de vista pragmático não existe uma cultura estática e imutável. Toda a cultura se ajusta aos contextos reais dos seus praticantes. Entendamos por cultura "todo conhecimento que uma sociedade tem sobre si mesma, sobre outras sociedades, sobre o meio material em que vive e sobre a própria existência" (Santos, 1996). Já a religiosidade, de acordo com Clacir José Bernardi e Maria Augusta de Castilho "constrói um universo de reflexão todo especial na vida seja individual ou social por envolver um contrato, em que o elemento esperança e sentido da vida são fundamentais para o desenvolvimento do ser humano em sua trajetória terrestre"(Bernardi; Castilho, 2016). Nesta perspectiva não se justifica a ideia de que África é um só país e que seus habitantes não possuem uma cultura. Os africanos (angolanos, guineenses, somalianos, congoleses, tunisianos, etc.) possuem várias culturas, várias línguas e várias identidades que caracterizam qualquer sociedade. O que precisamos pensar é sobre como descontruir as ideologias coloniais já implantadas e que promovem o preconceito.  

    O vol.6, nº 1 (2026), organizado pelo Prof. Dr. Rajabo Alfredo Abdula tem como título "Teias culturais e linguísticas: política, educação, religiosidade e dinâmicas sociais" e busca desconstruir esses olhares negativos sobre a África demonstrando as especificidades de cada realidade. As cidades autónomas da Espanha localizadas na África (Ceuta & Melilla) lembram-nos a cada dia, as consequencias da colonização que afetou moral, cultural e politicamente. Lembrando que a partilha da África  não foi feita pelos africanos, mas sim pelas potências europeias. O Professor Rajabo Abdula organizou quinze (15) artigos inéditos que buscam discutir essas perpectivas olhando para África nas suas particularidades, assim como a diáspora  brasileira construida pelo processo nesfato da colonização. Existe África no Brasil, na Jamaica, no Equador, no Haiti em vários países onde a colonicação ocorreu. Essa África se manifesta por meio de práticas culturais que nos remetem às origens desses afrodescendentes. Nesses espaços coloniais nasceram novas Áfricas que preservam (até hoje) suas matrizes e que perpetuam a religiosidade, a educação, as tradições, as culinárias, os jogos, as danças e os cantos. Por sua vez, grupos étnicos africanos procuram conservar as práticas dos antepassados também, contrapondo a modernidade que promove o abandono e a aculturação. Ao percorrer a publicação do Prof. Abdula será possivel visalizar essas discussões que ao nosso ver são importantes para uma luta permanente pela identidade. 

    Desejamos a todo(a)s uma boa leitura e jamais esqueçam de compartilhar com interessados!

    Em nome da Revista Njinga & Sepé agradecemos ao Prof. Abdula pelo intenso trabalho de organização desta publicação. Muito obrigado, professor. 

    (Alexandre A.Timbane, Editor-chefe)

  • Ensino de Língua Portuguesa, práticas de (multi)letramentos e tecnologias: dimensão ética e responsabilidade social
    Vol. 6 Núm. 2 (2026)

    É nosso objetivo reunir artigos que apresentem pesquisas realizadas no Brasil e em África com interface entre Estudos Linguísticos e Educação, com foco na formação e na prática docente em diferentes dimensões e espaços educativos (formais e não-formais), níveis e modalidades de escolarização, incluindo a docência universitária, cujas discussões articulem o domínio das tecnologias impressas e digitais ao campo da linguagem e/ou ao ensino de Língua Portuguesa, às práticas de (multi)letramentos, da formação, da ética, da humanidade e da responsabilidade social.

    Esta proposta parte do reconhecimento de que os processos educativos, na atualidade, estão sendo atravessados por transformações tecnológicas, culturais e sociais que exigem dos sujeitos envolvidos uma postura crítica, sensível e comprometida com os contextos em que atuam. Ao reunir contribuições que dialoguem com essas transformações, o dossiê busca fomentar reflexões (nesses dois espaços, Brasil e África), que valorizem a diversidade de experiências, saberes e práticas pedagógicas, promovendo uma abordagem plural e inclusiva do ensino de língua. Trata-se de um convite à construção coletiva de sentidos sobre o papel da linguagem na formação de sujeitos éticos, conscientes e socialmente engajados, em tempos marcados por desafios comunicacionais, educacionais e políticos.

    Organizadores

    Profa. Dra. Obdália Santana Ferraz Silva (Universidade do Estado da Bahia - UNEB)

    Profa. Dra. Úrsula Cunha Anecleto (Universidade Estadual de Feira de Santana - UEFS)

    Prof. Me. Arcedes José Manuel (Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP)

  • A cultura e as literaturas em línguas africanas: estudos e pesquisas/Culture and literature in African languages: studies and research_ Parte II
    Vol. 5 Núm. Especial II (2025)

