Educação Popular: Análise da prática docente em alfabetização e educação de jovens e adultos em Moçambique
Kudingwa kwa maphatiro a mambassa a m’pfundzisi na m’pfundzissiro a afale na akulo um Moçambique.
Palavras-chave:
Educação popular, Alfabetização, Prática Docente, Educador De Adultos, Andragogia.Resumo
O presente artigo sobre a Educação Popular, tem como seu objetivo central de analisar a prática docente em alfabetização e educação de jovens e adultos em Moçambique. Pretende-se neste artigo destacar os problemas da prática docente em alfabetização e educação de jovens e adultos em Moçambique e aclarar os princípios andragógicos na preparação dos educadores dos jovens e adultos. Para a construção do artigo, teve-se como base a pesquisa bibliográfica. Perante as constatações feitas sobre este subsistema de ensino, verifica-se um acentuado número de alfabetizadores e educadores de adultos a realizarem suas atividades de leccionação sem uma prévia preparação ou formação para este subsistema de ensino, o que de certa forma, contradiz na profissionalização docente sobre o conhecimento dos princípios da andragogia alicerçadas na Psicopedagogia como uma das ferramentas muito útil no processo de ensino e aprendizagem para a melhoria da prática docente de um alfabetizador e educador de jovens e adultos, agindo deste modo em seu saber ser, estar e fazer profissionalmente, promovendo desta feita a prática docente eficaz, em uma aliança teórica-prática, melhorando a construção de competências desta.
*****
Pambassa ixi thangwi ya mapfundziro akudziwika, ina pifunisiso pikulo ninga kudinga maphatiro a apfundzisi pa mapfundziro a afale na akulo mudziko ino ya Moçambique. Pisafunika pambassa ixi kuyikha pakweca mikanzo ya maphatiro a apfundzisi pamapfundziro a afale na akulo muno Moçambique nakuyikha pakweca myambo nakukondzekera kwa apfundzisi a afale na akulo. Pakutchita bassa ixi, ya citika na mifudzo ya mabukho (bibliográfica). Na pidawonwa kumbale ineyi ya mapfundziro, kwawoneka kungipa kakamwe kwa apfundzisi a amuna akulo mbatchita mambassa awo mwakukhonda kukondzeka pakhundi ineyi ya mapfundziro, pinthu pyakudodomeka nkati mwa mambassa a upfundzisi paudziwisi wa myambo una tsidzikirwa na psicopedagogia ninga ciphano cakufunikira kakamwe nkati mwa mapfundziro pakufuna kucinja mambassa aupfundzisi a afale na akulu, mwakuphata mwa njira ineyi mwa kudziwa kukhala na matchitiro pambuto yambassa, mbatsogoza maphatiro aupfundzisi akukhoma, pakuyanjana kwapyakulemba na maphatiro, mwakucinja nzeru zamaphatiro a mbassa ninga na ineyi.
Downloads
Referências
Agibo, J., & Chicote, M. (2015). Modelos de formação de professores em Moçambique: uma análise no processo histórico. In VIII encontro de pesquisa em educação. III congresso internacional trabalho docente e processos educativos. Uberaba, Minas Gerais, UNIUBE (Vol. 22, p. 22).
De Melo Moura, T. M. (2009). Formação de educadores de jovens e adultos: realidade, desafios e perspectivas atuais. Práxis Educacional, 5(7), 45-72.
Freire. P. (1996). Pedagogia da autonomia -saberes necessários a prática educativa. (25ª ed.) São Paulo: Paz e Terra.
Freire, P. (2001). Politica e Educação. (5a ed.). São Paulo: Cortez
Gomes, B. M. (1999). Educação Moçambicana - História de um Processo:1962-1984. Maputo, Livraria Universitária
Guzzoz, A. (2012). Andragogia um olhar para o aluno adulto. s/l. revista académica.
Lui, P. (2011). Educação Popular. Cadernos de Formação. Projeto MOVA-Brasil, São Paulo: Editora e Livraria Paulo Freire.
Mário. M & Nandja, D. (2005). A alfabetização em Moçambique: desafios da educação para todos. Maputo, Moçambique, 2006/ED/EFA/MRT/PI/66 Universidade Eduardo Mondlane, Faculdade de Educação.
Mendoça, M. (2002). A didáctica e a formação pratico-reflexiva de professores de língua portuguesa para o ensino secundário em Moçambique. (Tese de Doutoramento publicada) São Paulo: Pontifícia Universidade Católica de São Paulo em Convénio com a Universidade Pedagógica.
MINED (2003a). Plano Curricular para a Alfabetização. Maputo: MINED.
Müzel. A. (2002). A comunicação no campo educacional: perspectivas na relação pedagógica. São Paulo, Faculdade De Ciências Sociais E Agrárias De Itapeva (unisino),
Neves, J. (2020) Educação Popular e os seus diferentes espaços. - EPSJV/Fiocru. arquivo capturado em 18 de Agosto de 2021 pelas 18:50h. Disponível em http://www.google.com
Norbeck J. (2000). O educando adulto: algumas razões de fracasso em educação de adultos, in TORRES, Maria de Carvalho, Cadernos de formação, Educação de Adultos, (3 ed.)
Santos, C. C. R (2009). Andragogia: aprendendo a ensinar adultos. São Paulo.
Torres, R. M. (1987). Educação Popular: um encontro com Paulo Freire. São Paulo: Brasil, edições loyola
Ussene, C. I. (2006). A formação do professor em exercício e o desenvolvimento criativo e reflexivo (estudo de caso com professores do instituto de magistério primário da Matola -Moçambique). São Paulo, (Dissertação de mestrado publicada). Pontifícia Universidade Católica de São Paulo em Convénio com a Universidade Pedagógica.
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2025 NJINGA e SEPÉ: Revista Internacional de Culturas, Línguas Africanas e Brasileiras (ISSN: 2764-1244)

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International License.
1.Autores mantêm os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, sendo o trabalho simultaneamente licenciado sob a Creative Commons Attribution License o que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria do trabalho e publicação inicial nesta revista. A Revista usa a Licença CC BY que permite que outros distribuam, remixem, adaptem e criem a partir do seu trabalho, mesmo para fins comerciais, desde que lhe atribuam o devido crédito pela criação original. É a licença mais flexível de todas as licenças disponíveis. É recomendada para maximizar a disseminação e uso dos materiais licenciados.
2.Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório digital institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.
3.Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal, nas redes sociais) a qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado (Trata-se da política de Acesso Livre).
