Ecologia e relações internacionais uma abordagem analítica e genérica sistematizada da teoria realista e liberal

Autores

  • Nicandro Oquete Indi Universidade de Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira

Palavras-chave:

Ecologia, Realismo, Liberalismo, Relações Internacionais

Resumo

A obra feita em formato de artigo cientifico tem por objetivo diferenciar as visões realista e liberal das relações internacionais no campo ecológico. Partindo da ideia de meio ambiente. Durante a explanação, vem correndo discussões concernente ao comportamento de Estados e movimentos sociais de forma sistematizada e genérica. Nisso, entender prisma de duas teorias tradicionais de relações internacionais em que o realismo enxerga o meio ambiente com lente economicista e liberalismo cunhado por movimentos sociais pautam pela preservação do meio ambiente. Destaque-se a relevância dos conceitos discutidos proativamente para encadernar o pensamento crítico e marxista sobre questão ambiental.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Referências

BARBOSA, Vanessa. Os dez (10) países com pior desempenho no mundo. Jornal EXAME, 2016.

BARROS-PLATIAU, A.; VARELLA, M. D.; SCHLEICHER, R. T. (2004). “Meio ambiente e relações internacionais: perspectivas teóricas, respostas institucionais e novas dimensões de debate”. Revista Brasileira de Política Internacional, v. 47, n. 2, p. 100-30.

CASTELLA, Paulo Roberto. Cronologia histórica de meio ambiente. Material Complementar – ciclo de palestra: “Resíduos sólidos”, secretaria de estado do meio ambiente e recursos hídricos, 2012.

COX, Robert (1981). “Social forces, States and world orders: beyond international relations theory”. Millennium, v. 10, n. 2, p. 126-55. DALBY, S. (1992). “Security, modernity, ecology: the dilemmas of post-Cold War security discourse”. Alternatives, v. 17, n. 1, p. 95-134.

HARDING, Garrett (1243). “The tragedy of the commons”. Science. v. 162, n. 3859, p. 1243-8.

KEOHANE, R. O.; HAAS, P. M. & LEVY, M. A. (1993). “The

effectiveness of international environmental institutions”, em KEOHANE, R. O.; HAAS, P. M. & LEVY, M. A. Institutions for the earth: sources of effective environmental protection. Cambridge: MIT Press, p. 3-24.

LAFERRIÈRE, Eric & STOETT, P. J. (eds.) (2006). International ecopolitical theory: critical approaches. Vancouver/Toronto: UBC Press.

LIMA, Telma Cristiane Sasso de; MIOTO, Regina Célia Tamaso. Procedimentos metodológicos na construção do conhecimento científico: A pesquisa bibliográfica. Rev.katálysis vol.10 nospe Florianópolis 2007.

MARTINEZ-ALIER, Joan (2007). O ecologismo dos pobres: conflitos ambientais e linguagens de valoração. São Paulo: Contexto.

MILANI, Carlos R. S. (2008). “Ecologia política, movimentos ambientalistas e contestação transnacional na América Latina”. Cadernos CRH, v. 21, n. 8, p. 289-303.

MOREIRA, Helena Margarido (2015). A formação da nova geografia política das mudanças climáticas: o papel de Estados Unidos e China. (2014). Tese (doutorado) em geografia humana. SãonnnnnnnnnnnnnnPaulo:Universidade de São Paulo. MORGENTHAU, H. (2003). A política entre as nações: a luta pelo poder e pela paz. Brasília, São Paulo: Editora UnB, Imprensa Oficial do Estado de São Paulo.

NCULTURA. OS dez (10) mais poluidores do mundo. Destinos e viajens, 14 de fevereiro 2016. Disponível no link...

PATERSON, Matthew (2000). Understanding global environmental politics: dominations, accumulation, resistance. London: Macmillan Press.

RIBEIRO, Wagner Costa (2005). A ordem ambiental internacional.

ed. São Paulo: Contexto.

ROSENAU, J. & CZEMPIEL, E (org.) (2000). Governança sem governo: ordem e transformação na política mundial. Brasília: Editora UnB.

SANTOS, Norma Breda dos. História das Relações Internacionais no Brasil: esboço de uma avaliação sobre a área. História (São Paulo), v. 24, p. 11-39, 2005.

SOUZA, Marcelo Lopes de. Ambientes e territórios: Uma introdução à Ecologia Política.Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2019.

VIOLA, E. J. & LEIS, H. R. (1990). “Desordem global da biosfera e nova ordem internacional: o papel organizador do ecologismo”. Lua Nova. Revista de Cultura e Política, São Paulo/SP, n.20, p.145-178.

VOGLER, J (1995). The global commons: a regime analysis. London: Wiley.

WALTZ, K (1979). Theory of international politics. New York: McGraw-Hill.

YOUNG, Oran (1992). “Regime dynamics: the rise and fall of international regimes”. International Organization, vol. 36, n. 2, p. 277-87.

Downloads

Publicado

29-07-2025

Como Citar

Indi, N. O. (2025). Ecologia e relações internacionais uma abordagem analítica e genérica sistematizada da teoria realista e liberal. JINGA SEPÉ: evista nternacional e ulturas, Línguas fricanas rasileiras (ISSN: 2764-1244), 5(1), 389–406. ecuperado de https://revistas.unilab.edu.br/njingaesape/article/view/1758

Edição

Seção

Seção I - Artigos inéditos e traduções/interpretações