    A presente publicação especial resulta de parcerias entre o Prof. Dr. Alexandre António Timbane (Editor da Revista Njinga & Sepé) e Prof.Dr. Bayọ Ọmọlọla, docente do Department of World Languages and International Studies, da Morgan State University (USA). Trata-se de uma parceria de trocas e compartilhamento de materiais com vista a preservação, valorização e divulgação das linguas africanas além fronteiras. As linguas africanas existem, estão vivas e são meios de comunicação e precisam de cada vez mais divulgadas e ensinadas para as novas gerações. A Declaração Universal dos Direitos Linguisticos (1996) defende que "Todas as comunidades linguísticas têm direito a um ensino que permita aos seus membros adquirirem um conhecimento profundo do seu patrimônio cultural (história e geografia, literatura e outras manifestações da própria cultura), assim como o melhor conhecimento possível de qualquer outra cultura que desejem conhecer." (Art.28). Esta é a primeira publicação de tantas outras que vamos promover e divulgar em favor da divulgação da cultura africana e das línguas locais. As línguas indigenas brasileiras e da américa latina também podem publicar seus trabalhos nesta revista. Há espaço para todas as línguas do mundo que desejam compartilhar suas culturas e línguas. Na qualidade de Editor-chefe da Revista Njinga & Sepé agradeço muito a colaboração do Prof. Dr. Bayọ Ọmọlọla pela ideia de divulgar os artigos publicados. Agradecemos aos avaliadores que gentilmente apreciaram e deram parecer dos textos aqui publicados. Muito obrigado professor Bayọ Ọmọlọla pela sua colaboração com a Revista Njinga e Sepé.

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    This special publication is the result of a partnership between  Alexandre António Timbane, Ph.D (Editor of Njinga & Sepé Journal) and Bayọ Ọmọlọla, Ph.D. a professor in the Department of World Languages and International Studies at Morgan State University (USA). This partnership involves exchanging and sharing materials with a view to preserving, promoting, and disseminating African languages across borders. African languages exist, are alive, and are means of communication, and they need to be increasingly disseminated and taught to new generations. The Universal Declaration of Linguistic Rights (1996) states that "All language communities have the right to education that enables their members to acquire a thorough knowledge of their cultural heritage (history and geography, literature and other manifestations of their own culture), as well as the best possible knowledge of any other culture they wish to know." (Art. 28). This is the first of many publications that we will promote and disseminate to promote African culture and local languages. Indigenous languages from Brazil and Latin America can also publish their work in this journal. There is space for all languages of the world that wish to share their cultures and languages. As Editor-in-Chief of the Njinga & Sepé Journal, I am deeply grateful to Prof. Dr. Bayọ Omọlọla for his collaboration in sharing the published articles. We thank the reviewers who kindly appreciated and provided feedback on the texts published here. Thank you very much Professor Bayọ Ọmọlọla for your collaboration with the Njinga and Sepé Journal.

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    Àtẹ̀jáde pàtàkì yìí jẹ́ àbájáde àjọṣepọ̀ láàrin Ọ̀jọ̀gbọ́n Dókítà Alexandrie António Timbane (Olóòtú-Àgbà ti Ìwé Àtìgbàdégbà Njinga & Sepé) àti Ọ̀jọ̀gbọ́n Dókítà Báyọ̀ Ọmọlọlá, Olóòtú Àkànṣe ti Njinga & Sepé yìí àti olùkọ́ ní Department of World Languages and International Studies ní Morgan State University, USA. Àjọṣepọ̀ yìí jẹ́ wáyè pẹ̀lú ṣíṣe pàsípàrọ̀ àtì pínpín àwọn ohun èlò pẹ̀lú èrò láti ṣe ìtọ́jú, ìgbéga, àti ìtànkálẹ̀ àwọn èdè Áfíríkà kọ́já àwọn ààlà. Àwọn èdè Áfíríkà wà, en wà láàyè, wọ́n sì ọ̀nà ìbánisọ̀rọ̀, wọ́n sì ní láti máa túnbọ̀ tàn kálẹ̀, kí wọn sì máa kọ́ ìran tuntun lo. Ìkéde àgbáyé ti awọn ètò Ẹ̀ka Èdè (1996) sọ ọ̀pọ̀lọpọ̀ nǹkan nípa ohun-iní àṣà wọn (ìtàn ìṣẹ̀dálẹ̀ ilé-ayé, àwọn ilé-ìwé àti àwọn
    Ìfihàn àṣà tiwọn), bákan náà pẹ̀lú ìmọ̀ tó dára jùlọ, ti àṣà mìíràn tí wọn fẹ́ láti mọ̀" (Aya). Èyí ni ìgbà àkọ́kọ́ tí ìwé àtìgbàdégbà yìí ní kìkìdá àtẹ̀jáde tí yóò gbé èdè àti àṣà Áfíríkà lárúgẹ káàkiri. Àwọn èdè ìbílẹ̀ Brazil àti ti Latin America tún lè tẹ iṣẹ́ wọn jáde nínú ìwé Àtìgbàdégbà yìí. Àyè wà fún Gbogbo èdè àgbáyé tó fẹ́ káyé mọ èdè àti àṣà wọn. Gbogbo bí olóòtú àgbà fún ìwé Njinga & Sepé, mo dúpẹ́ púpọ̀ lọ́wọ́ Ọ̀jọ̀gbọ́n, Dókítà Báyọ̀ Ọmọlọlá, fún ìfọwọ́sowọ́pọ̀ wọn láti pín àwọn nǹkan tí a gbé jáde nínú Njinga & Sepé. A dúpẹ́ lọ́wọ́ àwọn olùyẹbébàwò tí wọn ní ìrìrì, tí wọn sì gbé àwọn bébà tí a tẹ̀ jáde lé orí òsùnwọ̀n bó ti yẹ kí á tó yẹ wọn jáde.

