Mukwa: A árvore sagrada como metáfora viva da identidade africana(Um contributo etnolinguístico sobre a simbologia bantu e os nomes originários do imbondeiro)

Une contribution ethnolinguistique sur la symbolique bantoue et les noms originaires du baobab

Auteurs

  • Adilson K. P. Kambindangolo Magistério de Ondjiva "Dr. António A. Neto" - Angola

Mots-clés :

Mukwa, Identidade africana, Etnolinguística, Simbologia bantu, Imbondeiro

Résumé

Cet article analyse le Mukwa comme symbole de l'identité africaine, en explorant sa valeur culturelle, historique et ethnolinguistique au sein des communautés bantoues. La recherche examine la relation entre l'arbre sacré, les noms originaires du baobab et les significations symboliques préservées par la tradition orale. S'appuyant sur une revue de la littérature et une approche ethnolinguistique, elle démontre que le Mukwa constitue un élément essentiel de la mémoire, de l'identité et du patrimoine culturel africains, contribuant à la valorisation des langues et des savoirs traditionnels.

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Biographie de l'auteur

Adilson K. P. Kambindangolo, Magistério de Ondjiva "Dr. António A. Neto" - Angola

Professor de Línguas Angolanas e Língua Portuguesa no Magistério de Ondjiva, “Dr. António Agostinho Neto”. Licenciado em Ensino do Português e Línguas Angolanas, é formador de línguas angolanas e investigador independente na área das línguas bantu, dedicando-se ao estudo, ensino e valorização do OluNyaneka, Umbundu e Oshikwanyama, com enfoque em fonética, morfologia e estrutura nominal.É membro do Núcleo de Estudo de Línguas e Culturas (NELIC), no Instituto Superior Politécnico Jean Piaget – Benguela. Em 2023, participou na elaboração e tradução de materiais de apoio às línguas angolanas, no âmbito de iniciativas do Ministério da Educação de Angola, contribuindo para o fortalecimento do ensino e da padronização das línguas nacionais no sistema educativo.É autor e coordenador do projecto Glossário Multilíngue (Português–OluNyaneka–Oshikwanyama–Umbundu), voltado à sistematização lexical, terminológica e cultural das línguas angolanas, incluindo a organização de provérbios e terminologias tradicionais. Desenvolve também o projecto de artigo científico intitulado “Mukwa ou Makwa”, centrado na reflexão linguística, etimológica e identitária das línguas angolanas.Prefaciou a obra Árvore Genealógica da família dos Vakwanjumba/Vakwahepo e Vakwambela. Seu trabalho visa à preservação, valorização científica e internacionalização das línguas e saberes culturais angolanos, articulando investigação, formação e produção de materiais didácticos.  

Références

Mazrui, A. (1986). The Africans: A triple heritage. BBC Publications.

Ngugi wa Thiong’o. (1994). Decolonising the mind: The politics of language in African literature. East African Educational Publishers.

EcoAngola. (2025, 22 de julho). Disponível em https://ecoangola.com

Muzangala. (2025, 21 de julho). Os benefícios da mucua e do imbo. Disponível em https://muzangala.ao

InfoEscola. (2025, 20 de julho). O baobá, também chamado de imbondeiro, embondeiro ou calabaceira: importância da árvore. Disponível em https://www.infoescola.com

Kambindangolo, E. (2020, 20 de Maio). Entrevista pessoal. Bairro Mapunda, Huíla, Angola.

Testemunhos orais de anciãos ovanyaneka, Cokwe, Fiote e Umbundu. (2019–2024).

Arquivo pessoal de Adilson Kambindangolo.

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Publiée

12-09-2026

Comment citer

Kambindangolo, A. K. P. (2026). Mukwa: A árvore sagrada como metáfora viva da identidade africana(Um contributo etnolinguístico sobre a simbologia bantu e os nomes originários do imbondeiro): Une contribution ethnolinguistique sur la symbolique bantoue et les noms originaires du baobab. NJINGA&SEPÉ: evista nternacional e ulturas, Línguas fricanas rasileiras, 6(1), 130–139. onsulté à l’adresse https://revistas.unilab.edu.br/njingaesape/article/view/2871

Numéro

Rubrique

SEÇÃO II – CULTURA, IDENTIDADE, TRADIÇÃO E PRÁTICAS COMUNITÁRIAS