Aprendizagem organizacional como estratégia focada a práctica de criação de conhecimento, desenvolvimento de competências e desempenho do colaborador e da organização

El aprendizaje organizacional como estrategia centrada en la práctica de la creación de conocimiento, el desarrollo de competencias y el desempeño tanto de los empleados como de la organización.

Autores/as

  • Jorge Manuel Xavier Do Couto Universidade Católica de Moçambique
  • Olinda Cecília Taela Couto Universidade Católica de Moçambique - Moçambique

Palabras clave:

Aprendizagem Organizacional; estratégia; criação de conhecimento, desenvolvimento de competências; desempenho individual e organizacional

Resumen

Este estudio aborda las prácticas de aprendizaje organizacional, centrándose en los procesos de creación de conocimiento, desarrollo de competencias y desempeño organizacional, elementos considerados indispensables para el éxito de la organización. Desde una perspectiva metodológica, el estudio adopta un enfoque cualitativo e interpretativo, utilizando la investigación bibliográfica como técnica principal de recolección de datos. Los resultados revelan una relación dinámica y cíclica entre las prácticas de aprendizaje, la creación de conocimiento, el desarrollo de competencias y el desempeño; las teorías que sustentan el estudio destacan cómo las prácticas de aprendizaje organizacional son fundamentales para sostener los procesos de creación, intercambio y uso eficaz del conocimiento, procesos esenciales para desarrollar las competencias requeridas para desempeñar roles organizacionales. Asimismo, en lo que respecta a las competencias y el desempeño organizacionales, su contribución se hace efectiva cuando se consideran las dimensiones individuales y conductuales, ya que estas resultan cruciales para permitir que el conocimiento potencie el desempeño de la organización. Finalmente, los hallazgos indican que, para que surja una relación positiva —en la que la creación de conocimiento y el desarrollo de competencias alcancen niveles que impulsen el desempeño—, el proceso de aprendizaje debe tener en cuenta las experiencias individuales. Dado que una parte significativa del conocimiento reside en el empleado, el capital humano se convierte en el eje central de esta práctica; este cambio de perspectiva es propuesto por Lacombe y Heilborn (2008), quienes consideran al trabajador de la era del conocimiento como la fuente principal de generación y ventaja competitiva para sostener y mantener el desempeño organizacional.

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Biografía del autor/a

Jorge Manuel Xavier Do Couto, Universidade Católica de Moçambique

Doutor em Inovação Educativa, Mestre em Gestão de Recursos Humanos, Membro do Conselho Científico e Pedagógico da Faculdade de Economia e Gestão da Universidade Católica de Moçambique(UCM), docente e Coordenador dos Programas de Mestrados em Gestão de Recursos Humanos e Administração e Gestão de Negócios. Investigador com interesse na área de Inovação Pedagógica e Didáctica de Ensino Superior e Desenvolvimento de Recursos Humanos nas Organizações.

Olinda Cecília Taela Couto, Universidade Católica de Moçambique - Moçambique

Mestre em Gestão de Recursos Humanos, Licenciada em Filosofia de Desenvolvimento Institucional, colaboradora no curso de graduação em Administração Pública na modalidade de online no Instituto de Educação a Distância da Universidade Católica de Moçambique (UCM). Pesquisadora com interesse na área de Filosofia de Desenvolvimento Institucional e Desenvolvimento de Recursos Humanos nas Organizações: com enfoque para desenvolvimento de competências.  

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Publicado

16-09-2026

Cómo citar

Do Couto, J. . M. X., & Couto, O. C. T. (2026). Aprendizagem organizacional como estratégia focada a práctica de criação de conhecimento, desenvolvimento de competências e desempenho do colaborador e da organização: El aprendizaje organizacional como estrategia centrada en la práctica de la creación de conocimiento, el desarrollo de competencias y el desempeño tanto de los empleados como de la organización. NJINGA&SEPÉ: evista nternacional e ulturas, Línguas fricanas rasileiras, 6(4), 317–335. ecuperado a partir de https://revistas.unilab.edu.br/njingaesape/article/view/2808