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    Guest Editor: Báyọ̀ Ọmọlọlá, Ph.D/ Editor in chief: Alexandre António Timbane, Ph.D.

  • A cultura e as literaturas em línguas africanas: estudos e pesquisas/Culture and literature in African languages: studies and research_ Parte I
    Vol. 5 Núm. Especial I (2025)

    A presente publicação especial resulta de parcerias entre o Prof. Dr. Alexandre António Timbane (Editor da Revista Njinga & Sepé) e Prof.Dr. Bayọ Ọmọlọla, docente do Department of World Languages and International Studies, da Morgan State University (USA). Trata-se de uma parceria de trocas e compartilhamento de materiais com vista a preservação, valorização e divulgação das linguas africanas além fronteiras. As linguas africanas existem, estão vivas e são meios de comunicação e precisam de cada vez mais divulgadas e ensinadas para as novas gerações. A Declaração Universal dos Direitos Linguisticos (1996) defende que "Todas as comunidades linguísticas têm direito a um ensino que permita aos seus membros adquirirem um conhecimento profundo do seu patrimônio cultural (história e geografia, literatura e outras manifestações da própria cultura), assim como o melhor conhecimento possível de qualquer outra cultura que desejem conhecer." (Art.28). Esta é a primeira publicação de tantas outras que vamos promover e divulgar em favor da divulgação da cultura africana e das línguas locais. As línguas indigenas brasileiras e da américa latina também podem publicar seus trabalhos nesta revista. Há espaço para todas as línguas do mundo que desejam compartilhar suas culturas e línguas. Na qualidade de Editor-chefe da Revista Njinga & Sepé agradeço muito a colaboração do Prof. Dr. Bayọ Ọmọlọla pela ideia de divulgar os artigos publicados. Agradecemos aos avaliadores que gentilmente apreciaram e deram parecer dos textos aqui publicados. Muito obrigado professor Bayọ Ọmọlọla pela sua colaboração com a Revista Njinga e Sepé.

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    This special publication is the result of a partnership between  Alexandre António Timbane, Ph.D (Editor of Njinga & Sepé Journal) and Bayọ Ọmọlọla, Ph.D. a professor in the Department of World Languages and International Studies at Morgan State University (USA). This partnership involves exchanging and sharing materials with a view to preserving, promoting, and disseminating African languages across borders. African languages exist, are alive, and are means of communication, and they need to be increasingly disseminated and taught to new generations. The Universal Declaration of Linguistic Rights (1996) states that "All language communities have the right to education that enables their members to acquire a thorough knowledge of their cultural heritage (history and geography, literature and other manifestations of their own culture), as well as the best possible knowledge of any other culture they wish to know." (Art. 28). This is the first of many publications that we will promote and disseminate to promote African culture and local languages. Indigenous languages from Brazil and Latin America can also publish their work in this journal. There is space for all languages of the world that wish to share their cultures and languages. As Editor-in-Chief of the Njinga & Sepé Journal, I am deeply grateful to Prof. Dr. Bayọ Omọlọla for his collaboration in sharing the published articles. We thank the reviewers who kindly appreciated and provided feedback on the texts published here. Thank you very much Professor Bayọ Ọmọlọla for your collaboration with the Njinga and Sepé Journal.

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    Àtẹ̀jáde pàtàkì yìí jẹ́ àbájáde àjọṣepọ̀ láàrin Ọ̀jọ̀gbọ́n Dókítà Alexandrie António Timbane (Olóòtú-Àgbà ti Ìwé Àtìgbàdégbà Njinga & Sepé) àti Ọ̀jọ̀gbọ́n Dókítà Báyọ̀ Ọmọlọlá, Olóòtú Àkànṣe ti Njinga & Sepé yìí àti olùkọ́ ní Department of World Languages and International Studies ní Morgan State University, USA. Àjọṣepọ̀ yìí jẹ́ wáyè pẹ̀lú ṣíṣe pàsípàrọ̀ àtì pínpín àwọn ohun èlò pẹ̀lú èrò láti ṣe ìtọ́jú, ìgbéga, àti ìtànkálẹ̀ àwọn èdè Áfíríkà kọ́já àwọn ààlà. Àwọn èdè Áfíríkà wà, en wà láàyè, wọ́n sì ọ̀nà ìbánisọ̀rọ̀, wọ́n sì ní láti máa túnbọ̀ tàn kálẹ̀, kí wọn sì máa kọ́ ìran tuntun lo. Ìkéde àgbáyé ti awọn ètò Ẹ̀ka Èdè (1996) sọ ọ̀pọ̀lọpọ̀ nǹkan nípa ohun-iní àṣà wọn (ìtàn ìṣẹ̀dálẹ̀ ilé-ayé, àwọn ilé-ìwé àti àwọn Ìfihàn àṣà tiwọn), bákan náà pẹ̀lú ìmọ̀ tó dára jùlọ, ti àṣà mìíràn tí wọn fẹ́ láti mọ̀ (Aya). Èyí ni ìgbà àkọ́kọ́ tí ìwé àtìgbàdégbà yìí ní kìkìdá àtẹ̀jáde tí yóò gbé èdè àti àṣà Áfíríkà lárúgẹ káàkiri. Àwọn èdè ìbílẹ̀ Brazil àti ti Latin America tún lè tẹ iṣẹ́ wọn jáde nínú ìwé Àtìgbàdégbà yìí. Àyè wà fún Gbogbo èdè àgbáyé tó fẹ́ káyé mọ èdè àti àṣà wọn. Gbogbo bí olóòtú àgbà fún ìwé Njinga & Sepé, mo dúpẹ́ púpọ̀ lọ́wọ́ Ọ̀jọ̀gbọ́n, Dókítà Báyọ̀ Ọmọlọlá, fún ìfọwọ́sowọ́pọ̀ wọn láti pín àwọn nǹkan tí a gbé jáde nínú Njinga & Sepé. A dúpẹ́ lọ́wọ́ àwọn olùyẹbébàwò tí wọn ní ìrìrì, tí wọn sì gbé àwọn bébà tí a tẹ̀ jáde lé orí òsùnwọ̀n bó ti yẹ kí á tó yẹ wọn jáde.

    Guest Editor: Báyọ̀ Ọmọlọlá, Ph.D/ Editor in chief: Alexandre António Timbane, Ph.D.

  • A interdisciplinaridade e diálogo entre as diferentes áreas do saber em favor dos avanços científicos
    Vol. 5 Núm. 2 (2025)

    Estamos diante de uma publicação interdisciplinar, na qual pesquisadores de diversas áreas do saber juntaram seus estudos e pesquisa para compartilhar avanços. A Interdisciplinaridade pode ser entendida como qualquer forma de combinação entre duas ou mais disciplinas objetivando-se a compreensão de um objeto a partir da confluência de pontos de vista diferentes cujo objetivo final seria a elaboração de síntese relativa ao objeto comum; implica alguma reorganização do processo ensino/aprendizagem e supõe trabalho contínuo de cooperação entre os professores envolvidos. Esta publicação chama atenção para a necessidade olharmos a nossa volta e valorizar as outras áreas do saber buscando a complementariedade entre as diferentes áreas do saber. A presente publicação corresponde ao volume 5, do número 2 (jul.dez.2025) que reuniu dezoito (18) artigos que demonstram avanços científicos nas áreas de Economia, Engenharia, Sociologia, História, Política e Direito. Aproveitem esta publicar para refletir sobre os caminhos da ciência na atualidade, pois pensamos que quanto mais diálogo houver entre diferentes áreas do saber mais haverá afunilamento e diálogo saudável na ciência. Boa leitura!

    Editor  convidado: Domingos Njamba Yeta (Ministério da Educação de Angola) / Coordenação: Alexandre António Timbane (UNILAB)

  • Repensando a educação no século XXI: estudos e pesquisas em Educação
    Vol. 5 Núm. 1 (2025)

    A publicação vol.5, n.1 (2025) homenageia o cidadão brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva devido ao compromisso com a educação do povo. Apesar de ser o único presidente analfabeto nas últimas décadas , ele tem prestado muita atenção na formação do cidadãos brasileiros. A educação pública e gratuita, ao nosso ver, deveria ser o mais previlegiado pelos governos no mundo inteiro, partindo da ideia de que toda a humanidade só conseguirá dar bons passos rumo ao desenvolvimento se apostar na educação. Somos de opinião que se queremos um mundo melhor, então temos que valorizar a função docente e criarmos condições para que a escola e a universidade públicas sejam de qualidade e com profissionais mais motivados. Boa leitura a todos!

    Editor convidado: Eugénio  Eurico Chiulele (MEL/UNILAB) /  Coordenação: Alexandre António Timbane (MEL/UNILAB)

  • SEMINÁRIOS INTERNACIONAIS DA REVISTA NJINGA & SEPÉ - ANAIS DO I SEMINÁRIO INTERNACIONAL DA TOPONIMIA E ANTROPONIMIA
    Vol. 4 Núm. Especial I (2024)

    O evento “SEMINÁRIOS INTERNACIONAIS DA REVISTA NJINGA & SEPÉ” é um evento acadêmico-científico internacional organizado uma vez por ano pelos editores da Revista Njinga & Sepé, cujo intuito é de reunir estudos e pesquisas de pesquisadores, docentes e estudantes da pós-graduação com intuito de interagir, trocar teorias, metodologias e experiências sobre as diversas temáticas que serão propostas a cada ano. O nome “Revista Njinga & Sepé” foi escolhido em homenagem a Rainha africana Njinga Mbandi e ao guerreiro indígena brasileiro Sepé Tiarajú ambos símbolos das lutas de resistência e da afirmação das identidades africanas e brasileiras respectivamente. A Universidade de Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (UNILAB) é uma universidade pública criada pela Lei nº 12.289, de 20 de julho de 2010 com intuito de formar recursos humanos promovendo a integração entre o Brasil e os membros da CPLP com maior ênfase para os PALOP e o Timor Leste criando intercambio para o desenvolvimento regional, cultural, científico e educacional entre os países. A Revista Njinga & Sepé foi criada em 2021 visando preencher a ausência de oportunidades de publicação especialmente nos PALOP e em Timor Leste. É uma Revista multidisciplinar, de fluxo contínuo que acolhe temáticas das culturas, das línguas africanas, indígenas brasileiras e timorenses sem excluir as de sinais. Nesta edição especial você poderá encontrar os Anais do 1º Seminário Internacional de Toponímia e Antroponimia realizado virtualmente nos dias 15 e 16 de agosto de 2024. Pede-se o respeito à citação dos resumos e de sildes apresentados nestes anais, dando créditos aos autores de acordo às normas APA ou ABNT. Boa leitura!

    Organização: Editores da Revista Njinga & Sepé / Edição do Anais: Alexandre António Timbane

  • A Linguística, a Literatura, a educação e outras áreas afins na mesa de debates em favor do avanço da ciência
    Vol. 4 Núm. Especial II (2024)

    O volume 4 , nº Especial II apresenta diversos estudos linguísticos,  literários, metodologias de ensino e  outros estudos científicos que apontam para o avanço da ciência na África e no Brasil no século XXI. As universidades africanas e brasileiras produzem conhecimentos diversos que revelam os avanços científicos buscando sempre oferecer propostas para os problemas sociais, econômicos, linguísticos, culturais e políticos da atualidade. Esta publicação organizada por um trio: Luzinha Brígida de Jesus (timorense), Higor Teixeira dos Santos (brasileiro) e Abias Alberto Catito (angolano), todos da Universidade Estadual Feira de Santana, reúne resultados de estudos produzidos em diversas universidades africanas e brasileiras buscando compartilhar saberes e aprofundamento de teorias e metodologias. Encontrará nesta publicação trinta e cinco  (35) trabalhos dentre artigos originais, poesias, contos  e entrevistas. O compartilhamento de evidências por meio de publicações científicas contribui muito, ao minimizar a importância das fronteiras, e ao contribuir para a utilização de evidências na introdução de mudanças na sociedade global. Escrever é o meio muito importante para a comunicação do trabalho científico (Mengistu Asnake, Presidente da Federação Mundial das Associações de Saúde Pública, 2015). Os organizadores desda publicação incentivam a todos os pesquisadores, estudantes e docentes a compartilhar seus saberes por meio de publicações. Á todos uma boa leitura!

    Editores convidados: Luzinha Brígida de Jesus (timorense, PPGEL/UEFS), Higor Teixeira dos Santos (brasileiro, PPGEL/UEFS) e Abias Alberto Catito (angolano, PPGEL/UEFS) / Coordenação: Alexandre António Timbane (UNILAB/UEFS)

  • Línguas, literaturas e outras artes no espaço angolano
    Vol. 4 Núm. 2 (2024)

    As publicações científicas permitem a circulação do conhecimento e a busca de novos saberes. É fundamental que os saberes conquistados por meio de pesquisas e estudos sejam compartilhados e discutidos no meio cientíifco. O método hipotético-dedutivo de Karl Popper (1902-1994) nos mostra que onde termina uma pesquisa, inicia outra e assim sucessivamente. A ciência é inesgotável. Neste Vol.4, nº2 (2024) organizado pelos professores Daniel Peres Sassuco, Nsimba José e Manuel da Silva Domingos encontraremos contribuições de estudos das áreas de Linguística, Literatura, Artes e Educação relativos à Angola. São estudos que falam sobre Angola na sua profundidade e visam promover um espaço de debate permanente para que o conhecimento circule  e seja compartilhado nacionalmente e além fronteiras. As pesquisas apresentadas neste dossiê criticam o rumo que Angola está trilhando, especialmente na formação de professores, na descrição e ensino de línguas, de Quimica e de Biologia. Para além de criticar, os trabalhos publicados apontam caminhos possiveis para a melhoria da qualidade do ensino em Angola. Os autores clamam pelo apoio das autoridades para que situação se reverta o mais breve possível, pensando numa Angola mais desenvolvida. A formação de profissionais com qualidade evita a multiplicação de analfabetos funcionais que não poderão efetivamente contribuir o necessário. Com relação às linguas, Angola precisa dar atenção especial e urgente para descrição, revitalização e políticas de ensino das línguas autóctone respeitando assim a Declaração Universal dos Direitos Linguísticos (1996). Desejamos a todos uma leitura atenta, crítica, colaborativa e não se esqueçam de compartilhar a Revista com estudantes, colegas, docentes e outros interessados. Visitem o Canal da Revista Njinga & Sepé e lá vão encontrar palestras e seminários que reforçam a divulgação do conhecimento gratuito, de qualidade e de acesso livre. Este é um compromisso desta Revista. BOA LEITURA!

    Editor:  Prof. Dr. Alexandre António Timbane (UNILAB)

  • Estudios e investigaciones multidisciplinares en África y América Latina: siguiendo caminos científicos para el siglo XXI
    Vol. 4 Núm. 1 (2024)

    Queridos lectores, ¡Queridos lectores! Revista Njinga & Sepé lanza Vol. 4, No. 1, 2024, compuesta por 35 textos que incluyen artículos originales, reseñas, poemas, tabúes, mitos, festividades y otros escritos diversos. Al ser una Revista de Cultura, buscamos abarcar los diversos géneros textuales y académicos disponibles. Esta publicación presenta estudios e investigaciones que abordan aspectos teóricos y prácticos sobre las lenguas, la literatura, las culturas y la construcción permanente de identidades africanas y sudamericanas. La publicación comparte conocimientos en la búsqueda de un diálogo permanente entre África y América del Sur. La Revista Njinga & Sepé es un espacio científico y democrático que acoge el trabajo de investigadores experimentados y más allá. Esta es una publicación gratuita y sin fines de lucro perteneciente a la Universidad de Integración Internacional de la Lusofonia Afrobrasileña (Brasil). Comparta el contenido y los enlaces de esta edición con otros interesados ​​y sigamos hablando de los diversos temas comunes en la región Sur-Sur. Al final de cada página de texto hay una sugerencia sobre "cómo citar". Por favor cite correctamente. ¡Les deseamos a todos una buena lectura!

    Organização: Prof. Dr.  Amado Martinez Morgado (Universidade de Guantánamo, Cuba) e o Prof. Dr. Mbaz Nauege (Universidade Lueji A´Nkonde, Angola)

    Coordenação: Prof. Alexandre António Timbane (Revista Njinga & Sepé). 

  • A Linguística e a Educação em debate nos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa e no Brasil
    Vol. 3 Núm. Especial II (2023)

    Esta publicación referente al Vol.3, nºEspecial II, 2023 reúne trabajos que debaten aspectos teóricos y prácticos de los estudios lingüísticos y educativos, específicamente metodologías y métodos de enseñanza en los países africanos de habla portuguesa y en Brasil. Esta es una publicación organizada por Profa. Dra. Maria Goreti Varela Freire Silva, profesora de la Universidad de Cabo Verde, en Cabo Verde en coordinación con el Prof. Dr. Alexandre António Timbane (UNILAB/USP). La Revista Njinga & Sepé acoge, fomenta la investigación y la publicación y ha hecho una excepción con los artículos de otras áreas del conocimiento en la Sección VII "Varia". Esta Sección VII incluía investigaciones sobre Economía, Administración, Salud Pública, Antropología, Sociología, literatura y otras áreas afines. El objetivo es ofrecer oportunidades para que la investigación sea compartida, discutida y fomentada, especialmente para países sin recursos tecnológicos y financieros para su publicación. La interacción científica entre Brasil y los países africanos es urgente y saludable porque UNILAB es una institución de integración internacional que busca la cooperación y los intercambios científicos con Sur-Sur para que todos los países de la integración puedan crecer juntos. Los materiales publicados fueron sujetos a evaluación ciega y por pares para garantizar su cientificidad. Ahora te invitamos a leer y compartir con compañeros, profesores y alumnos, ¡todos sin excepción!

    Profª. Drª. Maria Goreti Varela Freire Silva (Universidade de Cabo Verde, Cabo Verde)

    Prof. Dr. Alexandre António Timbane (Universidade de Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, Brasil)

  • Debates sobre a educação no Brasil e na África lusófona: caminhos, avanços e perspectivas
    Vol. 3 Núm. Especial I (2023)

    Los estudios que dieron lugar a la publicación de esta edición son el resultado de variados enfoques de investigación de naturaleza cualitativa, cuantitativa y mixta, con métodos que involucran investigación bibliográfica, investigación de campo y análisis de datos. Hay muchos beneficios de esta Edición Especial I. Muchos de estos estudios se enriquecen con datos históricos sólidos sobre los tipos de educación (básica, secundaria, técnica y superior), desde la época colonial hasta la actualidad. Además de los datos históricos sobre la educación, también se sabe mucho sobre la lengua y la cultura tanto de los países africanos como de Brasil. Es así como esta edición se convierte en una lectura valorativa y crítica de la evolución de la educación, la cultura, las tradiciones, las lenguas y la política. Es así como la publicación de los textos que componen esta edición especial se convierte finalmente en un discurso, en el diálogo entre el conocimiento científico y la sociedad africana y brasileña.

    Organizadores: Prof. Dr. Antônio Félix de Souza Neto (Universidade Federal de Sergipe) e Prof. Dr. Alexandre António Timbane (Universidade Federal de Sergipe/Universidade de Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira)

  • Cultura & Sociedade – Que Literacia(s) para uma Justiça Económica e Social?
    Vol. 3 Núm. 2 (2023)

    Vol. 3, nº2/2023 (jul./dic.) es el resultado de alianzas entre varios docentes e investigadores que participaron en la 2da Conferencia Internacional sobre Cultura y Sociedad – ¿Qué alfabetización(es) para la justicia económica y social?, celebrada en la Universidad Zambezi, Mozambique, en formato online/remoto, los días 27 y 28 de mayo de 2021. El dossier consta de quince (15) artículos revisados ​​por pares y seleccionados por un comité científico. Además de los artículos del dossier (Sección I), se publicó una entrevista (Sección II), materiales literarios/poesía (Sección III), artículos sobre lenguas de signos (Sección VI) y varios otros artículos científicos de diferentes áreas relacionadas. (Sección VII). Apreciamos las asociaciones y les deseamos a todos una buena lectura. Puede (com)compartir el enlace de la revista con otras partes interesadas.

    Organização: Hilarino da Luz (Portugal/Cabo Verde), Esperança Ferraz (Angola), Noemi Alfieri (Alemanha/Portugal), Mbiavanga Fernando (Angola), Elizabeth Olegário (Portugal), Martins JC-Mapera (Moçambique) e Moisés de Lemos Martins (Portugal).  

    Coordenação: Alexandre António Timbane (Universidade Federal de Sergipe/Universidade de Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira)

  • Cenas das vidas culturais indígena, afro-brasileira, africana e timorense em tempos contemporâneos
    Vol. 3 Núm. 1 (2023)

    En la época contemporánea, la vida se ha vuelto cada vez más compleja. Los escenarios culturales de los pueblos que viven en las Américas, África y Asia han reflejado luchas sociopolíticas bastante conflictivas y reconfiguraciones en las relaciones entre estos pueblos. A través de estas lecturas, las personas están reconstruyendo sus autonomías etnoculturales, sus percepciones de género, orientación sexual y el valor de la libertad religiosa. También están redefiniendo su comportamiento en relación con el medio ambiente, la seguridad alimentaria, el cambio climático, la democracia, la ciudadanía, exponiendo temas urgentes como el prejuicio, la discriminación y la intolerancia ante las diferencias socioculturales; además de promover el replanteamiento de la relación entre diversidad y desigualdad que persiste entre los pueblos. En este sentido, es relevante profundizar el debate sobre los actuales procesos históricos globales que tejen (re)composiciones de escenarios de la vida cultural contemporánea. Estos aspectos, cargados de significados y sensibilidades, dan lugar a miradas interdisciplinarias y permiten a investigadores y estudiosos de diferentes áreas del saber, de diferentes trasfondos etnoculturales y sociales, dialogar sobre escenarios de la vida cultural indígena, africana y timorense en la contemporaneidad. Este “Dossier Especial 2022” pretende brindar un marco de enfoques, tendencias y articulaciones metodológicas, históricas, epistemológicas, estéticas, hermenéuticas y áreas afines, que permita la composición de un escenario transdisciplinario y ayude al lector a aprehender el universo contemporáneo de la pueblos de América, África y Asia.

    Organização do dossiê: Itamar Rodrigues Paulino (Universidade Federal do Oeste do Pará),  Salome Nyambura (Kenyatta University),  Augusto da Silva Júnior (Universidade de Brasília).

  • A Bioética em Moçambique: estudos e pesquisas
    Vol. 2 Núm. Especial II (2022)

    La bioética es un discurso sobre la tolerancia. El reconocimiento de la pluralidad moral de la humanidad, y la idea de que diferentes creencias y valores rigen temas como el aborto, la eutanasia y la clonación, hizo imperativo estructurar una disciplina académica que reflexione sobre estos conflictos, frecuentes en el campo de la salud (Débora Diniz y Dirce Guilhem, 2012). Según Garrafa (2006), es necesario reflexionar sobre la bioética de las situaciones emergentes que se vinculan con temas recientes como, por ejemplo, el proyecto del genoma humano y todas las situaciones relevantes de la ingeniería genética, incluida la medicina predictiva y la terapia génica; donaciones y trasplantes de órganos y tejidos humanos, con todas sus inferencias que se reflejan en la vida y muerte de las personas en sociedad. Fue a partir de esta reflexión que se reunieron investigaciones y estudios que analizan y discuten diversos problemas de salud pública en Mozambique estrechamente vinculados a la Bioética. Es importante discutir estos temas para que podamos tener una sociedad más justa y saludable.

    Organizadores: Florência Paulo Nhavenge (Universidade Federal de Santa Maria), Alexandre António Timbane (Universidade Federal de Sergipe/Universidade de Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira)

  • A educação na África lusófona e no Brasil: práticas, metodologias, métodos e gestão da educação
    Vol. 2 Núm. Especial I (2022)

    La educación en África de habla portuguesa y Brasil es un gran desafío. El gran desafío se centra en las metodologías de enseñanza, las políticas educativas deficientes y la falta de compromiso con las nuevas generaciones. Los esfuerzos en el desarrollo y calidad de la educación son esporádicos y no atienden a la gran mayoría de niños, niñas, adolescentes y jóvenes. El problema del lenguaje utilizado en la enseñanza es otro desafío que en muchos casos impide que los alumnos aprendan. Es en esta perspectiva que este número especial, del vol. 2 (2022) precisamente para reflexionar sobre la gestión escolar, las metodologías y los métodos de enseñanza con el fin de encontrar caminos para mejorar la calidad de la educación en África lusófona y Brasil. Tenga cuidado al leer los textos porque los autores utilizan el portugués africano y brasileño y estas variedades deben respetarse sin prejuicios.

    Organização: Alexandre António Timbane (Universidade Federal de Sergipe/Universidade de Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira)

  • Descrição e análise de línguas africanas e estudos socioculturais no Brasil
    Vol. 2 Núm. 2 (2022)

    Vol.2, nº2, 2022 fue organizado y editado por Profa. Dr. Ezra Alberto Chambal Nhampoca (Universidad Eduardo Mondlane, Mozambique/Universidad de Trás-os-Montes y Alto Douro, Portugal) y el Prof. médico David Alberto Seth Langa (Universidad Eduardo Mondlane, Mozambique/Universidad Federal de Minas Gerais, Brasil). La publicación reúne investigaciones científicas que tienen como objetivo analizar y describir las lenguas en términos de Fonético-Fonológico, Lexicográfico, Lexicología, Pragmática, Semántica, Sintaxis, Terminología y Literatura. Los trabajos presentados revelan la necesidad de continuar con los estudios para que las lenguas no oficiales y no escritas tengan su espacio en el espacio científico y en la sociedad.

    Organizadores: Ezra Alberto Chambal Nhampoca (Universidade Eduardo Mondlane/Universidade Trás-os-Montes e Alto Douro), David Alberto Seth Langa (Universidade Eduardo Mondlane/Universidade Federal de Minas Gerais)

  • "A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo"- Nelson Mandela (1918-2013)
    Vol. 2 Núm. 1 (2022)

    (Espagnol): El vol. 2, nº1 (2022) tiene como tema "la educación es el arma más poderosa que puedes usar para cambiar el mundo", una frase de Nelson Mandela (1918-2013) gran líder africano. Esta publicación está dedicada a los temas de la educación con mayor énfasis en la investigación, investigaciones y estudios dedicados a la enseñanza y el aprendizaje. La educación es fundamental para todas las sociedades, por lo que es necesario establecer políticas públicas y lingüísticas, además de inversiones en infraestructura y la formación de profesionales calificados para que puedan atender las demandas de cada realidad. Esta publicación llama la atención a la sociedad que debe hacer de la educación una prioridad en todos los países si entendemos la educación como la base para el desarrollo de cualquier nación y la principal arma para dominar el mundo. La cita de Nelson Mandela nos sirve de inspiración para avanzar hacia el éxito de la educación en Brasil, África y el mundo.

    Organizador: Alexandre António Timbane (Universidade de Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira)

  • A Literatura de Agostinho Neto e outras pesquisas culturais e linguísticas
    Vol. 1 Núm. Especial (2021)

    Este vol.1, Número especial de 2021 celebra la vida y obra de la abuela Agostinho Neto y abre las celebraciones del centenario que se celebra en 2022. Agostinho Neto, mwangolê, médico, político y escritor está inmortalizado en esta revista a través de artículos y poemas que refuerzan la grandeza de quien lideró la lucha de liberación contra el colonialismo. Esta publicación fue organizada por los profesores Eduardo David Ndombele y Quibongue Mudiambo, ambos mwagoleses y profesores del Instituto Superior de Ciencias de la Educación de Uige (Angola) y coordinada por alexandre António Timbane, editor jefe de la Revista. ¡VIVA EL CENTENARIO AGOSTINHO NETO! ¡VIVA EL PUEBLO ANGOLANO!

    Organizadores:  Quibongue Mudiambu (Instituto Superior de Ciências de Educação do ISCED/UÍGE),  Eduardo David Ndombele (Instituto Superior de Ciências de Educação do ISCED/UÍGE)

    Coordenação: Alexandre António Timbane (Universidade de Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira)

  • Diversidade da cultura, de línguas e das práticas socioculturais
    Vol. 1 Núm. 2 (2021)

    El volumen 1, número 2, 2021 de Revista Njinga & Sepé publicó investigaciones y análisis sobre diversidad cultural, analizando la problemática de la enseñanza de idiomas, metodologías de enseñanza-aprendizaje, poesía, canciones, reseñas y materiales de Lengua de Signos. Presenta algunas prácticas socioculturales de etnias africanas y brasileñas. Algunos textos van acompañados de vídeos La revista Njinga & Sepé sigue fomentando y valorando las lenguas minoritarias.

    Organización: Manuel da Silva Domingos (Universidade Agostinho Neto), Alexandre António Timbane (Universidade de Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira)

  • Cultura e idiomas africanos y brasileños en evidencia
    Vol. 1 Núm. 1 (2021)

    El primer volumen abre el desafío de valorar las culturas y lenguas de los pueblos africanos y de Brasil, sumando investigaciones y trabajos de los diversos investigadores, artistas, escritores, intérpretes, traductores y otros interesados ​​en los temas de las secciones de Revista Njinga & Sepé. Se hace todo lo posible para garantizar que las lenguas no oficiales tengan la oportunidad y que de alguna manera sean lenguas de la ciencia en un futuro próximo, preservando así la riqueza lingüística y cultural.

    Organização: Alexandre António Timbane (Universidade de Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira)